Thursday, December 31, 2009

CALCULADORAS: SBD



SBD - Sociedade Brasileira de Diabetes






Vale a pena visitar o Portal da Sociedade Brasileira de Diabetes!
É dirigida há muitos anos pelo AMICOR Reginaldo Hollanda Albuquerque
de Brasília para todo o mundo. Ele sempre gostou de Tecnologia da
Informação e de Comunicação. Encontramo-nos pela primeira vez
num seminário internacional promovido pela OPAS em 1985.

Uma das vantagens da INTERNET é que conseguimos com muita
facilidade mostrar para os outros o que de bom os outros fazem.
Abaixo transcrevo da mensagem de fim de ano dele:


Lá no site da Sociedade começamos uma seção chamada "Calculadoras". (Menu à esquerda). Já temos os cálculos de: níveis de stress,glicemia média estimada, Framingham,número de diabéticos por populaçao e IMC. Está se tornando a área mais lida do site. O próximo a entrar é o Homa teste e o de gasto calórico./.../

guerras terceirizadas dos Estados Unidos


Iraque e Afeganistão: as guerras terceirizadas dos Estados Unidos
Em entrevista a ÉPOCA, Allison Stanger, autora do livro "One Nation Under Contract", explica como um sistema de terceirização pouco transparente ajudou a tornar a política externa dos Estados Unidos mais ambiciosa. E a criar um novo grupo de empresas que lucram com a guerra
JOSÉ ANTONIO LIMA
 Divulgação
GUERRA AO TERROR Segundo Allison Stanger, ao permitir que empresas privadas entrem em combate, EUA dão argumentos aos terroristas. No detalhe, a capa do livro, ainda sem versão em português
Um relatório publicado em julho pela Federação dos Cientistas Americanos (FAS, na sigla em inglês) mostrou que entre 2002 e 2008, o número de militares dos Estados Unidos no Iraque e no Afeganistão pulou de 5,2 mil para 187,9 mil. Em 2010, a quantidade será ainda maior, com cerca de 140 mil soldados no Iraque e outros 66 mil no Afeganistão. Tudo isso sem contar a presença marcante em mais de 40 países em todos os continentes. Dados como esses suscitam uma questão: como os Estados Unidos conseguem sustentar essas operações?

Grande parte da resposta está no livro One Nation Under Contract: The Outsourcing of American Power and the Future of Foreign Policy (algo como Uma Nação sob Contrato: A Terceirização do Poder Americano e o Futuro da Política Externa), escrito por Allison Stanger, professora de Relações Internacionais do Middlebury College, nos EUA. No livro, ela detalha o funcionamento de um sistema de terceirização de tarefas que vão desde o fornecimento de alimentação aos soldados até missões de combate, como as realizadas pela Blackwater, uma empresa de segurança privada, atualmente chamada de Xe (pronuncia-se “Zi”), que prestou serviços para a CIA, a agência de inteligência dos EUA.

Wednesday, December 30, 2009

POVERTY AND HUMAN RIGHTS


POVERTY AND HUMAN RIGHTS.

  I have often been asked what is the most serious form of human rights violation in the world today, and my reply is consistent: extreme poverty. (Mary Robinson)
 1. By demanding explanations and accountability, human rights work consistently exposes the roots of poverty.
 2. In the 21st century, disparity reduction (rather than poverty alleviation alone) is not only a development goal –it is a central challenge for human rights (HR) work.
Regrettably, the prevailing “MDGs-path” does not characterize poverty as a true HR violation./.../

Lula...


