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Tuesday, September 16, 2008

Residência Multiprofissional: Saúde RS

Últimos dias para inscrições ao

I Seminário Estadual de Residência Multiprofissional em Saúde

Encerram na próxima terça-feira (16), as inscrições ao I Seminário Estadual de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde/RS. Vagas gratuitas elimitadas. Saiba mais...

Índice de Desenvolvimento Humano BR



Brasília, 15/09/2008
Melhor IDH é do DF; NE concentra os piores
Estados do Nordeste são os últimos no ranking nacional, mas região foi a que mais evoluiu entre 1991 e 2005, mostram números inéditos

Fonte: PNUD/Fundação João Pinheiro
Leia o relatório
Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente – A experiência brasileira recente
Entenda o IDH
O IDH é um índice criado pelo PNUD e calculado para diversos países desde 1990. Originalmente proposto para medir a diferença entre países, foi adaptado para ser aplicado também a Estados e municípios. O índice vai de 0 a 1 — quanto mais perto do 1, maior o desenvolvimento.
Leia também

TIAGO MALI
PrimaPagina

mais recente ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)dos Estados brasileiros mostra um país partido ao meio. Os números, referentes a 2005, revelam que todos os 11 melhores IDHs são de unidades da Federação do Sul, Sudeste e Centro-Oeste – com destaque para o Distrito Federal, na primeira colocação. Já os piores são os nove Estados nordestinos — não há um Estado sequer do Nordeste com IDH melhor que o de qualquer outra parte do Brasil, segundo o relatório Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente – A experiência brasileira recente, lançado por três agências da ONU: CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), OIT (Organização Internacional do Trabalho) e PNUD.

“Sem dúvida, [o documento] mostra um Brasil dividido. Isso se dá por conta da concentração de renda e da atividade econômica em termos geográficos. A produção ainda é muito mais concentrada no Sudeste e no Sul”, afirma Renato Baumann, coordenador-geral da publicação. O estudo, lançado em 8 de setembro em Brasília, é o primeiro a trazer uma série histórica, ano a ano (de 1991 e 2005), do IDH dos Estados e das regiões do Brasil.




Monday, September 15, 2008

HHS: compare mortality rates at 4,700 hospitals

Most facilities are listed with rates no different from national norms, leaving skeptics questioning the data's value.

By Kevin B. O'Reilly, AMNews staff. Sept. 22/29, 2008.


[data icon]

For the first time, physicians and patients can directly compare hospitals' mortality outcomes for heart attack, heart failure and pneumonia care using the Dept. of Health and Human Services' Hospital Compare Web site.

The risk-adjusted data on Medicare patients from 2005 to 2007 were unveiled in August and represent the first set of outcomes metrics made available in such detail on the site. Government officials and patient-safety advocates want the new information to help patients make medical decisions and spur hospitals and physicians to make systemic changes to lower their patient death rates./.../

Sunday, September 14, 2008

Engels and the WHO Report


Engels and the WHO Report

by Susan Rosenthal

On August 28, with the pronouncement, “INEQUALITIES ARE KILLING PEOPLE ON A GRAND SCALE,” the World Health Organization’s Commission on the Social Determinants of Health released its report,Closing the Gap in a Generation: Health Equity through Action on the Social Determinants of Health.

The Commission confirmed previous reports of health inequities between nations as well as “health gradients” within them. It confirmed that the poor are worse off than those less deprived, the less deprived are worse off than those with average incomes, and so on, up the social hierarchy. It confirmed that this health gradient exists in all nations, including the richest. It also confirmed that health equality cannot be achieved by medical systems alone.

