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Saturday, April 25, 2015

Big Ideas

Where Are The Big Ideas in Neuroscience? (Part 1)

By Neuroskeptic | April 19, 2015 11:03 am
Why are there no big ideas in neuroscience?
unsolved_brain
By “big” ideas, I mean schools of thought, philosophies, or movements.Psychology has had, and continues to have, plenty of them: behaviorism,cognitivismFreudianismsocial constructionism, to name a few. But whenever I’ve tried to think of the neuroscience equivalents of these big ideas, I’ve drawn a blank.
Neuroscientists don’t seem to disagree on the big issues.
This doesn’t mean that we agree on everything. The field has plenty of controversies and debates, but they are focused around particular experiments and hypotheses. Factions can form, e.g. there are enthusiasts and skeptics in (say) mirror neurons. But these aren’t schools of thought in a real sense. Most neuroscientists don’t need to take sides, because mirror neurons are just one neural system.
By contrast, strict behaviorism (say) questions the foundations of the whole of psychology. Has there ever been an idea big enough to question the whole of neuroscience?
Psychology has an intellectual history, whereas neuroscience doesn’t really. We can trace the history of psychology from early philosophical approaches, to introspectionism, to empiricism, Freud, then Skinner’s behaviorism, Chomsky, the cognitive revolution, and so on. We can trace how psychologists thought, and how they changed their minds, over time. We can track the rise and fall of -isms.
In neuroscience, on the other hand, this kind of history just doesn’t work. Our knowledge of the brain has grown over time, and neuroscientists have changed their minds on specific issues, but it’s hard to point to a time when we questioned and rethought neuroscience as a whole. The history of neuroscience is little more than a timeline of who discovered what, when.
Possibly the closest thing neuroscience has to a big idea in the psychology sense is the Bayesian Brain, the idea that the brain is built around Bayesian inference. As far as I can see, Karl Friston’s Bayesian Free Energy Principle(FEP) is perhaps neuroscience’s only candidate for a theory on the scale of Freud’s.
Where are all other big ideas? And is it a good thing or a bad thing that neuroscience lacks them?

Fronteiras: Como viver juntos

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Hubble

SCIENCE - OUT THERE

Video VIDEO: Hubble Reflects the Cosmos
After 25 years, the Hubble Space Telescope is still surprising us. Hubble has been called the most important advance in astronomy since Galileo, and its greatest discoveries might still be ahead.
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Hubble Reflects the Cosmos

BY Dennis Overbye, Jonathan Corum and Jason Drakeford | Apr. 24, 2015 | 3:02
After 25 years, the Hubble Space Telescope is still surprising us. Hubble has been called the most important advance in astronomy since Galileo, and its greatest discoveries might still be ahead.

Cidades

QUANDO NASCEM AS CIDADES

Qualquer pessoa que se interesse pela História do Brasil provavelmente já gastou alguns minutos tentando imaginar como seria uma cidade atual nos tempos da Colônia (por exemplo, aquela em que vive). Quantas pessoas moravam nessa cidade? Como seriam as casas dos moradores? E a igreja? Onde ficava a sede do governo municipal? Seria mesmo ali, naquela rua onde hoje está um shopping center?
São perguntas que podem ser respondidas através da pesquisa histórica, principalmente a partir dos documentos da época. O Arquivo Público do Estado de São Paulo guarda, dentro do seu acervo, fundos que esclarecem as origens de várias cidades paulistas. São conjuntos documentais como os Maços de População, ou a documentação da Secretaria de Governo da época colonial que, analisados e comparados com outros da mesma época, podem também determinar o núcleo inicial onde tais cidades se formaram. É por isso que o Grupo de Pesquisa História das Cidades: Ocupação Territorial e Ideários Urbanos, do CEATEC (Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologia) da PUC Campinas, vem visitando o Apesp, para subsidiar a pesquisaFundação de cidades e constituição da rede urbana no território paulista?[1]. A pesquisa já gerou vários produtos, inclusive trabalhos de Iniciação Científica sobre a formação de cidades como Sorocaba e Campinas./.../