Lula on Screen: Brazil's President as Superhero

Click here to find out more!
The actor Rui Ricardo Dias plays President Luiz Inácio Lula da Silva in Fábio Barreto's film Lula, Son of Brazil
Ot[a {a}]vio de Souza

The Brazilian officials organizing the film premiere of Lula, Son of Brazil probably weren't thinking of the biopic's subject when they chose the music to be played before the curtain went up. But the subliminal connection with President Luiz Inácio Lula da Silva was hard to ignore: "You're the One That I Want," "I Will Always Love You," the theme to the James Bond andRocky flicks and then, almost inevitably, just moments before the film began, the uplifting bars of Superman.
It's been that kind of a year for Lula; even in the middle of the


Read more: http://www.time.com/time/world/article/0,8599,1950540,00.html?xid=newsletter-daily#ixzz0bB6Zsh8o

Saúde Urbana


ZERO HORA: 30 de dezembro de 2009 | N° 16201

ARTIGOS

Saúde urbana, por Aloyzio Achutti *

Este é o tema escolhido para o Dia Mundial da Saúde (7 de abril) para o ano que entra (2010), e pode nos servir também como motivo para reflexão e, quem sabe, como proposta, neste tempo de passagem.

Já sabíamos há algumas décadas que como brasileiros já éramos predominantemente urbanos, tendo ultrapassado o marco dos 80%. Desde 2007, a população rural do mundo foi superada por aquela que vive nas cidades.

Por essa evolução, pode-se depreender qual a forma mais eficiente e interessante encontrada pela humanidade para se organizar e viver. Todos os tipos de recursos ficam mais ao alcance. Nós ficamos mais próximos uns dos outros, embora às vezes até inconvenientemente...

Com o desenvolvimento dos meios de comunicação eletrônicos e transporte, a distância entre nós vai ficando cada vez menos importante, mas nada indica que possamos voltar um dia a nos dispersar no campo. Este, por sua vez, deverá permanecer essencial para sustentar a cidade, mas cada vez com proporcionalmente menos gente para operá-lo.

A par das forças instintivas e das vantagens que nos juntaram nestes formigueiros humanos, alguns vícios fomos desenvolvendo capazes de nos tornar neuróticos, infelizes, doentes e muitas vezes violentos e destrutivos. É tempo de usar do bom senso e de criatividade para corrigir as distorções e reencontrar os benefícios que o convívio pode nos proporcionar, inclusive facilitando a preservação de nosso hábitat.

A proximidade no solo urbano pode potencializar nossa capacidade de realização, incentivar a emulação, a solidariedade e a troca de valores, mas também pode ser pretexto para a inveja, o egoísmo, a exploração e a violência.

Porto Alegre já é privilegiada pela natureza e pela população que a habita, temos diversas iniciativas, tanto do ponto de vista de estudos e pesquisas quanto de políticas, atividades e realizações práticas que nos orgulham de poder figurar já como uma metrópole com propósitos de ser uma cidade cada vez mais saudável. Lembremos apenas uma, o Fórum – aqui nascido, mas de fama mundial – cujo lema propõe a possibilidade de um outro mundo melhor.

Neste clima de renovação e bons propósitos, poderíamos incluir nossa contribuição para acelerar a construção desta cidade saudável, muito mais ao alcance nosso com algum privilégio social-econômico-cultural.

Então, em 2010 e nos anos que se seguirem, poderemos viver melhor, porque além de individualmente mais saudáveis e com melhores condições de exercitar nossa vida, teremos condições de nos orgulhar por viver numa cidade também saudável, onde não somente a natureza é linda e preservada, a arquitetura e a urbanização são convidativas e funcionais, mas o povo será cada vez mais amável e feliz.

* MÉDICO

Tuesday, December 29, 2009

Body Mass Index and the Metabolic Syndrome on the CVD Risk

Impact of Body Mass Index and the Metabolic Syndrome on the Risk of Cardiovascular Disease and Death in Middle-Aged Men

Johan Ärnlöv MD, PhD*Erik Ingelsson MD, PhD, Johan Sundström MD, PhD, and Lars Lind MD, PhDFrom the Department of Public Health and Caring Sciences/Geriatrics (J.Ä.), Department of Medical Sciences (J.S., L.L.), and Uppsala Clinical Research Center (J.S.), Uppsala University, Uppsala, Sweden; Department of Medical Epidemiology and Biostatistics (E.I.), Karolinska Institute, Stockholm, Sweden; and School of Health and Social Studies (J.Ä.), Dalarna University, Falun, Sweden.
* To whom correspondence should be addressed. E-mail: johan.arnlov@pubcare.uu.se.