“Water-borne diseases are not caused by a lack of antibiotics but by dirty water, and by the political, social, and economic forces that fail to make clean water available to all; heart disease is caused not by a lack of coronary care units but by the lives people lead, which are shaped by the environments in which they live; obesity is not caused by moral failure on the part of individuals but by the excess availability of high-fat and high-sugar foods.”/.../

5 Pioneering Scientists Win Lasker Medical Prizes


(Indicado pela Dra. Maria Inês Reinert Azambuja)
5 Pioneering Scientists Win Lasker Medical Prizes
Published: September 14, 2008
Akira Endo, a Japanese scientist who discovered the first cholesterol-lowering statin drug, is one of five winners of this year’s Lasker Awards for medical research./.../

Thursday, September 04, 2008

Atividade Pré-Congresso do Grupo de Estudos sobre Epidemiologia

Atividade Pré-Congresso do Grupo de Estudos sobre Epidemiologia e Cardiologia baseada em Evidências – GEECABE e Ministério da Saúde
Curitiba, 06 de setembro de 2008. Horário das 14h. - 18h. Auditório 12
LOCAL Expotrade Convention Center
Rodovia Deputado João Leopoldo Jacomel, nº 10.454 -
Vila Amélia CEP: 83320-005 – Pinhais - PR
Tel.: (41) 3661-4000( Fax: (41) 3661-4018
Email: expo-trade@expo-trade.com.br
Site: http://www.expo-trade.com.br/
Objetivo: Oportunizar uma visão compartilhada (de especialistas e de saúde pública) sobre saúde cardiovascular da população brasileira, seus problemas e possíveis soluções.
Delineamento: Painel/Oficina em dois blocos, composto por membros da SBC e do MS e possíveis observadores da Federação Mundial de Cardiologia (WHF) e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e mídia, aberto para assistência e questionamento de congressistas.
Itens: motivação, visões de ambas as partes, determinação social de saúde/doença, recursos existentes, possíveis linhas de investigação e intervenção, esboço de agenda mínima de colaboração.
Coordenação: Drs. Gláucia Moraes (GEECABE), Rosa Maria Sampaio (MS) e Aloyzio Achutti (GEECABE).
Termo cooperação MS/SBC:
http://www.cardiol.br/newsletter/Carteiro_news/2008/sbc-news/sbc-news-ministerio-02-09-08.htm
Saúde CV no BR: como melhorá-la?
http://jornal.cardiol.br/2008/mai-jun/outras/cardiovascular.asp
Proposta GEECABE sobre áreas potenciais de desenvolvimento em Saúde Pública
http://departamentos.cardiol.br/geecabe/proposta-geecabe.asp
Impacto Econômico dos Casos de Doença Cardiovascular Grave no Brasil: uma Estimativa Baseada em Dados Secundários :.
Maria Inês Reinert Azambuja, Murilo Foppa, Mário Fernando de Camargo Maranhão, Aloyzio Cechella Achutti

Economia da Saúde 2000-2005

Atividades de saúde representam 5,3% da economia brasileira
Em 2005, as atividades ligadas à saúde no Brasil geraram R$ 97,3 bilhões, sendo a saúde pública responsável por 33,4% desse total. Embora a participação do valor dessas atividades no total gerado pela economia tenha tido uma relativa queda entre 2000 (5,7%) e 2005 (5,3%), elas vêm apresentando sucessivas taxas de crescimento real nesse período, chegando a 5,9% no último ano da série. Em 2005, as atividades de saúde respondiam por 3,9 milhões de postos de trabalho(4,3% do total do país), sendo a maior parte deles (2,6 milhões) com vínculo formal, e pagavam um rendimento médio anual de R$ 15,9 mil. As famílias brasileiras respondiam, naquele ano, por 60,2% do total das despesas com bens e serviços de saúde, sendo os gastos com consultas e serviços médicos em geral e medicamentos os mais importantes.Esses são alguns detalhes do panorama traçado pelo estudo “Economia da Saúde: uma Perspectiva Macroeconômica 2000 – 2005” dos recursos e usos da saúde brasileira. A publicação é resultado de um trabalho conjunto do IBGE com o Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no processo de elaboração da conta-satélite da saúde.

