Saturday, September 29, 2007

Achieving health equity: from root causes to fair outcomes

Achieving health equity: from root causes to fair outcomes
Professor Sir Michael Marmot, International Institute for Society and Health, University College London, UKThis paper is an abridged version of the Interim Statement of the Commission on Social Determinants of Health The Lancet, Volume 370, Number 9593, 29 September 2007
Website: http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140673607613853/abstract
"......Health is a universal human aspiration and a basic human need. The development of society, rich or poor, can be judged by the quality of its population's health, how fairly health is distributed across the social spectrum, and the degree of protection provided from disadvantage due to ill-health. Health equity is central to this premise and to the work of the Commission on Social Determinants of Health. Strengthening health equity—globally and within countries—means going beyond contemporary concentration on the immediate causes of disease. More than any other global health endeavour, the Commission focuses on the "causes of the causes"—the fundamental structures of social hierarchy and the socially determined conditions these create in which people grow, live, work, and age.
The time for action is now, not just because better health makes economic sense, but because it is right and just. The outcry against inequity has been intensifying for many years from country to country around the world. These cries are forming a global movement. The Commission on Social Determinants of Health places action to ensure fair health at the head and the heart of that movement. ..." WHO website: http://www.who.int/social_determinants/en/

Friday, September 28, 2007

ACC/AHA 2007 Guidelines on Perioperative Cardiovascular Evaluation and Care for Noncardiac Surgery: Executive Summary. A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (Writing Committee t

ACC/AHA 2007 Guidelines on Perioperative Cardiovascular Evaluation and Care for Noncardiac Surgery: Executive Summary. A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines

Lee A. Fleisher, MD, FACC, FAHA, Chair
It is important that the medical profession play a significant role in critically evaluating the use of diagnostic procedures and therapies as they are introduced and tested in the detection, management, or prevention of disease states. Rigorous and expert analysis of the available data documenting the absolute and relative benefits and risks of those procedures and therapies can produce helpful guidelines that improve the effectiveness of care, optimize patient outcomes, and favorably affect the overall cost of care by focusing resources on the most effective strategies.
The American College of Cardiology (ACC) Foundation and the American Heart Association (AHA) have jointly engaged in the production of such guidelines in the area of cardiovascular disease since 1980. The ACC/AHA Task Force on Practice Guidelines, whose charge is to develop, update, or revise practice guidelines for important cardiovascular diseases and procedures, directs this effort. Writing
committees are charged with the task of performing an assessment of the evidence and acting as an independent group of authors to develop, update, or revise written recommendations
for clinical practice.
Experts in the subject under consideration have been selected from both organizations to examine subject-specific data and write guidelines. The process includes additional representatives from other medical practitioner and specialty groups when appropriate. Writing committees are specifically
charged to perform a formal literature review, weigh the strength of evidence for or against a particular treatment or procedure, and include estimates of expected health outcomes where data exist. Patient-specific modifiers, comorbidities, and issues of patient preference that may influence the choice
of particular tests or therapies are considered, as well as frequency of follow-up and cost-effectiveness. When available, information from studies on cost will be considered; however, review of data on efficacy and clinical outcomes will constitute the primary basis for preparing recommendations in these guidelines./.../

Tuesday, September 25, 2007

Prevalence of Colorectal Neoplasm Among Patients With Newly Diagnosed Coronary Artery Disease, September 26, 2007, Chan et al. 298 (12): 1412

JAMA -- Abstract: Prevalence of Colorectal Neoplasm Among Patients With Newly Diagnosed Coronary Artery Disease, September 26, 2007, Chan et al. 298 (12): 1412: "Conclusions In this study population undergoing coronary angiography, the prevalence of colorectal neoplasm was greater in patients with CAD. The association between the presence of advanced colonic lesions and CAD was stronger in persons with the metabolic syndrome and a history of smoking. "