Background—The purpose of this study was to investigate associations between combinations of body mass index (BMI) categories and metabolic syndrome (MetS) and the risk of cardiovascular disease and death in middle-aged men.
Methods and Results—At age 50 years, cardiovascular risk factors were assessed in 1758 participants without diabetes in the community-based Uppsala Longitudinal Study of Adult Men (ULSAM). According to BMI-MetS status, they were categorized as normal weight (BMI <25 kg/m2) without MetS (National Cholesterol Education Program criteria; n=891), normal weight with MetS (n=64), overweight (BMI 25 to 30 kg/m2) without MetS (n=582), overweight with MetS (n=125), obese (BMI >30 kg/m2) without MetS (n=30), or obese with MetS (n=66). During follow-up (median 30 years), 788 participants died, and 681 developed cardiovascular disease (composite of cardiovascular death or hospitalization for myocardial infarction, stroke, or heart failure). In Cox proportional-hazards models that adjusted for age, smoking, and low-density lipoprotein cholesterol, an increased risk for cardiovascular disease was observed in normal-weight participants with MetS (hazard ratio 1.63, 95% confidence interval 1.11 to 2.37), overweight participants without MetS (hazard ratio 1.52, 95% confidence interval 1.28 to 1.80), overweight participants with MetS (hazard ratio 1.74, 95% confidence interval 1.32 to 2.30), obese participants without MetS (hazard ratio 1.95, 95% confidence interval 1.14 to 3.34), and obese participants with MetS (hazard ratio 2.55, 95% confidence interval 1.81 to 3.58) compared with normal-weight individuals without MetS. These BMI-MetS categories significantly predicted total mortality rate in a similar pattern.
Conclusions—Middle-aged men with MetS had increased risk for cardiovascular events and total death regardless of BMI status during more than 30 years of follow-up. In contrast to previous reports, overweight and obese individuals without MetS also had an increased risk. The present data refute the notion that overweight and obesity without MetS are benign conditions.


Monday, December 28, 2009

A planet of smarter cities


Referred by the AMICOR Maria Ines Reinert Azambuja
Download the PDF

A planet of smarter cities
As populations grow at a fast clip, they are stressing our city infrastructures. Smarter transportation, policing, governance and grids promise relief to urban areas.

Religlious Armlock

70% OF WORLD POPULATION LIVES UNDER RELIGIOUS ARMLOCK - PEW CENTER STUDY


28 December 2009

Nearly 70% of the world’s 6.8 billion people live in countries with high restrictions on religion, the brunt of which often falls on religious minorities, according to a new study of prestigious Pew Research Center’s Forum on Religion & Public Life.

Acclaimed Hindu statesman Rajan Zed, in a statement in Nevada (USA) today, expressing shock at the findings, urged the nations of the world to guarantee religious freedom as it was a basic human right.

It was the moral duty of the majority everywhere to take care of its minorities. Infringing on religious beliefs/practices of others was not okay, Zed, who is president of Universal Society of Hinduism, argued.

This study, “Global Restrictions on Religion”, found that 64 nations have high or very high restrictions on religion. Some restrictions result from government actions, policies and laws./.../

Saturday, December 26, 2009

Children's environmental health


10 facts on children's environmental health

December 2009

A girl cooks on an indoor stove
WHO/C. Gaggero

All children need healthy, safe and protective environments to ensure normal growth, development and well-being.
Nearly one-third of the nine million under-five child deaths every year are associated with environment-related causes and conditions. Environmental risk factors often act in concert, and their effects are exacerbated by adverse social and economic conditions – particularly conflict, poverty and malnutrition.

RELATED LINKS

Preventing disease through healthy environments: Towards an estimate of the environmental burden of disease

The global burden of disease: 2004 update 

World Health Statistics 2009

Global burden of disease and risk factors [pdf 2.90Mb]
World Bank, World Health Organization, Fogarty International Center and National Institutes of Health, 2006.

Friday, December 25, 2009

Christmas Tree and Cones

Esta bela imagem do firmamento ajuda a mantermos o espírito de Natal.
Christmas Tree and Cones - JP Metsavainio

How Fast Is the Earth Shifting?


