Tuesday, September 30, 2008

Penicillin bug genome unravelled

Penicillin bug genome unravelled

Penicillium chrysogenum
Penicillium chrysogenum is used in the commercial production of antibiotics

Dutch researchers have decoded the DNA sequence of the fungus which produces penicillin.

It is hoped that uncovering the genome of Penicillium chrysogenum will boost the development of new antibiotics to overcome problems of resistance.

The findings come just in time for the 80th anniversary of the discovery of penicillin by Sir Alexander Fleming.

Full details of the 13,500-gene sequence will be published in Nature Biotechnology in October./.../

Ambientes de Trabalho Livres de Fumo


Ambientes de Trabalho Livres de Fumo

Manual para tornar sua empresa mais segura e saudável

Este documento traduzido pela ACT é um projeto da Global Smokefree Partnership(Parceria Global para Ambientes Livres do Fumo), uma iniciativa formada em 2005 para promover a política de ambiente livre de fumo em todo o mundo. Os parceiros incluem mais de 500 organizações e indivíduos, em mais de 60 países, e é administrada pela American Cancer Society e pela Framework Convention Alliance. O manual aborda as principais estratégias para tornar um ambiente de trabalho livre de fumo e como implementá-las, monitorá-las e avaliá-las, além de trazer casos de sucesso de empresas que aderiram a política de ambiente livre de fumo.

Clique aqui e baixe o arquivo na íntegra

Relatório Desenvolvimento BR 2009

Ajude a ONU a escolher o tema do próximo relatório sobre desenvolvimento no Brasil
Processo de consulta sobre o assunto a ser abordado pelo PNUD envolve sondagens on-line, audiências e contato com especialistas

Crédito: Prefeitura de Belo Horizonte/Divulgação
Responda à enquete
Quais são os maiores desafios do Brasil?
Consulta aos pesquisadores
Professores e pesquisadores de pós-graduação podem participar por meio da Consulta acadêmica
da PrimaPagina

O PNUD vai fazer audiências públicas, parcerias com empresas e instituições sociais, consultas com professores de pós-graduação, jornalistas, órgãos públicos e internautas para definir o tema do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano sobre o Brasil, a ser publicado no ano que vem.

site do PNUD criou uma página específica para a participação dos internautas. Basta responder a duas perguntas (“Na sua opinião, qual será o principal problema do Brasil daqui a dez anos”? e "Qual deve ser o tema do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano? Por quê?") e clicar em "enviar respostas". O resultado da enquete será divulgado em 30 de novembro. Também na internet, uma consulta semelhante será feita no Portal do Voluntário, que reúne uma rede de 53 mil pessoas.

"Os relatórios de desenvolvimento humano do PNUD sempre tiveram a preocupação de não se restringir à informação acadêmica, de atingir um público maior. Agora, estamos partindo do próprio público", resume o coordenador do relatório brasileiro, Flavio Comim.

Sunday, September 28, 2008

Determinantes Sociais da Saúde

AS CAUSAS SOCIAIS DAS INIQÜIDADES EM SAÚDE NO BRASIL

Relatório Final da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde

(CNDSS) Abril 2008 

PDF file [216p.] http://www.cndss.fiocruz.br/pdf/home/relatorio.pdf 

O relatório da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde (CNDSS) possui três objetivos:

·         traçar um panorama geral da situação de saúde do país, com ênfase em dados, informações e conhecimentos sobre as iniqüidades em saúde geradas pelos determinantes sociais;

·         propor políticas, programas e intervenções relacionadas aos DSS a partir da avaliação das políticas e intervenções atualmente em curso e das experiências registradas na literatura nacional e internacional;

·         descrever as atividades desenvolvidas pela Comissão para cumprir com seus objetivos

 

“.....se incluem dois tipos de recomendações. Um primeiro deriva da análise de políticas e programas existentes na esfera federal e que incidem sobre os DSS. Apresenta-se uma análise de conjunto dessas políticas e programas, buscando identificar superposições, paralelismos ou contradições, com as correspondentes recomendações para superação dos problemas encontrados, visando uma ação intersetorial mais integrada. 