Lula sai em defesa dos fumantes - 04/09/2008

JB Online :: TR- Lula sai em defesa dos fumantes - 04/09/2008:
Já mandei um comentário para o jornal dizendo que o título da matéria estava equivocado, pois se foxxe em defesa dos ffumantes deveria ser a favor da proibição!
O pior que ele parece que também não sabe que fumar em ambiente fechado é muitas vezes pior!
"Lula sai em defesa dos fumantes
Jornal do Brasil
BRASÍLIA - - Eu defendo, na verdade, o uso do fumo em qualquer lugar. Só fuma quem é viciado.
Essa foi a resposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ser indagado sobre sua opinião sobre o projeto federal que proíbe o fumo em lugares fechados, a exemplo do que foi proposto pelo governador José Serra (PSDB), na semana passada.
Durante a pergunta que lhe foi formulada, Lula fumava uma cigarrilha. Ele concedia entrevista coletiva a jornalistas de oito jornais populares do país, no Palácio do Planalto, ontem pela manhã. Naquele momento, não havia repórteres-fotográficos na sala.
O projeto do Ministério da Saúde está em tramitação na Casa Civil, desde fevereiro, e propõe a extinção de todos os fumódromos em recintos fechados, liberando o cigarro apenas em casa ou na rua."

Famílias gastam mais com saúde do que o poder público

Estadao.com.br :: Vida & :: Famílias gastam mais com saúde do que o poder público:
"Fabiana Cimieri e Felipe Werneck
Ao contrário do que acontece na maioria dos países desenvolvidos, onde a administração pública financia grande parte das despesas em saúde, no Brasil, de cada R$ 10 gastos no setor, as famílias pagaram R$ 6,02 e o governo R$ 3,88, de acordo com dados de 2005. O restante vem de instituições sem fins lucrativos. O padrão nos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico é de, no mínimo, 70% de financiamento público, com exceção dos Estados Unidos e México, onde é de 45%.

A pesquisa Economia da Saúde, Perspectiva Macroeconômica do Setor entre 2000-2005, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que o gasto médio das famílias brasileiras com saúde correspondeu a 8,2% de tudo o que elas consumiram em 2005. Essas despesas foram principalmente com remédios (35%) e outros serviços relacionados, como consultas e exames feitos fora do ambiente hospitalar (34%). O crescimento dos serviços ambulatoriais, em detrimento das internações hospitalares (só 1,9% do consumo das famílias) é uma tendência mundial."/.../

Wednesday, September 03, 2008

WHO’s Commission on Social Determinants of Health: Inequities are Killing People on a Grand Scale at The Social Medicine Portal

WHO’s Commission on Social Determinants of Health: Inequities are Killing People on a Grand Scale at The Social Medicine Portal:
"On Thursday, August 28th the WHO’s Commission on the Social Determinants of Health issued its final report: Closing the Gap in a Generation: Health Equity through Action on the Social Determinants of Health.
The Commission concluded that the “toxic combination of bad policies, economics, and politics is, in large measure, responsible for the fact that a majority of people in the world do not enjoy the good health that is biologically possible.” The report challenges the world community to achieve global health equity “with a generation” a goal that “is achievable, it is the right thing to do, and now is the right time to do it.” [The report is available on the Commission's website and comes in two versions: an executive summary, and the full 256 report. The website has a variety of other materials including presentations, background papers and pictures.]"/.../

Alunos da rede pública terão atenção integral à saúde

Alunos da rede pública terão atenção integral à saúde
Até 2011, cerca de 26 milhões de alunos da rede pública de 1.242 municípios com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) terão atenção integral à saúde por meio das Equipes Saúde da Família. Trata-se do Programa Saúde na Escola (PSE), parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde. A largada do Programa será dada nesta quinta-feira (4) pelo presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, em Pernambuco, em cerimônia de lançamento na Escola Estadual São Francisco de Assis. Para a escolha dos municípios foi feito o cruzamento de cobertura de 100% da estratégia Saúde da Família (SF) nesses municípios, que resultou numa lista de 647 municípios (dados de abril/2008). Além desses municípios, serão contempladas as escolas localizadas nos municípios do Programa Mais Educação, aproximadamente 2.050, em 52 municípios - que são capitais e grandes cidades de regiões metropolitanas, onde será possível a adesão ao PSE, mediante o número de Equipes de Saúde da Família implantadas, na proporção de uma Equipe Saúde da Família para uma Escola Pública./.../