Tibetan wild donkeys run across a grassland in Ali, Tibet.
Chu Xuejun / Xinhua / Corbis

Writing in a paper published Wednesday in Nature,scientists describe what they call the velocity of climate change, or more specifically, the speed of Earth's shifting climatic zones. As global temperature rises over the next century, the scientists argue, Earth's habitable climatic zones will start moving too, generally away from the Equator and toward the poles. That means many species of plants and animals will also have to move in order to survive. Whether or not they do will depend on several factors, but two of the most important are how fast a species can adjust its habitat range, and how quickly that range is moving out from under it.There are many units by which to measure the impact of climate change: degrees of increasing temperature, feet of rising sea level, dollars needed to adapt to a warming world. But a group of scientists in California have put forth an intriguing new unit of measurement: kilometers per year./.../

Tuesday, December 22, 2009

The Relative Health Burden of Selected Social and Behavioral Risk Factors in the United States: Implications for Policy


Peter Muennig 1*, Kevin Fiscella 2, Daniel Tancredi 3, Peter Franks 3
1 Columbia University
2 University of Rochester School of Medicine and Dentistry
3 University of California, Davis


* To whom correspondence should be addressed. E-mail: pm124@columbia.edu.



  Abstract


Objectives. We sought to quantify the potential health impact of selected medical and nonmedical policy changes within the United States.
Methods. Using data from the 1997–2000 National Health Interview Surveys (linked to mortality data through 2002) and the 1996–2002 Medical Expenditure Panel Surveys, we calculated age-specific health-related quality-of-life scores and mortality probabilities for 8 social and behavioral risk factors. We then used Markov models to estimate the quality-adjusted life years lost.
Results. Ranked quality-adjusted life years lost were income less than 200% of the poverty line versus 200% or greater (464 million; 95% confidence interval [CI]=368, 564); current-smoker versus never-smoker (329 million; 95% CI=226, 382); body mass index 30 or higher versus 20 to less than 25 (205 million; 95% CI=159, 269); non-Hispanic Black versus non-Hispanic White (120 million; 95% CI=83, 163); and less than 12 years of school relative to 12 or more (74 million; 95% CI=52, 101). Binge drinking, overweight, and health insurance have relatively less influence on population health.
Conclusions. Poverty, smoking, and high-school dropouts impose the greatest burden of disease in the United States.
Key Words: Epidemiology, Health Financing, Health Policy, Obesity, Overweight, Underweight, African Americans/Blacks, Socioeconomic Factors

Desenvolvimento e sustentabilidade


22 de dezembro de 2009 | N° 16194

ARTIGOS

Desenvolvimento e sustentabilidade, por Aloyzio Achutti *

De tanto uso, conceitos ficam desgastados, ainda mais depois da COP15 (Copenhague), mas é preciso continuar a discussão, elaborando, desvendando, buscando esclarecimentos, particularmente de alguns aspectos não tão óbvios e interesses ocultos.

Por desenvolvimento compreendemos um conjunto mínimo (desejado para todos e por todos) de condições alcançadas por um grupo de países, nos quais vive cerca de um quarto da população mundial. Nos outros países (três quartos da população mundial), considerados não desenvolvidos, existem bolsões de populações privilegiadas (como nós), vivendo também em tais condições.

Equidade está relacionada com a distribuição equitativa dessas características na população. Por sua vez, também nos países ditos desenvolvidos existe desigualdade, só que em menor proporção e não tão manifesta.

Como estamos todos atrelados e interdependentes, poder-se-ia comparar o mundo com uma grande cidade na qual existem bairros mais ricos (desenvolvidos) e mais pobres (os três quartos restantes).

Tudo fica mais complicado quando se fica sabendo que aquele quarto (desenvolvido) da população mundial já consome mais do que o mundo é capaz de repor, causa do efeito estufa, produção de CO2, e aquecimento global. Para manter este padrão, vendemos excedentes para os outros, utilizamos recursos naturais e humanos não renováveis (inclusive dos outros), promovemos ou contribuímos para a poluição ambiental, desmatamento, e alimentando estresse crônico (da mesma forma como acontece em nível de nossas cidades).