Um segundo grupo de recomendações se refere à institucionalização de determinados processos que são fundamentais para a atuação sustentável sobre os DSS e cujo desenvolvimento deve gerar políticas e programas específicos. Incluem-se recomendações para a institucionalização da ação intersetorial visando a melhoria da qualidade de vida e saúde, da participação social e empoderamento de grupos populacionais mais vulneráveis e da produção sistemática de informações e conhecimentos sobre as relações entre Determinantes Sociais da Saúde DSS e a saúde e sobre avaliação de intervenções....”  

“....As causas sociais das iniquidades em saúde no Brasil" foi oficialmente entregue ao Sr. Presidente da República no dia 1o. de Agosto de 2008..”

Saturday, September 27, 2008

Agência Nacional de Saúde Complementar

Notícias

Caderno de Informação da Saúde Suplementar 
25/09/2008

O Caderno de Informação da Saúde Suplementar - edição de setembro - já está disponível para download. A publicação reúne diversos números do setor, divididos por operadoras, beneficiários, operadoras, planos de saúde e utilização dos serviços. Na edição desse trimestre o artigo da sessão Em Pauta apresenta um perfil dos beneficiários de planos individuais/familiares e coletivos.

Consulte o Caderno de Informação da Saúde Suplementar - edição setembro de 2008 

UM ANO DE VIDA A CADA QUILÔMETRO...

UM ANO DE VIDA A CADA QUILÔMETRO...

(Artigo que enviei para ZH, ainda não publicado)

Em Porto Alegre, a cada quilômetro que se caminha em direção à periferia, do centro onde melhor se vive, perde-se um ano de esperança de vida. Esta expressão foi usada pelo Dr. Sérgio Luiz Bassanesi durante nossa apresentação no Congresso Mundial de Epidemiologia, encerrado há poucos dias em nossa cidade. O sentido é figurado, mas a medida é muito real e verdadeira. Os meninos que nascem hoje em bairros privilegiados podem esperar viver em média até 77,8 anos, e as meninas 83,6. No extremo da periferia a esperança não passa de 56,5 para eles e 66,1 para elas.

No ano passado escrevemos nesta mesma coluna um artigo com o título “O CEP e o Coração” no qual comentávamos os resultados de um estudo semelhante realizado juntamente com Dra. Maria Inês Reinert Azambuja, onde se examinava a distribuição da mortalidade precoce por doenças do coração pelos 72 bairros da Capital, o que permitiria predizer, pelo Código de Endereçamento Postal, o risco de morrer mais cedo por doenças do aparelho circulatório. Pois com o mesmo modelo, com o mesmo grupo de pesquisadores, analisamos agora independentemente de qual a causa de morte, qual a esperança de vida que cada um pode ter.

Foi estimada também a esperança daqueles que já chegaram aos 60 anos. Em média todos podem esperar viver mais vinte: 17,2 para eles a 22,2 para elas. Olhando de novo para os extremos: a variação entre os homens vai dos 22,5 até 10,9; e entre as mulheres de 27,1 para 14,5.

A diferença percentual de perda fica de 12% entre os que estão nascendo, até 25% entre aqueles que conseguiram ficar velhos, carregando sua experiência de vida - melhor ou pior.

Apesar da má notícia da desigualdade com a qual convivemos em nossa cidade, a notícia de nossos resultados é uma boa notícia porque, em média, já podemos esperar viver um pouco mais do que os 75 anos recentemente anunciados pelo IBGE para nosso Estado.

Com estes dados em mão, podemos dizer que em nossa cidade existem bairros nos quais as pessoas têm menos esperança de viver do que no Estado de Alagoas, com os índices mais baixos do país; convivendo com gente que tem expectativa de vida semelhante aos da Suécia. Comparando com séries temporais pode-se também dizer que deixamos uma geração para trás, já que tem gente nascendo com esperança de vida igual a que se tinha no Rio Grande do Sul na década de quarenta. Para os mais velhos, entretanto, não fizemos grande progresso, todos que chegavam aos sessenta, já podiam esperar mais vinte, naquela época.

O que determina tais diferenças? Segundo Sir Michael Marmot, pesquisador inglês que citou nosso trabalho no Congresso, é principalmente o poder de controlar sua própria vida e ter esperança no futuro, o que melhor define a esperança de viver.

Nota final: esta não é uma mensagem somente para nossos candidatos a prefeito e vereadores, mas também, e principalmente, para seus eleitores...

