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Sunday, November 09, 2008

Rosuvastatin to Prevent Vascular Events in Men and Women with Elevated C-Reactive Protein

Background Increased levels of the inflammatory biomarker high-sensitivity C-reactive protein predict cardiovascular events. Since statins lower levels of high-sensitivity C-reactive protein as well as cholesterol, we hypothesized that people with elevated high-sensitivity C-reactive protein levels but without hyperlipidemia might benefit from statin treatment.

Methods We randomly assigned 17,802 apparently healthy men and women with low-density lipoprotein (LDL) cholesterol levels of less than 130 mg per deciliter (3.4 mmol per liter) and high-sensitivity C-reactive protein levels of 2.0 mg per liter or higher to rosuvastatin, 20 mg daily, or placebo and followed them for the occurrence of the combined primary end point of myocardial infarction, stroke, arterial revascularization, hospitalization for unstable angina, or death from cardiovascular causes.

Results The trial was stopped after a median follow-up of 1.9 years (maximum, 5.0). Rosuvastatin reduced LDL cholesterol levels by 50% and high-sensitivity C-reactive protein levels by 37%. The rates of the primary end point were 0.77 and 1.36 per 100 person-years of follow-up in the rosuvastatin and placebo groups, respectively (hazard ratio for rosuvastatin, 0.56; 95% confidence interval [CI], 0.46 to 0.69; P<0.00001),> rates of 0.17 and 0.37 for myocardial infarction (hazard ratio, 0.46; 95% CI, 0.30 to 0.70; P=0.0002), 0.18 and 0.34 for stroke(hazard ratio, 0.52; 95% CI, 0.34 to 0.79; P=0.002), 0.41 and 0.77 for revascularization or unstable angina (hazard ratio, 0.53; 95% CI, 0.40 to 0.70; P<0.00001),> the combined end point of myocardial infarction, stroke, or death from cardiovascular causes (hazard ratio, 0.53; 95% CI, 0.40 to 0.69; P<0.00001),> any cause (hazard ratio, 0.80; 95% CI, 0.67 to 0.97; P=0.02).Consistent effects were observed in all subgroups evaluated. The rosuvastatin group did not have a significant increase in myopathy or cancer but did have a higher incidence of physician-reported diabetes.

Conclusions In this trial of apparently healthy persons without hyperlipidemia but with elevated high-sensitivity C-reactive protein levels, rosuvastatin significantly reduced the incidence of major cardiovascular events. (ClinicalTrials.gov number, NCT00239681 [ClinicalTrials.gov] .)

Do 1º BOLETIM DA COBERTURA ONLINE DO AHA 2008 REALIZADO PELA SBHCI

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM OS DRS. PATRICK SERRUYS E GARY MINTZ


O ano de 2008 foi marcado pela quebra de alguns paradigmas da cardiologia intervencionista.

Quais foram os mais impactantes progressos obtidos em 2008 e quais as perspectivas para 2009?

Confiram a opinião de dois dos mais renomados especialistas da atualidade SBHCI

Dr Patrick SerruysDr. Gary Mintz

SBHCI: Quais foram os mais importantes avanços obtidos em 2008?

Dr. Patrick Serruys: Acho que os mais importantes foram a desmistificação da angioplastia de tronco não protegido e de multiarteriais, com os resultados do estudo SYNTAX, dados promissores do estudo envolvendo stents bioabsorvíveis (ABSORB), resultados do estudo com inibidores da LLPPLA 2 e finalmente a consistência dos benefícios obtidos no tratamento percutâneo da estenose aórtica
Dr. Gary Mintz: Eu salientaria os resultados do estudo SYNTAX e ao mesmo tempo lembraria do estudo MAIN COMPARE, no qual o tratamento do tronco não protegido guiado por ultrassom mostrou menor taxa de eventos adversos no seguimento de 3 anos quando comparado ao tratamento guiado apenas pela angiografia, e finalmente destacaria a robustez dos dados do tratamento percutâneo da valva aórtica como os de maior repercussão.