Desigualdades Sociais e Mortalidade CV precoce em Porto Alegre

ANOTAÇÕES PARA A APRESENTAÇÃO DE SLIDES
Autores: Sérgio Luiz Bassanesi, Maria Inês Reinert Azambuja e Aloyzio Achutti
#1-As desigualdades sociais e a mortalidade por DCV em Porto Alegre:
um estudo ecológico
Saúde e Doença não são completamente explicados por fatores colhidos apenas a nível individual, determinantes sociais, reveladas através de suas desigualdades, têm a ver também com Doenças Cardiovasculares e outras Doenças Não-Transmissíveis.
#2-“Muy Leal e Vallerosa”
Tenho a grata satisfação de lhes apresentar, também em nome de meus colegas que não puderam comparecer a este Congresso(Sérgio Luiz Bassanesi e Maria Inês Reinert Azambuja), os resultados obtidos a partir de um estudo cuidadosamente elaborado do ponto de vista metodológico, e que pode contribuir para uma política de saúde mais justa, acrescentando novos indicadores enquanto os tradicionais vão perdendo seu impacto.
#3-Introdução
O conceito de Transição Epidemiológica, é bem conhecido também pelos cardiologistas.
Em nosso meio é preciso considerar também a transição demográfica e a urbanização, resultando em esperado envelhecimento da população, melhora das determinantes da mortalidade infantil mesmo sem o desejado homogêno desenvolvimento humano, com a manutenção da desigualdade social e conseqüente esperada mudança no perfil de morbidade da população.
As DCV inicialmente relacionadas com classes sociais privilegiadas, quando a mortalidade infantil e por doenças infecciosas atingem níveis mais baixos, passam a ser um forte indicador de desigualdade e vulnerabilidade social.
Estas duas curvas – uma do Brasil e outra do Canadá - representam apenas uma das dimensões das condições sociais: a distribuição de renda, e claramente revelam a existência de duas nítidas sub-populações em nosso meio.
#4-1993 WB: Investing in Health
Há 20 anos já havíamos demonstrado em Porto Alegre as diferenças relacionadas com escolaridade nas prevalências dos fatores de risco. Em 1993 estes achados serviram para ilustrar o Relatório Mundial de Desenvolvimento.
Agora procuramos avaliar e medir as conseqüências cardiovasculares destes fatores de risco e de outros determinados pela condição social.
#5-Objetivos Específicos:
Objetivos buscados a partir da distribuição espacial (bairros) da população de Porto Alegre:
Indicadores sócio-econômicos
Mortalidade precoce por DCV
Relações entre ambos
Medida das desigualdades
#6-Estudo ecológico : Agregação por bairros - Porto Alegre Fontes: Censo IBGE 2000; SIM e SINASC 2000/2004; Base digital PMPA Variáveis independentes:
Sete variáveis sociais foram avaliadas e discriminadas em quatro categorias, bem como sua distribuição pelos bairros da cidade. Conforme graus decrescentes de desenvolvimento humano as tonalidades variam nesta representação de mais claras para mais escuras, permitindo antever, já pela simples inspeção, um padrão que parece se repetir, representado na imagem final de forma composta.
#7-Estudo ecológico
Estratos finais

As sete variáveis sociais apresentaram médias muito consistentes nos quatro estratos.
#8-Variáveis Dependentes: Mortalidade Precoce por DCV.
A mortalidade dos 45 aos 64 anos (portanto precoce), padronizada por idade para Doença Isquêmica, Para Doença Cerebro-vascular e para o conjunto de DCV foi examinada da mesma forma, mostrando seguir um padrão semelhante, já visível à simples inspeção.
#9-Taxas de mortalidade* por doenças cardiovasculares, doenças isquêmicas do coração e doenças cerebrovasculares por estratos socioeconômicos.
As variáveis dependentes também mostraram consistência nos 4 estratos
#10-Matriz de Diagramas de Dispersão e correlações
Foram utilizadas várias técnicas de análise estatística visando refinar e aumentar confiabilidade dos resultados do estudo.
#11-Coeficiente de mortalidade por doenças cardiovasculares dos 45 aos 64 anos de idade, Porto Alegre, 2000-2004
Este gráfico demonstra numericamente o que já se vislumbrava pela imagem geográfica.
As DCV como um todo, mostram uma distribuição completamente consistente com as categorias de desenvolvimento social.
#12-Índice Relativo de Desigualdade (IRD) para o Coeficiente de mortalidade por doenças cardiovasculares, dos 45 - 64 anos, Porto Alegre, 2000-2004
Para medir a Desigualdade nos coeficientes de mortalidade precoce (45-64 anos) por DCV, foi utilizado um índice relativo para cada bairro frente a variável socioeconômica, também levando em conta o tamanho de cada população, alcançando a cifra de 3.3.
#13-Mensuração das desigualdades na mortalidade precoce por doenças cardiovasculares, Porto Alegre, 2000-2004
Quando se analisam separadamente Doenças Cerebrovasculares e Doença Isquêmica do coração o mesmo comportamento persiste. Podendo alcançar níveis desigualdade de até quase cinco vezes menor nos bairros com melhores condições sociais.
#14-Resumo das Conclusões
RESUMINDO:
• Há grandes desigualdades socioeconômicas entre os bairros.
• Os bairros são espacialmente agregados segundo o nível de desenvolvimento socioeconômico
• A mortalidade precoce por doenças cardiovasculares predomina nos bairros com baixos níveis de desenvolvimento socioeconômico.