World Heart Day: September 28



Principles for Healthcare Reform

The American Heart Association's 2008 Statement of Principles for Healthcare Reform

Raymond J. Gibbons MD,

Management of Patients With Valvular Heart Disease:

2008 Focused Update Incorporated Into the ACC/AHA 2006 Guidelines for the Management of Patients With Valvular Heart Disease: A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (Writing Committee to Revise the 1998 Guidelines for the Management of Patients With Valvular Heart Disease)

Robert O. Bonow MD

Friday, September 26, 2008

Evidence Portal

About the Portal

Evidence-based medicine

Evidence-based medicine (EBM) aims to apply evidence gained from the scientific method to certain parts of medical practice. It seeks to assess the quality of evidence[1] relevant to the risks and benefits of treatments (including lack of treatment). According to the Centre for Evidence-Based Medicine, "Evidence-based medicine is the conscientious, explicit and judicious use of current best evidence in making decisions about the care of individual patients."[2]

EBM recognizes that many aspects of medical care depend on individual factors such as quality and value-of-life judgments, which are only partially subject to scientific methods. EBM, however, seeks to clarify those parts of medical practice that are in principle subject to scientific methods and to apply these methods to ensure the best prediction of outcomes in medical treatment, even as debate about which outcomes are desirable continues.

Costs in Patients at Risk for Atherothrombosis US

One-Year Costs in Patients With a History of or at Risk for Atherothrombosis in the United States

Elizabeth M. Mahoney, et al.

From the From Saint Luke’s Mid America Heart Institute (E.M.M., K.W., D.J.C.), Kansas City, Mo; Division of Epidemiology and Community Health, University of Minnesota School of Public Health, and Minneapolis Heart Institute Foundation (A.T.H.), Minneapolis, Minn; Northwestern University Medical School (M.J.A.), Chicago, Ill; University of Michigan Medical School (K.E.), Ann Arbor, Mich; Sanofi-Aventis (F.M.), Paris, France; Bristol-Myers Squibb (J.D.J.), Princeton, NJ; AP-HP Hôpital Bichat-Claude Bernard (P.G.S.), Paris, France; and VA Boston Healthcare System and Brigham and Women’s Hospital (D.L.B.), Boston, Mass.

Correspondence: Correspondence to Elizabeth M. Mahoney, ScD, Director, Health Economics and Technology Assessment, Mid America Heart Institute of Saint Luke’s Hospital, 4401 Wornall Rd, Kansas City, MO 64111. E-mail emahoney1@saint-lukes.org

Received June 30, 2008; accepted July 10, 2008.

Background— Atherothrombosis is the underlying cause of cardiovascular, cerebrovascular, and peripheral arterial disease and is the leading cause of death in the industrialized world. The objectives of the present study are (1) to examine the annual costs associated with vascular events and interventions that require hospitalization, as well as long-term medication use for the management of associated risk factors, in a US population of outpatients with multiple atherothrombotic risk factors or a history of symptomatic disease and (2) to compare costs across patient subgroups defined according to specific arterial bed(s) affected and the number of affected arterial beds.

Methods and Results— The international REduction of Atherothrombosis for Continued Health (REACH) Registry enrolled outpatients ≥45 years of age who had established coronary artery, cerebrovascular, or peripheral artery disease or ≥3 atherothrombotic risk factors. Data on risk factors, associated medications, and vascular hospitalizations and interventions were collected. Of the total 68 236-patient REACH cohort, 25 763 were enrolled from US sites. Complete 1-year data were available for 23 974 (93%) of the US patients. Annualized medication costs ranged from $2401 to $3481. Mean annual hospitalization costs per patient were $1344, $2864, $4824, and $8155 for patients with 0 (n=6145), 1 (n=14 353), 2 (n=3106), and 3 (n=370) affected arterial beds at baseline (P<0.0001> with 1 affected arterial bed, mean hospitalization costs were $2999, $2010, and $3911 for patients with coronary artery disease (n=11 063), cerebrovascular disease (n=2613), and peripheral arterial disease (n=677), respectively. Annualized medication costs ranged from $2401 to $3481.

Conclusions— These results reveal the high economic burden of atherothrombosis-related clinical events and procedures and the especially high economic burden associated with polyvascular disease.