SBHCI: Quais as expectativas para 2009

Dr. Patrick Serruys: Eu acho que a possibilidade de tratamento da insuficiência mitral de modo percutâneo, a segunda geração dos stents bioabsorvíveis e novos métodos de detecção da placa vulnerável possivelmente serão assuntos de destaque no próximo ano.
Dr. Gary Mintz: Acho que a possibilidade de tratamento da insuficiencia mitral é fato, mas anatomicamente difícil. Em relação a novos metodos de imagem, teremos a possibilidade de utilização de um catéter único para a realização de ultrassom intracoronário (IVUS) e tomografia por coerência óptica (TCO), aliás, acho que a TCO tem ganho demasiado destaque quando comparada ao IVUS, sem um aparente motivo, já que não agrega tantas informações adicionais e tem custo extremamente elevado.

Saturday, November 08, 2008

Can health equity become a reality?

The Lancet, Volume 372, Issue 9650 - 8 November 2008


http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(08)61663-3/fulltext


Health Equity - A global movement to address the social determinants of health has been gathering pace. This week's issue of The Lancet contributes to this campaign by publishing evidence on actions that can reduce the startling health inequalities that persist within and between countries./.../

Friday, November 07, 2008

Closing the gap in a generation:

Closing the gap in a generation: health equity through action on the social determinants of health

Prof Michael Marmot PhD a Corresponding AuthorEmail AddressSharon Friel PhD aRuth Bell PhD aTanja AJ Houweling PhD aSebastian Taylor PhD aon behalf of the Commission on Social Determinants of Health

Summary

The Commission on Social Determinants of Health, created to marshal the evidence on what can be done to promote health equity and to foster a global movement to achieve it, is a global collaboration of policy makers, researchers, and civil society, led by commissioners with a unique blend of political, academic, and advocacy experience. The focus of attention is on countries at all levels of income and development. The commission launched its final report on August 28, 2008. This paper summarises the key findings and recommendations; the full list is in the final report.

Exercício e memória

Estudo australiano é o primeiro a mostrar que a atividade física melhora a cognição 

Fazer exercício físico melhora a memória? Parece intuitivo que sim, mas... Sem, ‘mas’. Veio a público um trabalho que, segundo os autores, é a primeira evidência de que a resposta é um rotundo ‘sim’, pelo menos para adultos maduros. 

Na pesquisa, 138 adultos, com mais de 50 anos, que relataram algum problema de perda de memória (mas sem sinais de senilidade), foram divididos em dois grupos. No primeiro, os indivíduos foram orientados a praticar, em casa, pelo menos três sessões semanais de 50 minutos de exercícios moderados, sendo a caminhada o mais recomendado. Esse programa durou 24 semanas. /.../

ACC/AHA 2008 Guidelines for the Management of Adults With Congenital Heart Disaeases

It is important that the medical profession play a central role in critically evaluating the use of diagnostic procedures and therapies introduced and tested for detection, management or prevention of disease. Rigorous, expert analysis of the available data documenting absolute and relative benefits and risks of these procedures and therapies can produce guidelines that improve the effectiveness of care, optimize patient outcomes, and favorably affect the cost of care by focusing resources on the most effective strategies.
The American College of Cardiology Foundation (ACCF) and the American Heart Association (AHA) have jointly engaged in the production of guidelines in the area of cardiovascular disease since 1980. The American College of Cardiology (ACC)/AHA Task Force on Practice Guidelines
is charged with developing, updating, and revising practice guidelines for cardiovascular diseases and procedures and directs this effort. Writing committees are charged with assessing the evidence as an independent group of authors to develop, update, or revise recommendations for clinical practice.
Experts in the subject under consideration have been selected from both organizations to examine subject-specific data and write guidelines in partnership with representatives from other medical practitioner and specialty groups. Writing committees are specifically charged to perform a formal literature review, weigh the strength of evidence for or against particular treatments or procedures, and include estimates of expected health outcomes where data exist.
Patient-specific modifiers, comorbidities, and issues of patient preference that might influence the choice of tests or therapies are considered, as well as the frequency of follow-up and cost-effectiveness. When available, information from studies on cost is considered, but data on efficacy and clinical outcomes constitute the primary basis for recommendations in these guidelines.