Friday, April 24, 2015

Mammoth

Scientists Have Sequenced the Entire Genome of a Woolly Mammoth

Woolly Mammoth
Science Picture Co/Getty Images/Collection Mix: Subjects RMWoolly Mammoth

Genetic factors may have been responsible for their disappearance/.../

Amazon

The rise of Amazon Web Services

 April 23 at 7:41 PM  

Nearly a decade after it started as an internal project for a group of engineers, Amazon.com’s cloud services unit has turned into the online retailer’s fastest-growing business./.../

O Museu das Águas


21/abr/2015, 9h39min
A cidade, as águas e o museu (por Luiz Antonio T. Grassi)
Estou em Yasd, no Irã, cidade de uma região em que a precipitação pluviométrica média é de cinco milímetros por ano (dois ou três por cento do que chove no Rio Grande do Sul). Visito Museu da Água, em uma antiqüíssima casa, onde documentos, artefatos, maquetes e reproduções traçam a história e a importância da água para aquela sociedade. A convivência com a escassez milenar torna natural o respeito à história de como a sociedade local soube enfrentar os desafios e os conflitos decorrentes da falta de água (não só para beber, mas para a higiene, para a agricultura e para os animais).
Em outro ponto do arco civilizatório, visito o Pavilháo da Água de Paris. A cidade do Sena mostra a história do seu abastecimento hídrico, demonstra seus problemas com as águas, a importância dessas para todas as atividades, mostra como a água se manifesta na natureza e ainda impulsiona a criatividade artística relacionada á substância líquida vital através, por exemplo, do “design” de artefatos para os usos domésticos e urbanos da água.
Já em Lisboa, a ênfase histórica marca seu Museu da Água. Visito um segmento situado em antiga casa de bombas, relíquia por si só, enriquecida por um sem número de artefatos e documentos. Outros dois locais, de forte apelo turístico são o Aqueduto das Águas Livres e o Reservatório da Patriarcal, monumentos históricos pertencentes ao Museu. Desde o reservatório, pode-se fazer uma caminhada por um canal subterrâneo até uma praça, enquanto se absorve informações da história das águas de Lisboa.
São três cidades, entre muitas, que cultivam essa museologia que reflete não só a importância histórica da água para as civilizações, mas também as apreensões e os desafios que a atual crise da água, global e regionalmente provoca para a humanidade. Entre nós, foi preciso que a maior cidade do Brasil ficasse à beira de um colapso do abastecimento de água potável para que a sociedade, os governantes e os meios de comunicação dessem importância à crise da escassez hídrica.
Porto Alegre quer entrar para o rol das cidades que têm seu museu dedicado ás águas – assim, no plural, para indicar, desde o nome, as múltiplas formas, estados físicos e localizações da água no planeta e ainda, os inumeráveis usos e funções desse bem ambiental insubstituível, mas limitado e desigualmente distribuído. A capital gaúcha quer ter seu Museu das Águas porque nasceu e cresceu banhada e alimentada por um manancial que a caracteriza, a distingue e a embeleza.
Um museu, na sua etimologia, é uma “casa das musas”, entidades da mitologia clássica com a missão de inspirar conhecimentos, atitudes, obras. E o que vão inspirar essas “musas das águas”? O Museu das Águas de Porto Alegre vai cuidar da História, preservando, conservando, expondo tudo o que se refere ao relacionamento da sociedade com as águas (artefatos, documentos etc). Também vai estar a serviço da Educação, com equipamentos e atividades voltadas ao conhecimento e à conscientização dos temas hídricos. E além disso, vai ser um centro de criatividade onde as musas de todas as artes estarão ocupadas em inspirar obras de arte que tenham as águas como tema, material ou suporte.
Porto Alegre merece ter seu Museu das Águas.