Tuesday, September 02, 2008

Disparities in Secondhand Smoke Exposure--United States, 1988-1994 and 1999-2004, September 3, 2008, 300 (9): 1019

JAMA -- Disparities in Secondhand Smoke Exposure--United States, 1988-1994 and 1999-2004, September 3, 2008, 300 (9): 1019:
"No level of exposure to secondhand smoke (SHS) is safe.1 Breathing SHS can cause heart disease and lung cancer in nonsmoking adults and increases the risk for sudden infant death syndrome, acute respiratory infections, middle-ear disease, and exacerbation of asthma in children.1-3 In the United States, exposure to SHS declined approximately 70% from the late 1980s through 2002, most likely reflecting widespread implementation of laws and policies prohibiting smoking in indoor workplaces and public places during this period.1, 4 Although the major sources of SHS exposure for nonsmoking adults are the home and workplace, the primary source of SHS exposure for children is the home1; therefore, eliminating smoking in workplaces and public places is less likely to reduce children's exposure to SHS. This report examines changes in the prevalence of self-reported SHS exposure at home and changes in any exposure, as measured by serum cotinine (a biologic indicator of SHS exposure), in nonsmoking children, adolescents, and adults. The analysis was conducted using data from the 1988-1994 and 1999-2004 National Health and Nutrition Examination Surveys (NHANES). The results indicated that self-reported SHS exposure at home and SHS exposure as measured by serum cotinine declined significantly (i.e., by 51.2% and 44.7%, respectively) in the U.S. population from 1988-1994 to 1999-2004; however, the decline was smaller for persons aged 4-11 years and 12-19 years. These results underscore the need to continue surveillance of SHS exposure and to focus on strategies to reduce children's SHS exposure."/.../

Economic Burden of Severe Cardiovascular Diseases in Brazil

Economic Burden of Severe Cardiovascular Diseases in Brazil:
an Estimate Based on Secondary Data
Maria Inês Reinert Azambuja1, Murilo Foppa1,2, Mário Fernando de Camargo Maranhão3, Aloyzio Cechella Achutti2
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Medical School, Graduate studies in epidemiology1, Moinhos de Vento Hospital, Cardiology Division, Porto Alegre, RS2; Evangelical Medical School, Curitiba, PR3 - Brazil
Summary
Background:
The scarce amount of data available in Brazil on the economic burden of cardiovascular diseases (CVD) does not justify the growing concern in regard to the economic burden involved.
Objective: The present study aims at estimating the costs of severe CVD cases in Brazil.
Methods: Cases of severe CVD were estimated based on hospitalized cases lethality and total CVD mortality rates. National data bases and sample studies were used to estimate costs of hospitalization, outpatient care, and social security benefits. Loss of income was estimated from the Burden of Disease in Brazil data.
Results: Approximately two million cases of severe CVD were reported in 2004 in Brazil. That accounts for 5.2% of the population over 35 years of age. The resulting annual cost was at least R$ 30.8 billion (U$1=R$2.93; 2004) (36.4% for health care, 8.4% for social security and employers’ reimbursements, and 55.2% due to loss in productivity). That corresponded to R$ 500.00 per capita (considering 35 year-old and older population) and R$ 9,400.00 per patient. Direct costs with health care from severe CVD cases accounted for 8% of total national expenditure on health and 0.52% of 2004 GNP (R$ 1,767 billion = US$ 602 billion). That corresponded to a yearly average direct cost of R$182.00 per capita (R$ 87.00 from public resources) and of R$ 3,514.00 per case.
Conclusion: Total annual costs per severe CVD case were estimated to be significant. Costs per capita and total costs corresponding to this sub-group of CVD patients are expected to escalate as the population ages and the prevalence of severe cases increases. (Arq Bras Cardiol 2008;91(3):148-155)
Key words: Cardiovascular diseases/epidemiology; ischemic heart disease/epidemiology; cerebrovascular disease/epidemiology; health economics.