Cost-Effectiveness of Percutaneous Coronary Intervention

By: William S. Weintraub, MD, et al

Background— The COURAGE (Clinical Outcomes Utilizing Revascularization and Aggressive druG Evaluations) trial compared the effect of percutaneous coronary intervention (PCI) plus optimal medical therapy with optimal medical therapy alone on cardiovascular events in 2287 patients with stable coronary disease. After 4.6 years, there was no difference in the primary end point of death or myocardial infarction, although PCI improved quality of life. The present study evaluated the relative cost and cost-effectiveness of PCI in the COURAGE trial.

Methods and Results— Resource use was assessed by diagnosis-related group for hospitalizations and by current procedural terminology code for outpatient visits and tests and then converted to costs by use of 2004 Medicare payments. Medication costs were assessed with the Red Book average wholesale price. Life expectancy beyond the trial was estimated from Framingham survival data. Utilities were assessed by the standard gamble method. The incremental cost-effectiveness ratio was expressed as cost per life-year and cost per quality-adjusted life-year gained. The added cost of PCI was approximately $10 000, without significant gain in life-years or quality-adjusted life-years. The incremental cost-effectiveness ratio varied from just over $168 000 to just under $300 000 per life-year or quality-adjusted life-year gained with PCI. A large minority of the distributions found that medical therapy alone offered better outcome at lower cost. The costs per patient for a significant improvement in angina frequency, physical limitation, and quality of life were $154 580, $112 876, and $124 233, respectively.

Conclusions— The COURAGE trial did not find the addition of PCI to optimal medical therapy to be a cost-effective initial management strategy for symptomatic, chronic coronary artery disease.

Hollywood & Tobacco Money

Hollywood's Golden Era Permeated by Tobacco Money

Download Complimentary Source PDF
By Crystal Phend, Staff Writer, MedPage Today
Published: September 25, 2008
Reviewed by Zalman S. Agus, MD; Emeritus Professor 
University of Pennsylvania School of Medicine.


SAN FRANCISCO, Sept. 25 -- Behind the glamorous classic-film images of movie stars with cigarette in hand or dangling between the lips were advertising agreements worth millions in today's dollars, researchers found.
Action Points  
  • Explain to interested patients that the study found links between the tobacco industry and Hollywood as far back as the first talking movies. 

  • Note that smoking and tobacco product placements are allowed in movies whereas tobacco advertisements were banned from television in the 1970s.

These deals between tobacco companies and the studios that had the stars under contract continue to influence smoking in movies, reported Stanton Glantz, Ph.D., of the University of California San Francisco, and colleagues online in Tobacco Control.

The mutually beneficial, cross-promotion arrangements revealed in the researchers' review of archived marketing and tobacco company documents from the 1920s through the '50s left a trail of cigarettes in publicity photos and classic films, they said.

Heroes of the Environment



By BRYAN WALSH (from TIME in partnership with CNN)

Why not despair? For those who care about the environment, the future can seem dark and doomed. The drumbeat of scientific alarm over climate change intensifies, while greenhouse-gas emissions only accelerate. In our growing billions we overrun the earth, competing for resources and space, elbowing out animals and plants. The basic element that makes modern life livable — energy — is threatening to make our planet unlivable. We want to help, but the scale of the challenge leaves many of us feeling powerless.
Why not despair? Because solutions do exist — and there are those who are leading us to them. Some are activists like Brazil's Marina Silva, the godmother of the rain forest, and some are scientists like Germany's Joachim Luther, the godfather of solar power. Some are celebrities like Arnold Schwarzenegger, the green Governor of California, and some are obscure like Mohammed Dilawar, the conservationist who guards against the fall of the sparrow. Some are financiers, like John Doerr, the billionaire venture capitalist now funding green projects, and some are holy men like Balbir Singh Seechewal, the Sikh who cleans the corrupted rivers of India. What they have in common is the passion and resourcefulness to confront the threats facing the earth.
Why not despair? Because what these men and women are is as important as what they do. They cannot solve climate change alone or save endangered species single-handedly. But by their example, by their willingness to dedicate themselves to what too many still dismiss as a hopeless cause, these heroes of the environment provide light in the darkness. They are living proof that despair is not the only option, that hope remains a choice. They remind us that in the face of human creativity and will, no challenge is too great, and no battle is unwinnable — if only we'll fight.

