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Friday, March 01, 2019
Fritz Kahn
Thursday, May 24, 2018
Metrópoles Oservatório Biblioteca
Nova Biblioteca Digital Observatório Metrópoles 100 livros para download
Em mais uma ação comemorativa dos seus 20 anos de história (1998-2018), o INCT Observatório das Metrópoles promove o lançamento sua nova Biblioteca Digital com o objetivo de dar continuidade à sua política de difusão científica com o compartilhamento amplo e gratuito de toda a sua produção de conhecimento. As publicações fazem parte da trajetória da rede de pesquisa e o seu compromisso com o desenvolvimento metropolitano brasileiro, especialmente os resultados do período 2009-2018 no qual o Observatório passou a integrar o Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT/CNPq/MCT&I). Como novo visual gráfico, a Biblioteca Digital disponibiliza mais de 100 livros para download gratuito aos leitores interessados pela temática urbano e metropolitana do Brasil.
Desde 2009, o Observatório integra o Programa INCT (Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia) e busca ser uma rede plurinstitucional e pluridisciplinar que procura aliar suas atividades de pesquisa e ensino com a missão social de realizar e promover atividades que possam influenciar as decisões dos atores que atuam no campo da política pública, tanto na esfera do governo, como da sociedade civil.
Ao longo da sua trajetória a Rede Observatório das Metrópoles já publicou cerca de 180 livros, resultado dos seus esforços para fortalecer os estudos metropolitanos e o debate sobre o papel das metrópoles brasileiras para o desenvolvimento nacional. Nos últimos anos a nossa rede vem reforçando sua política de difusão científica, compartilhando suas publicações em formato PDF ou E-BOOK para o público geral.
Agora os nossos leitores poderão acessar todos os livros publicados por meio da nova biblioteca digital. Como a a Coleção “Metrópoles: transformações na ordem urbana” – que oferece a análise mais completa sobre a evolução urbana do país, servindo assim de subsídio para a elaboração de políticas públicas e para o debate sobre o papel metropolitano no desenvolvimento nacional.
Esta série mostra o compromisso e o esforço dos pesquisadores do Observatório para a produção de conhecimento científico em rede relacionado ao planejamento urbano e áreas afins: são 14 livros, 169 capítulos e cerca de 270 autores das mais variadas áreas do saber analisando as transformações urbanas das principais metrópoles do Brasil no período 1980-2010, a partir de temas como organização social do território, demografia, rede urbana, dinâmicas de metropolização, moradia, mobilidade urbana, governança metropolitana, bem-estar urbano, entre outros.
A nova biblioteca também disponibiliza livros do projeto “Metropolização e Megaeventos”; clássicos da trajetória da Rede Observatório – do período 1995-2010; Coleção Teses & Dissertações; e a Coleção Conjuntura Urbana.
Acesse no link a nova Biblioteca Digital do Observatório das Metrópoles.
http://Thursday, April 03, 2014
Hemeroteca Digital Brasileira
Coleção digital de jornais brasileiros da B. Nacional.
São milhões de páginas de jornal desde a época do império com texto indexado para você pesquisar livremente.
O link para acessar o acervo é: http://memoria.bn.br/hdb/ periodico.aspx
No acervo,
Selecione o Jornal (Periódico) a ser consultado.
Selecione o Período que deseja consultar.
Digite a pesquisa desejada e clique em Pesquisar.
Abrirá uma janela listando os jornais ordenados pela quantidade de ocorrências da sua pesquisa.
Selecione um dos jornais clicando na linha dele.
O jornal abrirá na página que tem a ocorrência (bolinhas verdes grifadas na imagem).
Você pode ajustar o zoom para uma melhor leitura.
Você pode ir direto para a próxima ocorrência ou para próxima página.
O portal da Hemeroteca é: http://hemerotecadigital.bn. br/
Em caso de dúvidas na utilização do DocReader Light acesse:
http://www.docpro.com.br/ ajudaDrdLight/
São milhões de páginas de jornal desde a época do império com texto indexado para você pesquisar livremente.
O link para acessar o acervo é: http://memoria.bn.br/hdb/
No acervo,
Selecione o Jornal (Periódico) a ser consultado.
Selecione o Período que deseja consultar.
Digite a pesquisa desejada e clique em Pesquisar.
Abrirá uma janela listando os jornais ordenados pela quantidade de ocorrências da sua pesquisa.
Selecione um dos jornais clicando na linha dele.
O jornal abrirá na página que tem a ocorrência (bolinhas verdes grifadas na imagem).
Você pode ajustar o zoom para uma melhor leitura.
Você pode ir direto para a próxima ocorrência ou para próxima página.