Sleep Apnea and Cardiovascular Disease

Sleep-related breathing disorders are highly prevalent in patients with established cardiovascular disease. Obstructive sleep apnea (OSA) affects an estimated 15 million adult Americans and is present in a large proportion of patients with hypertension and in those with other cardiovascular disorders, including coronary artery disease, stroke, and atrial fibrillation.1–14 In contrast, central sleep apnea (CSA) occurs mainly in patients with heart failure.15–19 The purpose of this Scientific Statement is to describe the types and prevalence of sleep apnea and its relevance to individuals who either are at risk for or already have established cardiovascular disease. Special emphasis is given to recognizing the patient with cardiovascular disease who has coexisting sleep apnea, to understanding the mechanisms by which sleep apnea may contribute to the progression of the cardiovascular condition, and to identifying strategies for treatment. This document is not intended as a systematic review but rather seeks to highlight concepts and evidence important to understanding the interactions between sleep apnea and cardiovascular disease, with particular attention to more recent advances in patient-oriented research. Implicit in this first American Heart Association/American College of Cardiology Scientific Statement on Sleep Apnea and Cardiovascular Disease is the recognition that, although holding great promise, this general area is in need of a substantially expanded knowledge base. Specific questions include whether sleep apnea is important in initiating the development of cardiac and vascular disease, whether sleep apnea in patients with established cardiovascular disease accelerates disease progression, and whether treatment of sleep apnea results in clinical improvement, fewer cardiovascular events, and reduced mortality.
Experimental approaches directed at addressing these issues are limited by several considerations. First, the close association between obesity and OSA often obscures differentiation between the effects of obesity, the effects of OSA, and the effects of synergies between these conditions. Second, multiple comorbidities, including cardiovascular disease, metabolic syndrome, and diabetes, often are present in patients with sleep apnea. Hence, it becomes unclear whether abnormalities evident in the sleep apnea patient with cardiovascular disease are secondary to the sleep apnea, the cardiovascular condition, or both. The third consideration relates to randomization of sleep apnea patients to active or no treatment. Although this is a reasonable strategy for identifying the mechanistic and prognostic consequences of sleep apnea per se, it is limited by the difficulties inherent in any placebo-controlled treatment study of sleep apnea and the need to consider treatment in patients with severe daytime somnolence, even in the absence of associated cardiovascular disease. /.../

SBC assina termo de cooperação com Ministério da Saúde

SBC assina termo de cooperação com Ministério da Saúde



Nesta quarta-feira, 3 de setembro, o ministro da Saúde José Gomes Temporão e o presidente da SBC, Antonio Carlos Palandri Chagas, assinam termo de cooperação, firmando parceria entre as duas entidades. A assinatura tem como finalidade implementar estratégias para aperfeiçoar a política de atenção em cardiologia do Sistema Único de Saúde.

A parceria é fato extremamente relevante e fruto de uma série de ações colocadas em prática pela atual diretoria da SBC para interferir positivamente na formulação das políticas públicas direcionadas à saúde cardiovascular. Na avaliação de Chagas, esse esforço bem-sucedido para influir na formatação desses projetos faz parte da missão maior da SBC, à medida que representa o viés social, também missão do cardiologista.

Entre os objetivos do acordo ainda estão:
• qualificar profissionais de saúde com o objetivo de melhorar o atendimento de usuários com doenças cardiovasculares nos diferentes níveis de atenção do SUS;
• elaborar protocolos técnicos científicos, utilizando a melhor evidência científica disponível, para utilização no âmbito do SUS;
• elaborar manuais e normas técnico-científicas sobre doenças cardiovasculares para a ampla utilização pelos profissionais e usuários do SUS;
• desenvolver campanhas educativas voltadas à prevenção dos agravos fatores de risco à saúde relacionados às doenças cardiovasculares.