Perfil de Mortalidade do Brasileiro

Encaminho o clipping de hoje do Ministerio com as notícias de inúmeros jornais de todo o Brasil; a pauta hoje foi o perfil de mortalidade no Brasil divulgado ontem na ExpoEPI da SVS/MS que acontece essa semana em Brasília

É uma análise das informações disponíveis do Sistema de Mortalidade-SIM no ultimo ano analisado-2005

Interessante o numero de AVC-primeira causa de morte

Vcs da Cardiologia e da HÁ-mais uma gde justificativa pra programas amplos de prevenção de DCV serem prioridade nacional!

Abraços

Rosa

Rosa Sampaio Vila-Nova

Coordenadora Nacional de HA e DM

Departamento de Atenção Básica

Secretaria de Atenção à Saúde

Ministério da Saúde

(61) 3325.6388

www.saude.gov.br/dab


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How Obama Rewrote the Book

.....
Barack Hussein Obama did not win because of the color of his skin. Nor did he win in spite of it. He won because at a very dangerous moment in the life of a still young country, more people than have ever spoken before came together to try to save it. And that was a victory all its own./.../

'Green' Neighborhoods Reduce Mortality for the Poor

GLASGOW, Scotland, Nov. 6 -- Access to parks and other green space may ease health disparities for the poor, researchers here found.

Low income was associated with an increased incidence of all-cause mortality of 93% in areas with the fewest forests, parks, and playing fields but only 43% in the greenest areas, reported Richard Mitchell, Ph.D., of the University of Glasgow, and Frank Popham, Ph.D., of the University of St. Andrews in St. Andrews, Scotland, in the Nov. 8 issue of The Lancet.

The population-based study revealed the same decrease in disparities for circulatory disease-related mortality in the most versus least green areas (incidence rate ratio 1.54 versus 2.19).

These findings add to accumulating evidence that physical environment plays a role in socioeconomic health inequalities, they wrote.

One recent study found that "greenness" in urban inner-city areas kept kids from becoming obese. (See: Urban Green Space Keeps Kids from Getting Fat)/.../

Thursday, November 06, 2008

SIM, NÓS PODEMOS...

SIM, NÓS PODEMOS...

Aloyzio Achutti. Médico.

(Artigo enviado para Zero Hora)

Confesso ter me emocionado ouvindo o discurso do novo Presidente dos Estados Unidos. Afinal compartilhamos do mesmo planeta nesta viagem sideral e - em se tratando de nossos irmãos do norte - tudo que lá acontece termina refletindo no resto do mundo.

Alimentava certa esperança, mas com tantas frustrações acumuladas, e nossa experiência de terceiro-mundista, desconfiava que os nobres ideais, restritos aos contos e filmes infantis como o Tom e Jerry - mais uma vez por lá - predominaria a vitória do mais agressivo e mais arrogante.

A continuidade política, a genealogia e a figura do herói de guerra, com seqüelas que poderiam justificar atitudes de vindita, pareciam elementos bem arranjados para vencer alguém que, até bem pouco, poderia seria considerado como representante das minorias étnicas alijadas do poder.

Depois de esquentar a guerra fria e quase desencadear um cataclisma atômico, de ignorar a lenta destruição da terra através do aquecimento global, depois que as trombetas soaram fazendo ruir as duas torres, no fragor de duas guerras espoliadoras e mal explicadas, depois da débâcle do sistema financeiro, mais uma vez sobra o recurso ao estereótipo também disseminado pelo cinema. Os heróis de última hora têm chance de conseguir dar meia volta no rumo da história e surge Barack Houssein Obama.

Muito bem articulado seu discurso da vitória em Chicago, ele recorre ao slogan “sim, nos podemos”. Dupla interpretação é possível: poder como chance e oportunidade para os desesperançados, e poder como força e potência para os acostumados com a arrogância.

Passada a euforia haverá que enfrentar problemas reais e estruturas enrijecidas pelo tempo e pelos interesses contrários, mas como ele mesmo o disse: “esse é nosso momento”, e a oportunidade de caminhar em nova direção.