Esta noção de maior risco nos mais pobres contraria o senso comum de que doença do coração é coisa de rico.
Como mostramos, entre as populações de bairros mais pobres o risco de morrer precocemente por doenças cardio- e cerebrovasculares é três vezes maior do que nos bairros mais ricos. Como há grandes bolsões de pobreza nos grandes centros urbanos, e são os mais pobres urbanos que deverão contribuir com a maior parcela de envelhecimento populacional (é entre os mais pobres urbanos que se deu a maior redução da natalidade) pode-se esperar que a maior parte destas doenças ocorra progressivamente, nos mais pobres dos grandes centros urbanos.
#15-Desdobramentos possíveis
Os resultados deste estudo devem fazer pensar na existência de padrões semelhantes pelo país afora, exigindo divulgação e mobilização. Devem inspirar a organização da vigilância epidemiológica, valorizando doenças crônicas e, em especial as Cardiovasculares, justificam a reorientação dos investimentos em saúde para a programação de ações voltadas para atender esta clientela com serviços preventivos e paliativos nos próximos anos.
E também o desenvolvimento de uma linha de pesquisa voltada para a dimensão populacional e socioeconômica das Doenças Cardiovasculares, Neste sentido convido-os a assistirem nosso outro Tema Livre Oral sobre Custos associados às DCV mais severas em nosso país.
#16-OBRIGADO!
#17-CONCLUSÕES:
O estudo demonstra consistência no gradiente e tendência espacial e correlação dos indicadores sociais entre sí, bem como com os de mortalidade precoce por DCV.
Objetivo 1- Indicadores socioeconômicos
→ São fortemente correlacionados.
→ Os bairros com características semelhantes estão espacialmente agrupados.

Objetivo 2 - Mortalidade precoce por doenças cardiovasculares
→ São fortemente correlacionados.
→ Há uma tendência espacial comum às diversas causas de mortalidade precoce
por doenças cardiovasculares.

Objetivo 3 - Relações entre os fatores socioeconômicos e a mortalidade precoce por doenças cardiovasculares
→ Há forte correlação
→ A mortalidade é menor nos bairros com melhor nível socioeconômico e entre os extremos, há um gradiente linear e consistente.

Objetivo 4 - Mensuração das desigualdades
→ A mortalidade cardiovascular precoce é cerca de três vezes maior nos bairros
com baixos níveis de desenvolvimento humano do que nos com altos níveis.
#18-MÉTODOS - 1
• Estudo ecológico : Agregação por bairros oficiais ( 82 à 73)
• População : Porto Alegre - 1.358.384 habitantes Variáveis:
Variáveis independentes (Socioeconômicas)
Educação
Média de anos de estudo das pessoas responsáveis pelos domicílios
Renda
Proporção de domicílios cuja pessoa responsável tem renda mensal superior a 10 salários mínimos
Densidade
Proporção de domicílios com 6 ou mais moradores
Externas
Coeficiente de mortalidade por causas externas, ajustado por idade e sexo
Envelhecimento
Taxa de envelhecimento
Fecundidade
Taxa de fecundidade geral
Mortalidade infantil
Coeficiente de Mortalidade Infantil
Variáveis dependentes (Coeficientes de mortalidade p/100.000hab de 45-64 anos de idade)
Doenças Cardiovasculares
Coeficiente de mortalidade por Doenças Cardiovasculares na faixa dos 45 aos 64 anos de idade, ajustado por idade e sexo
Doenças Isquêmicas do Coração
Coeficiente de mortalidade por Doenças Isquêmicas do Coração dos 45 aos 64 anos de idade, ajustado por idade e sexo
Doenças Cerebrovasculares
Coeficiente de mortalidade por Doença Cerebrovascular na faixa dos 45 aos 64 anos de idade, ajustada por idade e sexo
#19-MÉTODOS-2
• Fontes:Censo IBGE 2000; SIM e SINASC 2000 – 2004; Base digital da PMPA
• Análises:
• Suavização Bayesiana Global
• Variáveis independentes
Descrição – Mapeamento
Processo de estratificação
Cluster - K-means
Componentes principais
Autocorrelação Global e Local de Moran
Descrição dos estratos
• Variáveis dependentes
Descrição
Autocorrelação Global do Moran
• Análise
Variáveis dependentes vs Estratos
Análise de Variância e teste Kruskal Wallis
Comparação múltipla de médias: LSD
Variáveis dependentes vs Independentes
Correlação de Pearson
Regressão linear
Regressão espacial (SAR e CAR)
• Mensuração de desigualdades
• Instrumentos: Excel, SPSS, Statistica, TabWin, SigEpi, Geoda, Brechas
• Aspectos éticos
#20-Regressão Linear Múltipla
#21-Avanço das Favelas na Capital
#22-Objetivo Geral