A importância cultural, social, educacional, de equipamento urbano e de marco turístico pode ser avaliada ao confrontarmos com o que acontece em outras cidades brasileiras onde multiplica-se a criação de iniciativas semelhantes. O Rio de Janeiro renova-se e prepara-se para as Olimpíadas de 2016 com diversas iniciativas, como o Museu do Rio de Janeiro – MAR e com o Museu do Amanhã (projeto do famoso arquiteto Santiago Calatrava), ambos revolucionando o centro histórico da cidade. Belo Horizonte tem-se destacado, no cenário internacional com diversos museus e centros de cultura, inaugurados nos últimos anos, como o Centro de Arte Popular CEMIG, o Museu de Artes e Ofícios, entre outros (configurando, inclusive, o Circuito Cultural Praça da Liberdade). Próximo á capital mineira, o Museu Parque de Inhotim tem sido classificado como o maior museu a céu aberto do mundo e tornou-se um centro de peregrinação turístico-cultural internacional. A capital pernambucana também tem valorizado as iniciativas culturais, com o Museu Oficina Francisco Brennand, absolutamente original em todo o mundo, o Instituto Ricardo Brennand, o Museu do Homem do Nordeste.
Por sua vez, Porto Alegre começou a ingressar nesse rol de cidades que valorizam a cultura e incentivam o turismo cultural com o magnífico museu da Fundação Iberê Camargo. A arquitetura de Alvaro Siza colocou nossa capital no mapa dos centros culturais mundiais, o que demonstra o quanto temos a ganhar com iniciativas semelhantes.
De outra parte, a orla do Guaíba é o cenário perfeito para um Museu das Águas, conjugando o espetáculo natural com a presença do objeto central do museu, a água. Entendemos que é hora de a capital gaúcha honrar as tradições intelectuais de nosso povo e ocupar o posto que merece entre as cidades que se destacam pelas iniciativas culturais.
O Museu das Águas de Porto Alegre (MUSA) foi criado, formalmente, no último Dia Mundial da Água, 22 de março, culminando um trabalho preparatório de diversos anos. A idéia inicial surgiu no II Fórum Internacional das Água promovido pela Associação Riograndense de Imprensa. A partir de 2009, foi-se constituindo um grupo de trabalho coordenado pela artista plástica Zoravia Bettiol. Em 2010 diversas entidades foram procuradas e deram sua adesão à proposta. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul foi a primeira dessas entidades, com o apoio firme de seu Reitor Carlos Alexandre Neto. Por sua iniciativa, o grupo de coordenação teve uma reunião com o ambientalista Jean-Michel Cousteau, quando o mesmo manifestou entusiasmo pela criação do Museu. Em 22 de março de 2012, quatorze entidades, entre organismos públicos e associações civis firmaram um Protocolo de Intenções criando uma Comissão Pró- MUSA. Desde então, os representantes dessas entidades, juntamente com voluntários, deram andamento ao processo de criação do MUSA. O principal resultado é o documento definidor da missão, dos objetivos e das características principais do Museu, elaborado com a colaboração da Dra. Vera Rangel, PhD em museologia.
Desde o início dos trabalhos, ficou claro que o MUSA deveria situar-se à orla do Guaíba, em localização compatível com o acesso fácil dos visitantes. O arquiteto e urbanista Marcelo Allet, representante da Prefeitura Municipal de Porto Alegre na Comissão Pró-MUSA fez um estudo, indicando duas opções de local adequado para o MUSA. Essas opções foram oferecidas à Prefeitiura e estão à espera de definição por parte da administração municipal.
A partir do momento em que esta decisão for tomada, a Comissão poderá iniciar o processo de concurso público para o projeto arquitetônico-urbanístico do Museu. O Instituto dos Arquitetos do Brasil, apoiador desde o início, já garantiu, por seu presidente, Arq. Tiago Holzmann da Silva, a coordenação desse processo.
Porto Alegre não pode perder essa oportunidade de destacar-se no cenário nacional pela originalidade desse projeto, importante por sua proposta temática e que poderá ser um ícone arquitetônico, valorizando socialmente a orla do Guaíba e também um marco turístico da cidade.
.oOo.
Luiz Antonio T. Grassi é engenheiro civil com especialização em planejamento metropolitano e atuação na área de saneamento e gestão de recursos hídricos. É um dos autores do livro “Tempo das Águas”. Bacharel em Hiistória, com especialização em América Latina, tendo lecionado na Faculdade Porto-alegrense de Filosofia, Ciências e Letras.