O portal da Hemeroteca é: http://hemerotecadigital.bn.
Em caso de dúvidas na utilização do DocReader Light acesse:
http://www.docpro.com.br/
Tuesday, January 29, 2013
Saúde Baseada em Evidências: MS
Saúde Baseada em Evidências
Criado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), o Portal Saúde Baseada em Evidências reitera o compromisso do governo brasileiro de aprimorar o exercício dos trabalhadores da saúde democratizando as condições de acesso, nas suas áreas de atuação, a conteúdos cientificamente fundamentados na perspectiva de melhor atender à população.
Objetivo
Fornecer acesso rápido ao conhecimento científico por meio de publicações atuais e sistematicamente revisadas. As informações, providas de evidências científicas, são utilizadas para apoiar a prática clínica, como também a tomada de decisão para a gestão em saúde e qualificação do cuidado, auxiliando assim os profissionais da saúde.
Público-Alvo
Os conteúdos estão disponíveis para os profissionais de saúde vinculados ao respectivo Conselho Profissional. Terão acesso à pesquisa os profissionais das áreas de Biologia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Serviço Social.
Friday, December 14, 2012
Hemeroteca BR
Cinco milhões de páginas digitalizadas à disposição dos interessados. Assim é a Hemeroteca Digital Brasileira, lançada oficialmente na última semana e disponível para consulta gratuita no site da Biblioteca Nacional.
A Fundação Biblioteca Nacional oferece aos seus usuários a Hemeroteca Digital Brasileira, portal de periódicos nacionais que proporciona ampla consulta, pela internet, ao seu acervo de periódicos - jornais, revistas, anuários, boletins etc. - e de publicações seriadas.
Na Hemeroteca Digital Brasileira pesquisadores de qualquer parte do mundo passam a ter acesso, inteiramente livre e sem qualquer ônus, a títulos que incluem desde os primeiros jornais criados no país - como o Correio Braziliense e a Gazeta do Rio de Janeiro, ambos fundados em 1808 - a jornais extintos no século XX, como o Diário Carioca e Correio da Manhã, ou que não circulam mais na forma impressa, caso do Jornal do Brasil./.../
Sunday, April 22, 2012
Coleções
Memória de internet
Cada vez mais numerosa, lista de acervos digitalizados de cientistas e personalidades conta agora com coleção de Nelson Mandela. A tendência, que pode ajudar a preservar a história da ciência e das lutas sociais, ainda tem poucas e isoladas iniciativas brasileiras.
Diários, bilhetes, cadernos, cartas, fotos: acervos ‘on-line’ reúnem enorme quantidade de documentos de grandes cientistas e personalidades e permitem conhecer o passado e pensar o futuro da ciência e das lutas sociais. (montagem: Marcelo Garcia)
O lançamento recente de um acervo on-line de documentos e imagens do líder político sul-africano Nelson Mandela é mais um passo de um movimento que tem reforçado o papel da internet como receptáculo moderno da memória da humanidade. Mandela entra para a lista de grandes cientistas e personalidades que passam a ter um vasto material relacionado à sua vida preservado e acessível na rede. No Brasil, iniciativas desse tipo, verdadeiros convites a conhecer o passado e grandes oportunidades de pensar sobre o futuro, ainda são isoladas e esbarram na falta de investimento e numa cultura que pouco valoriza sua história.
O acervo do líder africano foi disponibilizado pelo Centro de Memória Nelson Mandelaem parceria com o Instituto Cultural Google. Entre as fotos, diários e documentos digitalizados, estão um mandado de prisão, cartas escritas do cárcere para sua famíliae até seu cartão da igreja. A CH On-line já abordou iniciativas parecidas, quando do lançamento dos acervos digitais dos físicos Albert Einstein e Isaac Newton, por uma universidade de Jerusalém e pela Biblioteca Digital de Cambridge, respectivamente.
A Biblioteca de Cambridge tem o projeto de digitalizar todo seu acervo de sete milhões de livros e documentos
A biblioteca britânica, aliás, tem o projeto de digitalizar todo o seu acervo de sete milhões de livros e documentos. Até agora, entre o material on-line é possível conferir, por exemplo, uma série de textos islâmicos, alguns com mais de mil anos, e um acervo donaturalista britânico Charles Dawrin, que conta com rascunhos da teoria da evolução e notas de sua viagem no Beagle. Quem também está interessada na área é o Google, que pretende usar o projeto de Mandela como modelo para resgatar a vida de outras personalidades do século 20.