Equidade: será promover que os outros três quartos da humanidade se igualem ao quarto que já esgotou os recursos existentes? Onde vamos conseguir mais? Quem vai pagar a conta? A tentativa safada que causou a recente crise econômica mundial é a maior evidência de que nestas coisas não podemos nos iludir, nem iludir muita gente por muito tempo.

Aqui entra o conceito da sustentabilidade. Se já é inviável manter as coisas como estão, pior será aumentar o saldo negativo com mais consumidores. Daí dá para entender um dos motivos pelos quais tem gente que não quer discutir o assunto e protela qualquer compromisso ou decisão. Como este mundo está, só se sustenta com o emprego da força bruta, com a manutenção do “apartheid”, das muralhas que de Berlim foram transportadas para a fronteira do México com os Estados Unidos, de Israel com a Palestina, das tarifas alfandegárias Norte/Sul, das barreiras e reservas de mercado de informação e tecnologia etc.

Os insumos baratos, a mão de obra mal paga, a produção de drogas “ilícitas” são a contrapartida dos três quartos da humanidade, para trocar pelos excedentes de bens e fantasias produzidos pelo quarto desenvolvido. Enquanto houver desperdício e consumo de drogas entre os desenvolvidos, não vai adiantar muito destruir plantações, invadir para controlar a produção, ou contribuir para deixar morrer à míngua os inconvenientes, ou matar insurgentes em nome de revanche ou da prevenção de violências futuras.

A violência, sim, é evidentemente autossustentada e progressiva. O equilíbrio, por enquanto, se mantém à custa do poder dos desenvolvidos. Desenvolvimento e equidade: será preciso reaprender, testando em nossos modelos urbanos para depois tentar estendê-lo para todo o mundo.
* MÉDICO

Monday, December 21, 2009

AHA: Focus on cardiovascular health, not disease


AHA: Focus on cardiovascular health, not disease
DECEMBER 18, 2009 | Lisa Nainggolan
Chicago, IL - The traditional annual report on heart disease and stroke from the American HeartAssociation is, this year, being used to revisit the concept of cardiovascular health, rather than concentrating on cardiovascular disease [1].
"The AHA is refocusing efforts on lifestyle factors that can prevent the development of cardiovascular disease in the first place, and some of the statistics in this document show us just how far we have to go," lead author Dr Donald Lloyd-Jones (Northwestern University, Chicago, IL), who is chair of the AHA statistics committee, told heartwire.
Despite showing that cardiovascular disease mortality is still declining, the most recent literature shows that reductions in coronary heart disease deaths are starting to level off, indicating a ticking time bomb unless radical action is taken soon, he said.
The year-end report, published online December 17, 2009 in Circulation, highlights depressingly familiar statistics: high rates of inactivity, inadequate use of lipid-lowering therapies, and strikingly, high rates of men (25%) and women (20%) continuing to smoke. Although the numbers show that acute cardiovascular events are being handled more aggressively—with procedure rates rising 33% in 2006—the system will be unable to cope with the financial cost of further increases in the future if risk factors continue to increase as predicted, Lloyd-Jones said./.../

Saturday, December 19, 2009

Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination against Women(CEDAW)


The Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination against Women(CEDAW), the international human rights treaty for women, was adopted by the United Nations General Assembly 30 years ago, on 18 December 1979. In 2009, we are also celebrating the 10th anniversary of the Optional Protocol to the Convention, which empowers the CEDAW Committee to hear complaints of rights violations brought by individuals. To date, 186 countries have ratified the Convention and 98 of these countries have ratified the Optional Protocol.
The Convention’s 30th Anniversary provides an occasion to celebrate its near-universal ratification, as well as the recent progress that has been made at the national level to implement CEDAW and make true gains for women’s and girls’ rights on a practical, everyday level. Through the passage of new constitutions as well as national laws and policies based on the principle of gender equality, women’s human rights are now becoming national standards. The leadership that has already been demonstrated should be built upon to support States that lack the knowledge, commitment, or legal framework to advance the implementation of the Convention within their jurisdictions./.../