Thursday, September 25, 2008

Esperança de Vida conforme bairros de Porto Alegre (2004)















































Durante minha apresentação "Investindo em Saúde em Porto Alegre" no Congresso Mundial de Epidemiologia (EPI2008) Dr. Sérgio Luiz Bassanesi apresentou dados sobre a distribuição da esperança de vida ao nascer e aos 60 anos para os Bairros de Porto Alegre e sua correlação com índices de Desenvolvimento Humano. Trata-se de um passo a mais a partir do estudo sobre
"Premature Mortality due to Cardiovascular Disease and Social Inequalities in Porto Alegre: from Evidence to Action. :. Sérgio Luiz Bassanesi, Maria Inês Azambuja, Aloyzio Achutti,
publicado no número de junho dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, juntamente com Dra. Maria Inês Reinert Azambuja e que foi premiado no Congresso Nacional da SBC em São Paulo em 2007.
Esta nova faceta vem reforçar a importância da determinação social de saúde/doença, agora numa perspectiva mais ampla, não restrita a uma causa específica.
As figuras mostram uma perda de dez anos entre os homens e oito entre as mulheres ao nascer, dependendo das condições sociais do bairro onde vive a família. Aos 60 anos a perda é de cerca de cinco anos para ambos os sexos. Isto representa 12% de vida entre os extremos ao nascer e 25% da esperança para os que chegaram aos 60 anos.

Storm over Statins

(recommended by Mario Maranhao)
Storm over Statins — The Controversy Surrounding Pharmacologic Treatment of Children
Sarah de Ferranti, M.D., M.P.H., and David S. Ludwig, M.D., Ph.D.
In July of this year, the American Academy of Pediatrics (AAP) released revised recommendations
for the management of hypercholesterolemia in children.  Within days after publication, the new policy statement had elicited a firestorm of controversy — including hundreds of print and broadcast news stories, editorials in the New York Times and the Boston Globe, and thousands of Internet postings — that took many members of the pediatrics community by surprise. The AAP and the National Cholesterol Education Program have advocated targeted screening and pharmacologic treatment for nearly two decades. What sparked this sudden flurry of media attention?

Síntese de Indicadores Sociais - 2008

Educação melhora, mas ainda apresenta desafios

A Síntese dos Indicadores Sociais 2008- Uma Análise das Condições de Vida da População Brasileira - mostra que, entre 1997 e 2007, caiu de 31,6% para 23,5%, o percentual de famílias com rendimento familiar per capita de até ½ salário mínimo. No Nordeste, essa queda foi de 53,9% para 43,1%. A Síntese verificou o fenômeno social Dinc (Double Income and No Children), ou seja casais sem filhos onde ambos possuem renda, representava, em 2007, 3,4% dos domicílios (1,9 milhão de casais), enquanto em 1997 eram menos de 1 milhão. Outra tendência observada foram 6,7 milhões de pessoas morando sozinhas, das quais 40,8% eram idosas. A Síntese revelou que, nesses dez anos, subiu de 53,6% para 57,1% o percentual de mulheres entre os universitários. 

A taxa de analfabetismo das pessoas com mais de 15 anos caiu de 14,7% para 10%, no entanto, persistia um número elevado de pessoas que não sabiam ler ou escrever: 14,1 milhões de analfabetos, dos quais 9 milhões eram pretos e pardos e mais da metade residia no Nordeste. Melhorou, nesse período, o percentual de estudantes que cursavam nível médio na idade adeqüada (15 a 17 anos), passando de 26,6% para 44,5%. Por outro lado, nesses dez anos aumentou a desigualdade de acesso de brancos e pretos e pardos ao nível superior. Em 1997, 9,6% dos brancos e 2,2% dos pretos e pardos, de 25 anos ou mais de idade, tinham nível superior completo no país; em 2007, esses percentuais eram de 13,4% e 4,0%, respectivamente. As conseqüências das desigualdades educacionais se refletem nos rendimentos médios dos pretos e pardos, que se apresentam cerca de 50% menores que os dos brancos./.../