Verificar a relação entre fatores socioeconômicos e a distribuição da mortalidade precoce por doenças cardiovasculares nos bairros de Porto Alegre

Monday, September 24, 2007

Forum sobre Determinantes Sociais

Sobre a proposta da Dra. Gláucia M.M. Oliveira de abrir um Forum de discussão no Site da SBC, usando apresentações do 62 Congresso com acesso no site da Sociedade Brasileira de Diabetes.
De: Maria Inês Reinert Azambuja [mailto:miazambuja@terra.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 24 de setembro de 2007 09:
Re: Forum no site da SBC
Que boa notícia!

Ontem saiu matéria na Folha de São Paulo pessimista sobre a tendencia de queda da pobreza nos proximos anos, e um Editorial - Miséria cronica - que copio abaixo. O Editorial termina reconhecendo que sem saúde, educação, saneamento e infraestrutura, não há saída.
É pena que a Folha, como os políticos, pare no diagnóstico e não seja consequente com relação ao tratamento, Tem pregado o fim da CPMF - e não sua vinculação à saúde - e não se manifestou com relação à DRU - desvinculação de receitas da União - que permitiu ao governo reter 20% do orçamento da educação a cada ano nos últimos 5 anos ou mais, e será renovada na mesma medida provisória da CPMF (denúncia da Milu Vilela).
Acho importante que a discussão sobre a transição demográfica no Brasil - e do impacto economico da morbidade por doenças cronicas - ocorra levando em conta o contexto de pobreza (especialmente a pobreza urbana metropolitana) e desigualdade social.
Maria Inês

Editoriais FSP 23/9/2007
editoriais@uol.com.br
Miséria crônica
Redução de pobreza não se traduz sempre em queda na desigualdade, como comprova análise de dados sobre Nordeste
MISÉRIA não é simples de definir, menos ainda de quantificar. Organizações renomadas no estudo da questão, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), usam linhas de corte divergentes -respectivamente, R$ 125 e R$ 266,15 de renda domiciliar per capita mensal. Com base nos dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2006), ambas apontam redução da parcela de miseráveis na população do país: -14% (FGV) e -10,6% (Iets).Para a FGV, são 19,3% de brasileiros nessa condição limítrofe, ou 36,2 milhões de pessoas -a menor parcela desde 1992. Para o Iets, contam-se 26,9% (49 milhões de miseráveis). Nos dois casos, de um ano a outro quase 6 milhões de pessoas teriam deixado o contingente arbitrariamente definido, mas não há motivo para júbilo em verificar que um quinto ou um quarto do país ainda sobrevive com valores pífios.Tampouco há surpresa em verificar que o Nordeste é a parte mais afetada do Brasil, em que pese a importância do programa Bolsa Família por ali. Na região, 36,6% dos habitantes são miseráveis, segundo a FGV. Os Estados de Alagoas e Maranhão encabeçam o lamentável ranking, com mais de 44% de miseráveis. Figuram também entre os que menos diminuíram a taxa de miséria no período 2005-2006, respectivamente -11,3% e -9,7%.Há aí um paradoxo. O Maranhão foi o Estado com maior aumento na renda média, 33,7%, seguido por Alagoas, com 29,4%. O corolário é óbvio: o aporte de renda não foi apropriado prioritariamente pelos mais pobres. Ou seja, aumentou a desigualdade na região, como atestado pela clássica medida do índice de Gini, que subiu de 0,557 a 0,565 no Nordeste, enquanto caía na média do país (de 0,543 a 0,540).Não é trivial explicar a tendência quando se considera que a expansão do emprego também foi mais intensa no mercado de trabalho nordestino. Uma possibilidade está na baixa escolarização da mão-de-obra. Numa economia em crescimento, tendem a valorizar-se mais os salários dos trabalhadores com melhor qualificação.Se tal hipótese for comprovada, mais uma vez ficarão evidenciadas as limitações de programas como o Bolsa Família. Sem investimento paralelo em educação, saúde, saneamento e infra-estrutura, a porta de saída da miséria continuará fechada para legiões de brasileiros.

Sunday, September 23, 2007

World Heart Day 2007, September 30.