Veja: Megacidades


Megacidades(Fundação Armando Álvares Penteado FAAP-SP)

 Palestrantes
 Galeria de imagens
 Reportagens

Vídeo
Em Megacidades
 Unhabitat
Seção da Organização das Nações Unidas para as cidades. Dá acesso a publicações eletrônicas sobre temas urbanos (em inglês).
 Metropolis
Mantido pela rede Metropolis, criada em 1985 para incentivar o intercâmbio de informações e experiências entre as grandes cidades.
 Observatoriodasmetropoles
Instituto virtual que reúne mais de 200 pesquisadores de 51 instituições universitárias de todo o país.
 www.nossasaopaulo.org.br
 www.riocomovamos.org.br
 www.bogotacomovamos.org
Movimento "Como Vamos", inspirado na experiência bem-sucedida iniciada em Bogotá, capital da Colômbia. No Brasil, 22 cidades integram a rede.
 www.vivercidades.org.br
Organização não-governamental voltada para a capacitação de quadros e a idealização e desenvolvimento de soluções relacionadas a políticas públicas, urbanas e regionais.

Friday, December 18, 2009

Cardiovascular Care Costs Rising

Cardiovascular Care Costs Rising, Report Says

Download Complimentary Source PDF
By Crystal Phend, Senior Staff Writer, MedPage Today
Published: December 17, 2009
Reviewed by Zalman S. Agus, MD; Emeritus Professor
University of Pennsylvania School of Medicine.

Action Points
  • Note that the report was based on projections from data reported in the prior year and the most recent nationally-representative studies.
The new year will ring in record high costs for treating heart disease and stroke, according to an American Heart Association report that projects a 5.8% increase over 2009 spending.

Costs for cardiovascular care will rise to $503.2 billion in the U.S. next year, Donald Lloyd-Jones, MD, ScM, of Northwestern University, and colleagues predicted in the AHA statistics update.

Direct costs will reach an estimated $324.1 billion, putting cardiovascular disease ahead of all other diagnostics groups, they wrote online in Circulation: Journal of the American Heart Association.

Digestive diseases came in second, with $225.2 billion for 2010, with mental, nervous system, and injury and poisoning closely bunched between $172 billion and $178 billion each.

The biggest contributor to cardiovascular care costs was expected to be coronary heart disease, which at $177.1 billion for direct and indirect costs, was more than double that of stroke or hypertensive disease ($76.6 billion and $73.7 billion, respectively).

Direct costs incurred at the hospital were the biggest component in cardiovascular care, at an estimated $155.7 billion.

The authors said they based their projections on the most recent, nationally-representative data (largely the 2003-2006 National Health and Nutrition Examination Survey) and relevant literature from the past year.

The report was a collaboration with the CDC, the National Institutes of Health, and other government agencies.

Lloyd-Jones' group attributed the rising costs, in part, to poorly controlled risk factors, particularly obesity.

Among the notable findings:

  • Physical inactivity is rife, with 59% of adults in the 2008 National Health Interview Survey reporting no vigorous activity.
  • Cholesterol control is poor: fewer than half of treatment candidates, or even of the highest-risk, symptomatic heart disease patients receive lipid-lowering treatment, and only a third of treated patients reach their LDL goal.
  • Obesity has reached at least 34% prevalence in adults and will likely continue to rise, given that 11.3% of children ages 2 to 19 were at or above the 97th percentile of BMI-for-age in the 2003-2006 NHANES.

Obesity now accounts for almost 10% of all medical spending, an estimated $147 billion per year in 2008, according to Lloyd-Jones' group.

"If current trends in the growth of obesity continue, total healthcare costs attributable to obesity could reach $861 to 957 billion by 2030, which would account for 16% to 18% of U.S. health expenditures," they wrote.

The economic consequences of physical inactivity may account for 1.5% to 3.0% of total direct healthcare expenditures, according to World Health Organization data cited in the report.