Saturday, September 20, 2008

a strategy of enquiry for public-health ethics

Ted Schrecker
Abstract:
 Most scarcities that underpin health disparities within and among countries are not natural; rather, they result from policy choices and the operation of social institutions. Using examples from the United States of America: the Chicago heat wave and hurricane Katrina, this paper develops “denaturalizing scarcity” as a strategy for enquiry to inform public-health ethics in an
interconnected world. It first describes some of the resource scarcities that are of greatest concern from a public-health perspective, and then outlines two (not mutually exclusive) lines of ethical reasoning that demonstrate their importance. One of these involves the multiple relationships that link rich and poor across national borders in today’s interconnected world. The paper then briefly describes ways in which globalization and the associated institutions are linked to health-threatening scarcities. The paper concludes that denaturalizing scarcity represents a valuable alternative to mainstream health ethics, directing our attention instead to why some settings are “resource poor” and others are not.
Bulletin of the World Health Organization 2008;86:600–605./.../

BR: Middle class increasing

Half the nation, a hundred million citizens strong

Sep 11th 2008 | SÃO PAULO
From The Economist print edition

What the middle class plans to do with its money—and its votes


Reuters

EVER since it was first spotted amid the factory smoke of western Europe’s industrialising nations, the middle class has borne the hopes for progress of politicians, economists and shopkeepers alike. It remains hard to define, and attempts to do so often seem arbitrary. But in Brazil, the middle class describes those with a job in the formal economy, access to credit and ownership of a car or motorbike. According to the Fundação Getulio Vargas (FGV), a research institute, this means households with a monthly income ranging from 1,064 reais ($600) to 4,561 reais. Since 2002, according to FGV, the proportion of the population that fits this description has increased from 44% to 52%. Brazil, previously notorious for its extremes, is now a middle-class country.

This social climbing is a feature mainly of the country’s cities, reversing two decades of stagnation that began at the start of the 1980s. Marcelo Neri of FGV suggests two factors behind the change. The first is education. The quality of teaching in Brazil’s schools may still be poor, but those aged 15-21 now spend on average just over three more years studying than their counterparts did in the early 1990s.

The second is a migration of jobs from the informal “black” economy to the formal economy. The rate of formal job creation is accelerating, with 40% more created in the year to this July than in the previous 12 months, which itself set a record. Together with cash transfers to poor families, this helps to explain why—in contrast with economic and social development in India or China—as Brazil’s middle class has grown, so the country’s income inequality has lessened (see chart)./.../

Friday, September 19, 2008

A Social Definition of Class

A Social Definition of Class

Original Publish Date: November 24th, 2007

By Susan Rosenthal

Class is commonly defined on the basis of income, wealth, education, and occupation. However, these individual characteristics tell us nothing about the relationship between the classes.

A social definition of class would measure two variables: the control that people have over their own work and the control that they have over other people’s work. Using these criteria, society can be divided into three classes: the class that rules (the capitalist class); the class that obeys (the working class); and the class in between (the middle class).

The class that rules

The capitalist or ruling class has the most power because it owns or controls the natural resources required to create wealth, the process of creating wealth and the wealth that is created. Because it controls all these things, the capitalist class decides the overall direction of society, determining what will be produced, how it will be produced and who will have access to the resulting goods and services./.../

Acetaminophen in Infancy May Be Risk Factor for Asthma

By John Gever, Staff Writer, MedPage Today
Published: September 18, 2008
Reviewed by Zalman S. Agus, MD; Emeritus Professor 
University of Pennsylvania School of Medicine.

WELLINGTON, New Zealand, Sept. 18 -- Babies given acetaminophen for fever were moderately more likely to develop asthma and other allergic conditions in later years, said researchers here.

Six- and seven-year-olds were 1.46 times as likely to have asthma (95% CI 1.36 to 1.56) if they received acetaminophen before age one, after adjusting for other risk factors, reported Richard Beasley, M.B.Ch.B., of the Medical Research Institute of New Zealand, and colleagues in the Sept. 20 issue of The Lancet.