História digital do mundo
Há muitos outros exemplos desse recente ‘ganho de memória’ da internet. A vida do próprio Sir Isaac é alvo de outras iniciativas, como o Newton Project, da Universidade de Sussex, e um projeto da Biblioteca Nacional de Israel que aborda o lado místico do personagem. Interessado em teologia e alquimia, ele via na análise das escrituras sagradas uma ciência capaz, inclusive, de prever o fim do mundo (em 2060, anotem aí).
- Ao ter seus arquivos pessoais disponibilizados na internet, Nelson Mandela se junta a personalidades e cientistas como Newton, Einstein e Darwin. (imagem: reprodução)
Nos Estados Unidos, diversos nomes importantes para a formação do país têm seus acervos disponíveis on-line, como Abraham Lincoln, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson – iniciativas mantidas pela Biblioteca do Congresso e pelas universidades de Yale e de Princeton, respectivamente. O ativista político Martin Luther King Jr também possui uma coleção digital, com fotos e rascunhos de seus mais importantes discursos.
O Instituto Americano de Física preserva acervos com mais de 30 mil documentos de diversos cientistas e uma coleção de história oral com centenas de entrevistas, além de promover exposições on-line sobre importantes personagens da história da ciência, como Marie Curie e suas descobertas sobre a radioatividade e Werner Heisenberg, um dos fundadores da mecânica quântica. Na área de economia e política, o Avalon Projectreúne documentos como o Código de Hamurabi e até o Tratado de Tordesilhas.
Amnésia brasileira
Apesar da importância que a pesquisa brasileira apresenta hoje, as iniciativas de resgate dessa história ainda são muito isoladas no país. Na opinião do jornalista e historiador da ciência Cássio Leite Vieira, editor de internacional da revista Ciência Hoje, elas esbarram na falta de uma cultura de preservação. “Temos pouca tradição no campo e, em geral, a história recebe pouco destaque na formação dos novos pesquisadores”, afirma.
Especialista em filosofia e história da ciência, Antonio Augusto Videira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), critica o atual modelo produtivista de construção do conhecimento. “É fundamental valorizar nossa história, pois só assim podemos avaliar as consequências de nossas decisões”, defende. “Por isso, são necessárias políticas públicas e ações pulverizadas, com a formação de redes, pois o material a ser preservado é maior que a capacidade das instituições dedicadas a esse trabalho.”
- Diversas iniciativas internacionais têm ajudado a recuperar a memória de grandes cientistas. O Brasil conta com projetos isolados, mas que já o colocam em posição de destaque entre países sulamericanos e em desenvolvimento. (imagens: reprodução; montagem: Marcelo Garcia)
Uma dessas instituições é a Casa de Oswaldo Cruz (COC), da Fiocruz, que preserva – e agora disponibiliza na internet – acervos de pesquisadores da área da saúde, comoCarlos Chagas e Adolpho Lutz. O historiador Paulo Elian, vice-diretor da entidade, defende a importância de combinar preservação com pesquisa histórica e divulgação científica e destaca a falta de políticas públicas no setor. Na própria Fiocruz, outro acervo interessante é o do sanitarista e político Sérgio Arouca, criado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em saúde (Icict)
Outra instituição com tradição em preservar a história da ciência, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), guarda documentos de pesquisadores como o médico Olympio da Fonseca e o físico Bernhard Gross, mas pouco desse material está disponível on-line. Situação parecida com a da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que reúne documentos de personalidades que vão do médico e político Arthur Neiva aTancredo Neves, porém disponibiliza pouco desse acervo na internet. A FGV mantém, ainda, projeto de preservação da história oral por meio de entrevistas com grandes personalidades sobre a sociedade brasileira.
É claro que existem problemas, mas estamos adiantados em relação aos demais países em desenvolvimento
Algumas universidades, como a Estadual de Campinas (Unicamp), também possuem acervo on-line de pesquisadores como o físico César Lattes e o historiador Sérgio Buarque de Holanda. Documentos e imagens de cientistas como Nise da Silveira e José Reis estão disponíveis no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Outras iniciativas isoladas preservam pequenos acervos de figuras como José Bonifácio, Santos Dumont, Juscelino Kubitschek e Paulo Freire. Há ainda material sobre episódios importantes da história brasileira nos sites da Biblioteca Nacional, do Acervo Nacional e da Rede da Memória Virtual.
Apesar de toda a limitação apontada pelos especialistas, há exemplos interessantes de ricos acervos já disponibilizados on-line no Brasil. Por isso, a arquivologista Maria da Conceição Castro, chefe do departamento de documentação da Casa de Oswaldo Cruz, destaca o pioneirismo do país. “Os sistemas de acervo informatizados são recentes e requerem um grande detalhamento e investimento. É claro que existem problemas, mas estamos bastante adiantados em relação aos países sulamericanos e em desenvolvimento.”
Wednesday, April 04, 2012
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