World Heart Day


Date: 30 September 2007 Place: Worldwide
Cardio-vascular diseases - including heart attacks and strokes - are the world’s largest killer, claiming 17.5 million lives a year. World Heart Day was established to create public awareness of risk factors for heart diseases and stroke and to promote prevention.
There are 155 million overweight and obese children globally. Parents can influence and help children in reducing major risk factors for heart diseases and stroke - such as controlling weight by healthy eating and doing regular physical activity. That is why this year’s World Heart Day focuses on the theme “Team Up for Healthy Hearts”.
In partnership with WHO, the World Heart Federation is organizing activities in more than 100 countries. The activities will include health checks, organized walks, runs and fitness sessions, public talks, stage shows, scientific forums, exhibitions, concerts, carnivals, and sports tournaments.
Related links- More about World Heart Day

Saturday, September 22, 2007

2364 - AMICOR10 - 22/09/2007

Caros AMICOR,
Lembramos que várias referências foram postadas desde a última mensagem, tanto no Blog http://amicor.blogspot.com/ como no http://amicor_preserve.blogspot.com/
Também Reginaldo H. Albuquerque colocou na página da Sociedade Brasileira de Diabetes duas das apresentações que fizemos durante o 62o. Congresso da SBC em São Paulo.
Referência a seguir.

http://www.diabetes.org.br/apresentacoes/index.php

Mitos e Evidências na Atividade Física e no Esporte


NCDR™

NCDR™
NCDR™ is the National Cardiovascular Data Registry, a confidential qualitymeasurement program for cardiac and vascular facilities.

Reducing salt intake in populations : report of a WHO forum and technical meeting, 5-7 October 2006, Paris,

1.Sodium chloride, Dietary - adverse effects. 2.Hypertension - prevention and control. 3.Iodine - deficiency.
4.Nutrition policy. 5.National health programs - organization and administration. I.World Health Organization.
II.WHO Technical Meeting on Reducing Salt Intake in Populations (2006 : Paris, France) III.Title. ISBN 978 92 4 159537 7 (NLM classification: QU 145)
©
The full WHO report is available for download at (490 KB):
http://www.who.int/dietphysicalactivity/Salt_Report_VC_april07.pdf
We invite all interested health professionals involved in CVD prevention and control, particularly in developing countries to contribute to the global effort to reduce population salt intake by becoming members of the World Action on Salt and Health (WASH), a global group established in 2005 with the mission to improve the health of populations throughout the world by achieving a gradual reduction in salt intake. WASH encourages multi-national food companies to reduce salt in their products and works with Governments in different countries highlighting the need for a population salt reduction strategy. The overall aim is to bring about a reduction in salt intake globally by reducing the amount of salt in processed foods as well as salt added to cooking, and at the table. So far WASH has 299 members from 70 countries.
You may visit the WASH website for more information:
http://www.worldactiononsalt.com/index.htm and e-mail Naomi Campbell, the WASH Project Coordinator to become members at: ncampbel@sgul.ac.uk.

Friday, September 21, 2007

Performance Measures on Cardiac Rehabilitation for Referral to and Delivery of Cardiac Rehabilitation/Secondary Prevention Services -- Thomas et al., 10.1161/CIRCULATIONAHA.107.185734 -- Circulation

AACVPR/ACC/AHA 2007 Performance Measures on Cardiac Rehabilitation for Referral to and Delivery of Cardiac Rehabilitation/Secondary Prevention Services -- Thomas et al., 10.1161/CIRCULATIONAHA.107.185734 -- Circulation

Over the past 4 decades, cardiac rehabilitation/secondary prevention (CR) services have become recognized as a significant component in the continuum of care for persons with cardiovascular disease (CVD). The role of CR services in the comprehensive secondary prevention of CVD events is well documented2–12 and has been promoted by various health care organizations and position statements. However, performance measures for CR services have not been published to date. /.../

Thursday, September 20, 2007

Risk Factors for Cardiovascular Disease in the Elderly in Latin America and the Caribbean

The Latin America and Caribbean (LAC) regions are undergoing a transition from infectious to chronic non-communicable disease, together with and linked to a rapid aging of the population. Although cardiovascular disease is a principal cause of ill-health and death, few data are available among the elderly.
Materials and methods
We evaluated people aged 60 and over, living in seven urban centers in LAC: Buenos Aires, Bridgetown, Havana, Mexico City, Montevideo, Santiago, and Sao Paulo, who participated in the ‘Salud, Bienestar, y Envejecimiento’ study (SABE), conducted in 1999 and 2000. We calculated the prevalence of self-reported cardiovascular disease (CVD), and examined its association with established risk factors, using odds ratios (ORs) and their population attributable risks (PARs).
Results
The overall prevalence of CVD was 20.3% (95% CI 18.9–21.6). Rates varied across the region: lowest in Mexico City (10.0%) and Bridgetown (11.1%), intermediate in Buenos Aires (19.6%), Sao Paulo (19.8%), Montevideo (23.8%) and Havana (24.1%), and highest in Santiago (32.2%). CVD prevalence increased by 11% with every additional five-years of age, and was higher in women than men (21.2% vs. 18.9%).
Factors related to higher CVD prevalence included hypertension (odds ratio = 2.67), diabetes (OR = 1.42), obesity (OR = 1.19), and smoking (OR = 1.31), while regular exercise (OR = 0.66), adequate nutrition (OR = 0.70), and regular alcohol consumption (OR = 0.79) were related to lower CVD prevalence (p = 0.01 for BMI, p = 0.02 for alcohol consumption, and p < 0.001 for all other risk factors). Collectively, these seven modifiable risk factors accounted for 69.7% of the PAR.
Discussion
Established and modifiable risk factors underpin CVD prevalence in LAC. Public health programmes, including reliable measures of their effectiveness are needed to reduce the burden of CVD in the region.