Thursday, September 18, 2008

Broccoli May Hold Key to Slowing COPD Progression

By Crystal Phend, Staff Writer, MedPage
TodayPublished: September 17, 2008
Reviewed by Zalman S. Agus, MD;
Emeritus Professor University of Pennsylvania School of Medicine.
BALTIMORE, Sept. 17 --
An antioxidant found in broccoli may reduce oxidative stress that leads to lung damage in chronic obstructive pulmonary disease (COPD), researchers said.
Sulforaphane restored antioxidant gene expression in a human bronchial epithelial cell line model of COPD, Shyam Biswal, Ph.D., of Johns Hopkins University, and colleagues reported in the Sept. 15 issue of the American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
In their series of experiments, lungs of COPD patients showed markedly decreased levels of key anti-inflammatory antioxidants and the protein that stabilizes these nuclear factor erythroid 2-related factor 2 (NRF2)-dependent antioxidants against degradation.
Since both factors were linked to COPD severity, the findings suggest that these compounds could be developed to halt COPD, the researchers said. /.../

The Strep Throat that wasn't

DIAGNOSIS

The Strep Throat That Wasn’t


Published: September 12, 2008

1.Symptoms

James Cavallini/Photo Researchers Inc.

A strep infection (top) and pneumonia (bottom) were two possible causes of the boy‘s high fever and painful throat.

Multimedia

“I — can’t — breathe,” the boy gasped. There was panic in his voice and face. He moved restlessly in his hospital bed, tugging at the clear plastic mask covering his nose and mouth. An alarm sounded distantly, alerting the nurses to the boy’s distress in the pediatric intensive-care unit of the Cardinal Glennon Children’s Medical Center in St. Louis. Before the nurses could respond, the boy’s mother replaced the oxygen mask, stroking his face and murmuring reassurances as if he were 7 years old rather than 17.

Dr. Jeremy Garrett, an associate professor of pediatrics at St. Louis University School of Medicine, was worried about the boy. When Garrett first saw him, early that morning, he wondered what this robust man-child was doing in the ward reserved for the very sickest children. At that point, the patient had a fever but otherwise looked well.

User-generated science: Blog.

User-generated science

Sep 18th 2008
From The Economist print edition

Web 2.0 tools are beginning to change the shape of scientific debate

Illustration by Peter Schrank

IN PRE-INTERNET times, peer-reviewed journals were the best way to disseminate research to a broad audience. Even today, editors and reviewers cherry-pick papers deemed the most revelatory and dispatch them to interested subscribers worldwide. The process is cumbersome and expensive, but it has allowed experts to keep track of the most prominent developments in their respective fields./.../

Food prices help tip 75 mln into hunger in 2007

Food prices help tip 75 mln into hunger in 2007
UN 17 Sep 2008 16:17:00 GMT

A wheat field is pictured near Bucharest, June 2008.
A wheat field is pictured near Bucharest, June 2008. 
REUTERS/Mihai Barbu
ROME, Sept 17 (Reuters) - Rising food prices are partly to blame for adding 75 million more people to the ranks of the world's hungry in 2007 and lifting the global figure to roughly 925 million, the U.N.'s food agency said on Wednesday. Jacques Diouf, head of the U.N. Food and Agriculture Organisation (FAO), presented the figure to Italy's parliament ahead of the release of an official report on Thursday.

The latest data further distances the international community from reaching U.N. Millennium Development Goals that include halving hunger and poverty by 2015.

Diouf estimated that 850 million people were hungry before the 2007-2008 spike in food prices, which sparked widespread protests and even riots in the most affected nations. The FAO hosted a food crisis summit in Rome in June to discuss ways to combat high food prices, blamed on poor harvests, high oil costs, biofuels and rising demand for basic staple crops, especially from fast-growing Asian countries. /.../

The theory of everything

From Universe today: 





Einstein, who searched for the theory of everything.


At the earliest moments of the Universe, there were no separate forces, energy or matter. It was all just the same stuff. And then the different forces froze out, differentiating into electromagnetism, the strong force and the weak force. Today we'll look at the problem that has puzzled physicists for generations: is there a single equation that explains all the forces we see in the Universe. Is there a theory of everything?

Click here to download the episode.

Or subscribe to: astronomycast.com/podcast.xml with your podcatching software.

The Search for the Theory of Everything show notes.

Wednesday, September 17, 2008

Bisphenol A and Risk of Metabolic Disorders

Bisphenol A and Risk of Metabolic Disorders

Frederick S. vom Saal, PhDJohn Peterson Myers, PhD 

JAMA. 2008;300(11):(doi:10.1001/jama.300.11.1353).