Além do impacto mundial que possíveis mudanças no país mais poderoso do mundo possam nos acarretar, a mensagem simbólica do que aconteceu na América do Norte - queiramos ou não, nosso modelo de desenvolvimento - nos dá alento para repetir também “sim, nos podemos”, ao menos continuar sonhando com um mundo melhor.

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In addition to the Lancet journals' medical news, research, review, and opinion, the new site offers more functionality and features and will continue to expand in the coming months.

We thank the many Lancet readers and authors worldwide who have helped shape the new website, and invite you to tell us what you think.

Listen to Richard Horton and Harriet Bell introducing the new website in ourlaunch podcast. (mp3, 10:27 mins, 9.57Mb)

Wednesday, November 05, 2008

Barack Obama: This is our moment



(Apud: Terra news: http://noticias.terra.com.br/mundo/eleicoesnoseua2008/interna/0,,OI3308376-EI10986,00-Confira+na+integra+o+discurso+da+vitoria+de+Obama.html )

(No link do título desta postagem está o discurso com voz e imagens)

"Olá, Chicago! Se alguém aí ainda dúvida de que os Estados Unidos são um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta.

É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas vozes poderiam fazer esta diferença.

É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas, homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados.

Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e Estados azuis.

Somos, e sempre seremos, os EUA da América. É a resposta que conduziu aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção à esperança de um dia melhor.

Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos EUA. Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do senador McCain.

O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço prestado por este líder valente e abnegado.

Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante os próximos meses.

Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden.

E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama.

Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca.

Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo, junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável.

A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs, muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política, creio eu, da história dos EUA da América.

A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a cada passo do caminho. À melhor equipe de campanha formada na história da política.

Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que sacrificaram para conseguir. Mas, sobretudo, não esquecerei a quem realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a vocês.

Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas salas de Concord e nas varandas de Charleston.

Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à causa.

Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração, que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que os trouxeram pouco dinheiro e menos sono.

Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.

Esta é a vitória de vocês. Além disso, sei que não fizeram isto só para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim.

Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente. Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira em um século.

Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para dar a vida por nós.

Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas médicas ou como economizarão o suficiente para a educação universitária de seus filhos.

Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas.

O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos.

Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos. Haverá percalços e passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo não pode resolver todos os problemas.

Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E, sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos, bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada.

O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite de outono.

Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito de sacrifício.

Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se preocupa não só com si próprio, mas um com o outro.

Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main Street (comércio ambulante) sofre.

Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo.

Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da união nacional.

Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso progresso.

Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob tensão, não devem romper nossos laços de afeto.

E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso de sua ajuda e também serei seu presidente.

E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras, em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança americana.

A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.

E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e firme esperança.

Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã.

Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite é a de uma mulher que votou em Atlanta.

Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.

Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de sua pele.

Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para continuar em frente com esta crença americana: Podemos.

Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas, expressarem-se e estenderem a mão para votar. Podemos.

Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos.

Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com grandeza e a democracia foi salva. Podemos.

Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de Atlanta que disse a um povo: "Superaremos". Podemos.

O homem chegou à lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou através de nossa ciência e imaginação. E este ano, nestas eleições, ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA, durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar. Podemos.

EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer.

Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso faremos?

Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso momento. Esta é nossa vez.

Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos esperança.

E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna que resume o espírito de um povo: Podemos.

Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os EUA da América".

 

British America Tobacco: Vintage year for

(Apud ASH Daily)

Share view: Vintage year for British America Tobacco

Created:
 
4 November 2008
 
Written by:
 
Richard Hemming

Times may be hard, but third-quarter figures from British American Tobacco(BAT) suggest that hard-pressed consumers have few intentions yet of giving up on their cigarettes. Indeed, the performance prompted chief executive Paul Adams to remark that '2008 is shaping up to be a vintage year for BAT'. Whether consumers become keener to kick the habit as things get tougher remains to be seen, but Mr Adams sounds bullish. 'We're not seeing anything at the distributor or consumer level. We're not worried, but we recognise the risk.'