O termo de cooperação terá vigência de cinco anos, a contar de sua assinatura, podendo ter sua duração prorrogada. A parceria considera:
• a relevância das doenças cardiovasculares no quadro epidemiológico brasileiro, sua alta incidência e prevalência e sua relação com elevados índices de morbi-mortalidade;
• a necessidade de uma estratégia específica voltada para detecção e controle destas doenças;
• que as doenças cardiovasculares são responsáveis por mais 30% dos óbitos totais no país e também pela incapacidade, perda de produtividade e reduzida qualidade de vida em muitos indivíduos em todas as faixas etárias;
• a necessidade de aprimorar as estratégias específicas para a promoção da saúde cardiovascular, prevenção das doenças, detecção precoce, tratamento e reabilitação voltadas para o conjunto da sociedade brasileira;
• a existência de propostas diretivas, oriundas de especialistas da Sociedade Brasileira de Cardiologia;
• e a necessidade de qualificação de profissionais de saúde para uma adequada abordagem das doenças cardiovasculares.

A assinatura acontecerá as 11h, no gabinete do ministro da Saúde, em Brasília.

Luxo movimentou US$ 5 bilhões em 2007

Luxo movimentou US$ 5 bilhões em 2007


Ana Fritsch,de São Paulo
O segmento do luxo no País movimentou, no ano passado, US$ 5 bilhões, dos quais 15% foram reinvestidos no setor. O valor é 17% superior a 2006, conforme aponta a segunda pesquisa O Mercado de Luxo no Brasil, feita pela MCF Consultoria e Conhecimento em parceria com a GFK Indicator.
O estudo indica, ainda, que o executivo do luxo é, predominantemente, do sexo masculino (60%), com idade média de 39 anos, e que suas empresas entraram em operação entre 2000 e 2007. O levantamento mostrou que 60% destas companhias que atuam no segmento mais sofisticado do mercado têm controle brasileiro.
Os números foram apresentados durante a 1ª Conferência Internacional do Negócio do Luxo, a Atualuxo 2008, que se iniciou nesta segunda-feira, no hotel Renaissence, em São Paulo, e prossegue até amanhã. O evento reúne empresários das principais empresas e marcas que operam no mercado do luxo para discutir o segmento. No mundo inteiro, as cifras são gigantescas - o mercado movimenta cerca de US$ 210 bilhões ao ano.
Segundo o diretor-presidente da GFK Indicator, Paulo Carramenha, o próximo passo será mapear o mercado do luxo em toda a América Latina. "A pesquisa é uma ferramenta para que os empresários tomem decisões mais focadas", diz. Cem empresas dos mais diversos segmentos participaram do estudo. Elas atuam nos setores de vestuário, acessórios de moda, hotelaria, turismo, viagem, calçados, relojoaria, perfumaria e vinhos.
A pesquisa apontou também que uma em cada três empresas de luxo está no ramo da moda (70%), seguido dos setores de alimentos e bebidas (18%) e saúde e cosméticos (14%). A expectativa de investimentos para 2008, conforme Carramenha, está entre US$ 5,21 bilhões e US$ 6,75 bilhões (veja evolução no quadro).
O economista e diretor-executivo para mercados emergentes no banco West LB, Ricardo Amorim, que atualmente reside em Nova Iorque, participa da conferência e reforça a idéia de que os investidores devem olhar diretamente para a América Latina, em especial para o País. "A Ásia está dando as cartas e isto é uma oportunidade única para o Brasil", diz.
Amorim ressalta as baixas taxas de juros mundiais, o aumento da demanda por commodities, a queda do preço dos produtos manufaturados e a solidez da política macroeconômica como sinais que devem ser entendidos como uma oportunidade. "O potencial de consumo está nos emergentes, o crescimento mundial não vem dos países mais desenvolvidos", afirma.
Para abrir o evento foi convidado o diretor do Pólo Luxo do Instituto Superior de Comércio (ISC) de Paris, Christophe Rioux, que também leciona na Sorbonne. "O luxo tem crescido cada vez mais, está descendo a pirâmide social e andando nas ruas", afirmou. Rioux falou sobre as estratégias de preço e de distribuição de produtos de luxo e apontou o mercado paralelo como um dos grandes desafios.