In this issue of JAMA, Lang and colleagues1 report the results of the first major epidemiologic study to examine the health effects associated with the ubiquitous estrogenic chemical bisphenol A (BPA). This compound is the base chemical (monomer) used to make polycarbonate plastic food and beverage containers, the resin lining of cans, and dental sealants; it also is found in "carbonless" paper used for receipts as well as a wide range of other common household products. Based on their analysis of data from the National Health and Nutrition Examination Survey 2003-2004, Lang et al report a significant relationship between urine concentrations of BPA and cardiovascular disease, type 2 diabetes, and liver-enzyme abnormalities in a representative sample of the adult US population. This report, suggesting links between BPA and some of the most significant and economically burdensome human diseases, is based on a cross-sectional study and therefore cannot establish causality; follow-up longitudinal studies should thus be a high priority. Yet many peer-reviewed published studies report on related adverse effects of BPA in experimental animals,2 and cell culture studies identify the molecular mechanisms mediating these responses.3These experimental findings add biological plausibility to the results reported by Lang et al.1/.../

Tuesday, September 16, 2008

Responsabilidade Social

ARTIGOS

Responsabilidade social, por Aloyzio Achutti*

Além dos cuidados pessoais, estamos atentos para nossos familiares, cuidamos de nossa casa, de nosso jardim, temos preocupação com o meio ambiente, evitamos a poluição e o desperdício. Esse comportamento, já incorporado a nossa cultura, não exige mais esforço para muita gente; pelo contrário, sentimos mal-estar e insegurança quando observamos um comportamento desviante.

Convivemos, entretanto, com enorme desigualdade socioeconômica que nos parece natural. Não mais nos comove, nem nos move, a não ser para desviarmos dela nosso olhar.

Será por ignorância? Por sensação de impotência? Ou por acharmos que não é conosco?

Estava lendo o Manifesto Antropofágico, de Oswald de Andrade, lançado há 80 anos: “Só não há determinismo – onde há mistério. Mas o que temos nós com isso?”.

Fui rever os dados de nossa recente pesquisa sobre onde o risco de morrer precocemente por doenças cardiovasculares pode ser três vezes maior, dependendo do bairro onde se vive. No grupo privilegiado, dos 45 aos 64 anos (com maior chance de promover mudanças), éramos um quarto da população, enquanto correspondiam a 21,6% os situados no outro extremo, onde faltam educação, emprego, renda, condições de moradia, perspectiva e qualidade de vida, e saúde.

Por que não começar organizadamente por esses, “adotando um por um”, ajudando-os – não paternalisticamente – a se livrar da teia na qual estão presos? Adotam-se árvores, animais, praças e jardins. Por que não adotar pessoas ou bairros nos quais elas moram? Alguém dirá: isto é tarefa de governo. Então façamos com que o governo o faça!...

A tarefa não é impossível, e já existem exemplos práticos com resultados. Tomemos o caso do Hospital Moinhos de Vento, que poderia ficar olhando somente para dentro de seus muros, restringindo-se aos objetivos imediatos de uma empresa hospitalar. Obviamente existem interesses ligados aos incentivos do governo para filantropia, mas os resultados vão muito além: pessoas são assistidas em suas necessidades de saúde, treinam-se profissionais para olhar para fora da janela do consultório e do hospital, nos dão o exemplo e a oportunidade de nos engajarmos e ampliar sua atuação. São projetos localizados no Morro da Cruz, na Ilha Grande dos Marinheiros, na Ilha da Pintada e na Vila Restinga, além de atendimento a entidades educacionais e o Núcleo Mama.

Individualmente ou juntando-nos a projetos sociais de empresas ou outras entidades, ou mesmo em parceria com o governo, poderíamos assumir nossa responsabilidade social, fazendo acontecer agora. Além de satisfazer uma necessidade básica de solidariedade, estaríamos investindo em nossos recursos humanos, aumentando nossa força de trabalho e a produtividade, permitindo expansão do consumo, desenvolvendo nossa cultura e aliviando sofrimento e custos com saúde. Poderemos até sonhar em retirar as grades que cercam nossas casas e viver numa cidade mais segura e mais humana.

*MÉDICO