The Top 10 Medical Advances of the Decade: Med Page today

The Top 10 Medical Advances of the Decade

By Lauren Cox, ABC Medical News Unit, Peggy Peck, Executive Editor, MedPage Today
Published: December 17, 2009
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Dr. John Sulston, Director of the Sanger Centre near Cambridge takes part in the Human Genome Project. (Ho New/Reuters)

The first decade of the 21st Century brought a number of discoveries, mistakes, and medical advances that have influenced medicine from the patient's bedside to the medicine cabinet.

In some cases these advances changed deep-seated beliefs in medicine; in others, they opened up possibilities beyond what doctors thought was possible years ago.

ABC News, in collaboration with MedPage Today reached out to more than 800 specialists as well as a distinguished panel of medical historians to put together a top 10 list of medical advances one decade into this century.

BMJ Video; Sir Richard Doll

The evidence

The stories - tales from the archive

Colin Blakemore presents the BMJ's new video series, told in seven parts over the next seven weeks. These stories delve into the BMJ's 169 year old archive to unearth some of the leading thinkers of their time, and show the contribution they have made to modern medicine.

In this first video, Colin introduces the series and shows a sneak preview of what will follow in the coming weeks. Stories will include the birth of anaesthetic, the discovery of the anopheles mosquito as the vector for malaria, and the studies that hailed the link between smoking and lung cancer.

General Messages
by Mr. Kawaldip Sehmi
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This is going to be a great series of 7 videos about keynote papers submitted to the BMJ in great discoveries in epidemiology of disease, new drug therapies etc.cures Doll study is looked at :http://www.bmj.com/video/stories.dtl


Sir Richard Peto recalls the inside track- a great insight!

Heart Disease and Stroke Statistics—2010 Update

Heart Disease and Stroke Statistics—2010 Update. A Report From the American Heart Association

Donald Lloyd-Jones MD, ScM, FAHA, Robert J. Adams MD, FAHA, Todd M. Brown MD, Mercedes Carnethon PhD, FAHA, Shifan Dai MD, PhD, Giovanni De Simone MD, T. Bruce Ferguson MD, Earl Ford MD, MPH, Karen Furie MD, Cathleen Gillespie , Alan Go MD, Kurt Greenlund PhD, Nancy Haase , Susan Hailpern DPH, P. Michael Ho MD, PhD, Virginia Howard PhD, FAHA, Brett Kissela MD, Steven Kittner MD, Daniel Lackland PhD, FAHA, Lynda Lisabeth PhD, Ariane Marelli MD, Mary M. McDermott MD, James Meigs MD, Dariush Mozaffarian MD, PhD, FAHA, Michael Mussolino PhD, Graham Nichol MD, FAHA, Veronique Roger MD, FAHA, Wayne Rosamond PhD, FAHA, Ralph Sacco MD, FAHA, Paul Sorlie PhD, Randell Stafford MD, Thomas Thom , Sylvia Wasserthiel-Smoller PhD, Nathan D. Wong PhD, Judith Wylie-Rosett EdD, on behalf of the American Heart Association Statistics Committee and Stroke Statistics Subcommittee

Thursday, December 17, 2009

Saúde Ambiental

Representando o GT do Departamento de Saúde

Comunitária da FAMED UFRGS, Dra. Maria Inês Reinart Azambuja, Dra. Valderês Robinson e eu estivemos na Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa do Estado para a formação de um GT lá com
objetivos muito semelhantes ao nosso da UFRGS. Obviamente pretendemos trabalhar em parceria, num esforço agregador de todos que temos objetivos comuns para tentar ir além do discurso e estimular a ação.
Criamos um novo Blog específico para o qual todos estão convidados:

Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

Apresentação e Convite

Tche Liga!...
Este Blog pretende servir como instrumento de ligação entre pessoas e entidades interessadas em Saúde e Meio Ambiente - Ambos os conceitos em seu sentido mais amplo: Saúde=Vida, e Meio Ambiente=Bio-Físico-Psico-Social-Universal.
Parte de um Grupo de Trabalho da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, sob a presidência do Deputado GILMAR SOSSELLA.
Está em desenvolvimento e receptivo para toda a contribuição que puder nos agregar e transformar discurso em ação e qualidade de vida.