Friday, September 14, 2007

2363 - AMICOR10 -14/09/2007

Caríssimos AMICOR,
Conforme já foi postado ontem seguem abaixo os links para baixar as apresentações feitas durante o Congresso e que estão acessíveis durante uma semana através dos endereços abaixo.
Depois desta data é preciso encaminhar uma solicitação por e-mail.
Os arquivos se apresentam para serem baixados e é preciso autorizar para salvar ou abrir. No início se intromete uma propaganda de salvatela que nada tem a ver com o conteúdo. É só esperar um pouco até que venha solicitação de download.
O primeiro arquivo é o do trabalho premiado e que deverá ser publicado com mais detalhes nos ABC em breve. O outro deverá ser publicado nos ABC com mais detalhes metodológicos provavelmente no próximo número.
Outros conteúdos publicados podem ser acompanhados diretamente através dos endereços: http://amicor.blogspot.com/ e http://amicor_preserve.blogspot.com/


http://senduit.com/3da97c
POA-DCV final.ppt

http://senduit.com/043f77Custos DCV-BR MUF MIA AA.ppt

Thursday, September 13, 2007

Apresentações 62.Congresso da SBC

Caríssimos AMICOR,
Duas das apresentações do 62 Congresso da SBC realizado em SP estão acessíveis durante uma semana através dos endereços abaixo.
Depois desta data é preciso encaminhar uma solicitação por e-mail.
Os arquivos se apresentam para serem baixado e é preciso autorizar para salvar ou abrir. No início se apresenta uma propaganda de salvatela que nada tem a ver com o conteúdo. É só esperar um pouco até que venha solicitação de download.
O primeiro arquivo é o do trabalho premiado e que deverá ser publicado com mais detalhes nos ABC em breve. O outro deverá ser publicado nos ABC com mais detalhes metodológicos provavelmente no próximo número.

http://senduit.com/3da97c
POA-DCV final.ppt

http://senduit.com/043f77
Custos DCV-BR MUF MIA AA.ppt

Um abraço
AA

O Coração e o CEP


O coração e o CEP
ALOYZIO ACHUTTI/ Médico

(Artigo publicado na ZH de hoje sobre o trabalho premiado no 62o. Congresso da SBC)
Passeando pelos 73 bairros de nossa "Mui Leal e Valerosa" cidade, dá para ver facilmente a desigualdade das condições de vida de nossos conterrâneos, mas muita gente não sabe que na medida em que os moradores se afastam das condições mais adequadas de vida humana, tanto maior o risco de morrer precocemente também do coração. Poder-se-ia dizer que o Código de Endereçamento Postal (CEP), designando o bairro, permite predizer o risco das pessoas que lá moram como sendo até três ou mais vezes superior de morrer de infarto ou acidente vascular cerebral, quando comparados com outros moradores de bairros privilegiados.

Um trabalho com esses dados, entre 960 outros apresentados em São Paulo, durante o 62º Congresso da Sociedade Brasileira de Cardiologia, recebeu o prêmio como o melhor tema da área de epidemiologia e clínica.

A prefeitura tem trabalhado buscando, através de técnicas de geoprocessamento, caracterizar sob vários aspectos nossa população. Pela primeira vez, entretanto, com todo o rigorismo científico, em co-autoria com dois professores da UFRGS - doutor Sérgio Luiz Bassanesi e doutora Maria Inês Reinert Azambuja - , demonstramos o quanto a desigualdade social compromete a saúde, manifestando-se também através de doenças cardiovasculares. É preciso, de uma vez por todas, corrigir a falsa idéia de que as cardiopatias sejam "privilégio" dos mais afortunados.