GEECAB - SBC 63o. Congresso Curitiba

Boletim Virtual: "Reunião do GEECABE



Aos sócios do GEECABE

Estamos encaminhando o link da nossa programação para o Congresso de Cardiologia de Curitiba para que você possa participar de nossas atividades, especialmente do Painel/Oficina que irá se realizar no dia 6 de setembro no período da tarde. Na ocasião o Subcomitê de Saude Pública discutirá com o Ministério da Saúde novas perspectivas para a abordagem das doenças cardiovasculares, desenvolvendo uma parceria entre as duas instituições.


Atividades do GEECABE no Congresso da SBC

Discussão no painel/oficina de Curitiba


Gostaríamos ainda de lembrá-los de nossa reunião administrativa anual (ata da reunião), onde sua presença é muito importante para definirmos os rumos que daremos ao GEECABE no próximo ano.

Reunião do GEECABE
Sala número 7 (114 pessoas) - 8 de setembro de 2008, entre 13:10h e 15h


Um abraço a todos e até lá.

Gláucia Moraes"

Restrições em propagandas de alimentos para crianças

Estudo australiano sugere restrições em propagandas de alimentos para crianças


Após analisar propagandas de alimentos voltadas para crianças, estudo australiano concluiu que os futuros debates relacionados à propaganda televisiva devem considerar a necessidade de se restringir o uso de técnicas de marketing que envolvam brindes, competições e o uso de personagens promocionais, como celebridades e desenhos animados, além de outras técnicas de persuasão. Os pesquisadores chegaram a tal conclusão após analisarem 714 horas de comerciais em dois períodos distintos em 2006 e 2007.

“Embora haja uma ligação reconhecida entre altos níveis de exposição à propaganda de alimentos não saudáveis e problemas relacionados ao peso entre crianças, há pouca pesquisa sobre até que ponto esta exposição inclui técnicas de marketing persuasivas”, afirmam os autores do estudo, Bridget Kelly, Libby Hattersley, Lesley King e Victoria Flood, todos ligados à Universidade de Sydney, na Austrália.

Segundo o artigo que aguarda publicação na edição impressa da revista científica Health Promotion International, tais métodos de marketing são freqüentemente utilizados para anunciar alimentos não essenciais para crianças, para promover o reconhecimento de uma marca por elas e uma preferência pelos produtos anunciados. “Personagens promocionais, em particular desenhos e aqueles com falas, têm sido associados a uma identificação por parte das crianças dos, e uma positiva em relação aos, produtos alimentícios, criando um reconhecimento da marca e uma lealdade desde a mais tenra idade”, dizem os especialistas.

De acordo com o artigo, o estudo teve como objetivo, especificamente, mensurar a exposição de crianças ao uso de marketing persuasivo nas propagandas de alimentos na televisão. Para tanto, os pesquisadores gravaram as propagandas veiculadas nos três canais comerciais australianos ao longo de uma semana em maio de 2006 e no mesmo mês de 2007, somando 238h por estação (ou 714h no geral). As propagandas de alimentos foram analisadas quanto ao uso de marketing persuasivo, incluindo ofertas com brindes e competições (ofertas Premium) e o uso de personagens promocionais, como celebridades e desenhos animados. /.../

Collapse of the WTO Doha Negotiations: Public Health and Trade

Collapse of the WTO Doha Negotiations: Public Health and Trade
August 1st, 2008 by bronxdoc
appointed by dr. Maria Inês Reinert Azambuja
On Wednesday, July 28th the Doha Round of World Trade Organization (WTO) negotiations collapsed in Geneva. The immediate cause of the collapse was related to agricultural protectionism. But the underlying issue seems to be the increasing willingness of developing nations to challenge the WTO. In the words of Bolivian President Evo Morales: “The WTO negotiations have turned into a fight by developed countries to open markets in developing countries to favor their big companies.”