The world's second largest cigarette maker saw its operating profit increase 18 per cent to £2.714bn in the three months to the end of September. Exclude the effect of exchange rates and operating profit grew 10 per cent. The main driver of growth was from emerging markets in eastern Europe, Africa, the Middle East and Latin America, with revenues over the quarter climbing more than 25 per cent. Another key factor was the performance of BAT's premium products, with sales rising 7 per cent on brands including Dunhill and Kent - so it seems that customers are not yet trading down to cheaper brands as consumer conditions get tougher./.../

Smokers banned from fostering

(Apud ASH Daily)

Last Modified: 04 Nov 2008
Source: PA News

A controversial new policy to ban smokers from fostering children has been passed by a London council.

The ban, which was passed unanimously at a cabinet meeting of Redbridge Council, means that children in the east London borough will not be placed with foster carers who smoke after January 2010.

Councillors say the move is crucial in protecting children from the harmful effects of passive smoking, but concerns have been raised that the ban could reduce the number of loving foster homes available to vulnerable children.

Speaking after the meeting, the cabinet member for children, Tory councillor Michael Stark, said: "We know this is a difficult issue because some people will feel it is an intrusion on personal freedoms, but we also know that smoking increases the risk of serious illness in childhood.

"The bottom line is that we must put the welfare of young children in our care first."/.../

Saturday, November 01, 2008

Sérgio Luis Bassanesi no International Institute for Health and Society

O AMICOR Sérgio Luis Bassanesi que tem se dedicado a estudos sobre determinação Social de Saúde e Doenças, entre os quais (em colaboração com outra AMICOR Maria Inês Reinert Azambuja) os relacionados com Mortalidade Precoce por Doenças Cardiovasculares em Porto Alegre, premiado no Congresso da SBC de São Paulo e agora entre os três finalistas para a área de Epidemiologia entre os melhores artigos do ano dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, vai colaborar com o International Institute for Health and Society, dirigido por Sir Michael Marmot.

Society & Health, Social Justice, Sustainable Human Development, Global Commitment

 The UCL International Institute for Society and Health is a unique multidisciplinary collaboration of leading academics, working on health and society in a global context in conjunction with the Commission on Social Determinants of Health (CSDH) established by WHO. The Institute brings together renowned leaders in the disciplines of Anthropology, Development, Economics, Epidemiology, Medicine and Sociology from different UCL departments, to work collaboratively on global health problems. 

Friday, October 31, 2008

Rimonabant: Uso suspenso!

De: 

Mario Maranhao

 to aloyzio.achutti


Caros amigos: Voltei dos Estados Unidos onde tambem se discute a possibilidade de se suspender a comercialização do Champix (Varenecline)por ação do FDA.
Veja que o rimonabant que tantos problemas causou,sómente agora está sendo retirado do mercado.
Atenciosamente,
Mario Maranhão

Fumo passivo: R$37 milhões

Mídia do Dia: 31/10/2008
Data de Veiculação: 31/10/2008 


Fumo passivo custa R$ 37 mi

Veículo: A Crítica

Seção: Brasil

Data: 31/10/2008

Estado: AM



O governo gasta R$ 37 milhões por ano com tratamento de saúde e pensões pagas pela morte de vítimas de doenças provocada pelo tabagismo passivo. Esse cálculo foi feito pelo estudo "Impacto do Custo de Doenças relacionadas com o tabagismo passivo no Brasil", pesquisa econômica encomendada pelo Instituto Nacional do Câncer à Universidade Federal do Rio de Janeiro e divulgado ontem pela manhã.

O estudo teve como base a estimativa entre "mortalidade atribuível ao tabagismo passivo no Brasil", que calculou que 2.655 não fumantes morrem todo o ano no País em conseqüência de doenças isquêmicas do coração, principalmente enfarte, acidente vascular cerebral e câncer de pulmão - as três principais doenças relacionadas ao fumo.

Dos R$ 37 milhões, R$ 19,15 milhões referem-se aos gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) e R$ 18 milhões são pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul

Parabens pelos 60 anos de nossa Sociedade!

50 Best Inventions 2008

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