Sete variáveis foram utilizadas para caracterizar níveis de desenvolvimento humano (educação, renda, violência, mortalidade infantil, envelhecimento, fecundidade e habitação), criando-se quatro categorias nas quais cada bairro, por semelhança, foi sendo agregado. Ordenando também os óbitos registrados dos 45 aos 64 anos por doenças circulatórias, entre 2000 e 2004, e sua freqüência proporcional à respectiva população por bairro, desenha-se um mapa com categorias superponíveis àquelas quatro das desigualdades sociais.

O risco relativo médio de morrer mais cedo aumenta consistentemente quando se passa de um estrato para outro (1,0-1,62-2,17 e 2,63), provando uma vez mais que pobre desenvolvimento humano faz mal para a saúde e que, além de prover por melhor assistência aos já comprometidos, é preciso investir preferencialmente em educação, moradia, renda e tudo o mais que possa reduzir a desigualdade social em nosso meio.

Demonstramos também em outro estudo apresentado no mesmo congresso que, com a assistência somente para aqueles cardiopatas mais graves, com indicação de tratamento hospitalar em 2004 em todo o Brasil, gastaram-se perto de R$ 10 bilhões, e quase duas vezes mais alcançou a estimativa dos custos indiretos por mortalidade precoce e perda de produtividade.

A solução não está em mudar de bairro, mas de entender o que ficou mais uma vez demonstrado: que inversões em saúde e qualidade de vida não deveriam ser consideradas como despesa, mas como investimento que vai refletir na produtividade, na expressão da capacidade criativa, no desenvolvimento e na paz social.

Tetralogy of Fallot in a 78-Year-Old Man

A 78-year-old man was admitted to our hospital after an episode of unexplained syncope. A systolic murmur had previously been detected, and there was a history of cyanosis in his youth, which had prevented him from participation in competitive sports. His daughter had undergone surgery for tetralogy of Fallot at the age of 15 years. However, the patient had not undergone formal cardiologic evaluation until this admission. His medical history included hypertension, gout, psoriasis, and suspected pulmonary tuberculosis. He had been able to lead an active life, and he reported having had no other cardiac symptoms. His exercise tolerance was acceptable for his age.

On admission, clinical examination revealed that the patient had a plethoric complexion. There was no cyanosis, but clubbing of the fingers was evident. His pulse was 71 beats per minute and regular, and his blood pressure was 135/71 mm Hg; his oxygen saturation was 98% while he was breathing ambient air. On auscultation, there was a pansystolic murmur audible throughout the precordium. A prominent parasternal heave was detectable. There were no signs of congestive cardiac failure.

Electrocardiography showed sinus rhythm, right bundle-branch block, and right ventricular hypertrophy with secondary ST–T wave abnormalities. During ambulatory monitoring, the only arrhythmia was one three-beat episode of atrial fibrillation. The hemoglobin level was 17.5 g per deciliter, and the hematocrit was 54%. His electrolytes, renal function, and arterial-blood gases were normal. Chest radiography showed an enlarged cardiac silhouette, dilated pulmonary arteries, and a left-sided aortic arch. Cardiac magnetic resonance imaging was consistent with a diagnosis of balanced, uncorrected tetralogy of Fallot (Figure 1). There was no patent ductus arteriosus; however, both pulmonary arteries were dilated.

Air Pollution, Exercise, and Cardiovascular Risk

NEJM -- Air Pollution, Exercise, and Cardiovascular Risk: "There is mounting evidence that exposure to higher levels of air pollution is associated with adverse cardiovascular consequences. A recent scientific statement from the American Heart Association concluded that transient changes in air pollution are associated with a short-term increased risk of cardiovascular disease and death.1 There is also convincing evidence for an association between air pollution and myocardial ischemia and infarction, ventricular arrhythmia, heart failure exacerbation, and stroke.1,2,3,4,5 Mechanisms that have been proposed as possible explanations for these associations include direct effects from agents that cross the pulmonary epithelium into the circulation, including gases and the soluble constituents of . . . [Full Text of this Article] Source Information From the Cardiovascular Epidemiology Research Unit, Beth Israel Deaconess Medical Center, Boston. This article has been cited by other articles: (2007). Diesel Exhaust and Cardiovascular Events. Journal Watch Cardiology 2007: 1-1 [Full Text] "