In this posting we will briefly consider some resources for understanding the broad importance of global trade for public health.

The San Francisco-based Center for Policy Analysis on Trade and Health has been at the forefront of bringing attention to the public health implications of trade. Ellen Shaffer of CPATH was the lead author on a excellent summary of the issues Global Trade and Public Health published in the American Journal of Public Health. CPATH signals four key areas of public health concern in trade agreements:

Health Services: the “export” of health services, often a cover for privatization public systems.
Intellectual Property and Access to Medicines
Public Health Protections: often attacked as “trade barriers”
Water /.../

Monday, September 01, 2008

Top 20 Global Health Priorities

Top 20 Global Health Priorities
Friday, Nov. 23, 2007 By LAURA BLUE/LONDON

Eliminating key factors like smoking and drinking could significantly reduce heart disease and cancer risk.
Matt Cardy / Getty
time:http://www.time.com/time/health/article/0,8599,1687159,00.html

In one of the world's largest public-health collaborations, 155 experts from 50 countries have a plan to tackle the world's deadliest diseases. The result is a list, published this week in the journal Nature, of the top 20 research and policy priorities in chronic non-communicable diseases —things like heart disease, stroke, diabetes, and most cancers — which account for 60% of all deaths worldwide. It's "a road-map" for action, says lead researcher Abdallah Daar at the McLaughlin-Rotman Centre for Global Health in Toronto. It's also the first systematic attempt to prioritize these diseases globally. "With concerted action, we can avert at least 36 million premature deaths by 2015," the paper reports. Without, these largely lifestyle-driven diseases will kill some 388 million people in the next ten years, 80% of them in the developing world.

The Top 20, as printed in Nature, have been grouped into six clusters:
RAISE PUBLIC AWARENESS
1 Raise the political priority of non-communicable disease
2 Promote healthy lifestyle and consumption choices through effective education and public engagement
3 Package compelling and valid information to foster widespread, sustained and accurate media coverage and thereby improve awareness of economic, social and public health impacts
ENCHANCE ECONOMIC, LEGAL AND ENVIRONMENTAL POLICIES
4 Study and address the impact of government spending and taxation on health
5 Develop and implement local, national and international policies and trade agreements, including regulatory restraints, to discourage the consumption of alcohol, tobacco and unhealthy foods
6 Study and address the impacts of poor health on economic output and productivity
MODIFY RISK FACTORS
7 Deploy universally measures proven to reduce tobacco use and boost resources to implement the WHO Framework Convention on Tobacco Control
8 Increase the availability and consumption of healthy food
9 Promote lifelong physical activity
10 Better understand environmental and cultural factors that change behavior
ENGAGE BUSINESS AND COMMUNITY
11 Make business a key partner in promoting health and preventing disease
12 Develop and monitor codes of responsible conduct with the food, beverage and restaurant industries
13 Empower community resources such as voluntary and faith-based organizations
MITIGATE HEALTH IMPACTS OF POVERTY AND URBANIZATION
14 Study and address how poverty increases risk factors
15 Study and address the links between the built environment, urbanization and chronic non-communicable disease
REORIENTATE HEALTH SYSTEMS
16 Allocate resources within health systems based on burden of disease
17 Move health professional training and practice towards prevention
18 Increase number and skills of professionals who prevent, treat and manage chronic non-communicable diseases, especially in developing countries
19 Build health systems that integrate screening and prevention within health delivery
20 Increase access to medications to prevent complications of chronic non-communicable disease