Air Pollution & Averse CV Events

ABSTRACT
Background Exposure to air pollution from traffic is associated with adverse cardiovascular events. The mechanisms for this association are unknown. We conducted a controlled exposure to dilute diesel exhaust in patients with stable coronary heart disease to determine the direct effect of air pollution on myocardial, vascular, and fibrinolytic function.
Methods In a double-blind, randomized, crossover study, 20 men with prior myocardial infarction were exposed, in two separate sessions, to dilute diesel exhaust (300 µg per cubic meter) or filtered air for 1 hour during periods of rest and moderate exercise in a controlled-exposure facility. During the exposure, myocardial ischemia was quantified by ST-segment analysis using continuous 12-lead electrocardiography. Six hours after exposure, vasomotor and fibrinolytic function were assessed by means of intraarterial agonist infusions.
Results During both exposure sessions, the heart rate increased with exercise (P<0.001); p="0.67)." p="0.009;" href="http://content.nejm.org/cgi/external_ref?access_num=NCT00437138&link_type=CLINTRIALGOV">[ClinicalTrials.gov]. )

Monday, September 03, 2007

2362 - AMICOR10 - 03/09/2007

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Vascular Imaging With Computed Tomography and Magnetic Resonance
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Vascular Imaging With Computed Tomography and Magnetic Resonance
Preamble The granting of clinical staff privileges to physicians is a primary mechanism used by institutions to uphold the quality of care. The Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations requires that the granting of continuing medical staff privileges be based on assessments of applicants against professional criteria specified in the medical staff bylaws. Physicians themselves are thus charged with identifying the criteria that constitute professional competence and with evaluating their peers accordingly. Yet, the process of evaluating physicians’ knowledge and competence is often constrained by the evaluator’s own knowledge and ability to elicit the appropriate information, problems compounded by the growing number of highly specialized procedures for which privileges are requested. The American College of Cardiology Foundation (ACCF)/American Heart Association (AHA)/American College of Physicians (ACP) Task Force on Clinical Competence and Training was formed in 1998 to develop recommendationsfor attaining and maintaining the cognitive and technical skills necessary for the competent performance of a specific cardiovascular service, procedure, or technology. These documents are evidence-based, and where evidence is not available, expert opinion is utilized to formulate recommendations. Indications and contraindications for specific servicesor procedures are not included in the scope of these documents. Recommendations are intended to assist those who must judge the competence of cardiovascular health care providers entering practice for the first time and/or those who are in practice and are undergoing periodic review of their practice expertise. The assessment of competence is complex and multidimensional; therefore, isolated recommendations contained herein may not ecessarily be sufficient or appropriate for judging overall competence. The current document addresses competence in vascular imaging for computed tomography (CT) and magnetic resonance (MR) and is authored by representatives of the ACCF, the AHA, the Society of Atherosclerosis Imaging and Prevention (SAIP), the Society for Cardiovascular Angiography and Interventions (SCAI), the Society of Cardiovascular Computed Tomography (SCCT), the Society for Cardiovascular Magnetic Resonance (SCMR), and the Society for Vascular Medicine and Biology (SVMB).
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2361 - AMICOR10 - 26/08/2007

Sunday, September 02, 2007

Vascular Imaging With Computed Tomography and Magnetic Resonance

Preamble
The granting of clinical staff privileges to physicians is a primary mechanism used by institutions to uphold the quality of care. The Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations requires that the granting of continuing medical staff privileges be based on assessments of applicants against professional criteria specified in the medical staff bylaws.
Physicians themselves are thus charged with identifying the criteria that constitute professional competence and with evaluating their peers accordingly. Yet, the process of evaluating physicians’ knowledge and competence is often constrained
by the evaluator’s own knowledge and ability to elicit the appropriate information, problems compounded by the growing number of highly specialized procedures for
which privileges are requested.
The American College of Cardiology Foundation (ACCF)/American Heart Association (AHA)/American College of Physicians (ACP) Task Force on Clinical Competence and
Training was formed in 1998 to develop recommendationsfor attaining and maintaining the cognitive and technical skills necessary for the competent performance of a specific cardiovascular service, procedure, or technology. These documents are evidence-based, and where evidence is not available, expert opinion is utilized to formulate recommendations.
Indications and contraindications for specific servicesor procedures are not included in the scope of these documents. Recommendations are intended to assist those who must judge the competence of cardiovascular health care providers entering practice for the first time and/or those who are in practice and are undergoing periodic review of their practice expertise. The assessment of competence is complex
and multidimensional; therefore, isolated recommendations contained herein may not ecessarily be sufficient or appropriate for judging overall competence. The current document addresses competence in vascular imaging for computed tomography (CT) and magnetic resonance (MR) and is authored by representatives of the ACCF, the AHA, the
Society of Atherosclerosis Imaging and Prevention (SAIP), the Society for Cardiovascular Angiography and Interventions (SCAI), the Society of Cardiovascular Computed Tomography (SCCT), the Society for Cardiovascular Magnetic Resonance (SCMR), and the Society for Vascular Medicine and Biology (SVMB).