Wednesday, April 22, 2015

Laurita Pereira Donadio (*22/04/1905) hoje 110 anos.

Laurita Pereira Donadio (*22/04/1905) hoje 110 anos.
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É cliente nossa desde 02 de setembro de 1963, (desde que ficou viúva e primeiro registro em nossos arquivos) Tem nos dado o privilégio e a honra de acompanha-la todo esse tempo. É a paciente mais idosa que já atendemos durante toda nossa experiência médica (57 anos mais seis de faculdade). Que eu lembre também nunca conheci ninguém que tivesse chegado a essa idade, mesmo fora da atividade profissional.
Já tivemos várias clientes centenárias, hoje ela é a única representante desse grupo. Sempre foi muito comunicativa  e nos dava alegria de vê-la e atendê-la. Tinha excelente memória que lamento não ter aproveitado para explorá-la mais em nossas conversas.
Há alguns meses está acamada e dependente, desde que teve problema respiratório e necessitou internação hospitalar. (Foto de 2007)
Como seria de se esperar é a Rainha de uma família muito amável. Paulista de nascimento, mas residindo no Estado desde jovem. 
Armando Temperani Pereira era seu irmão. Foi Deputado Estadual pelo PTB, professor da Faculdade de Economia da UFRGS e cassado pela ditadura militar.
Como representante ímpar de nossa clientela a homenageamos celebrando sua saúde e longevidade, enviando nossos cumprimentos à família que a tem tão bem preservado.
Faleceu em 24 de janeiro de 2016, em sua residência. Eu estava presente, e assinei sua declaração de óbito.

activating brain stem cells

Drugs that activate brain stem cells may reverse multiple sclerosis

NIH-funded study identifies over-the-counter compounds that may replace damaged cells
Two drugs already on the market — an antifungal and a steroid — may potentially take on new roles as treatments for multiple sclerosis. According to a study published in Nature today, researchers discovered that these drugs may activate stem cells in the brain to stimulate myelin producing cells and repair white matter, which is damaged in multiple sclerosis. The study was partially funded by the National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS), part of the National Institutes of Health.
Illustration of remyelination
An artist’s representation of the study. Scientists found that certain drugs were able to promote remyelination in mouse models of multiple sclerosis. Image courtesy of Case Western Reserve University; Illustrator: Megan Kern
Specialized cells called oligodendrocytes lay down multiple layers of a fatty white substance known as myelin around axons, the long “wires” that connect brain cells. Myelin acts as an insulator and enables fast communication between brain cells. In multiple sclerosis there is breakdown of myelin and this deterioration leads to muscle weakness, numbness and problems with vision, coordination and balance./.../

Congresso: Envelhecimento Humano

Cognitive Aging

Cognitive AgingA Report From the Institute of Medicine FREE ONLINE FIRST

Dan G. Blazer, MD, MPH, PhD1; Kristine Yaffe, MD2; Jason Karlawish, MD3
JAMA. Published online April 15, 2015. doi:10.1001/jama.2015.4380
Text Size: A A A
The Institute of Medicine recently released a report entitled Cognitive Aging: Progress in Understanding and Opportunities for Action, which addresses the emerging concept of cognitive aging, the importance of this issue for the nation’s public health, and actions the nation needs to take to better understand and maintain the cognitive health of older adults.1
Cognitive aging is a lifelong process of gradual, ongoing, yet highly variable changes in cognitive function that occur as people get older. Some cognitive functions decrease predictably, such as memory and reaction time, whereas some other functions are either maintained or may even increase, such as wisdom and knowledge. Characteristics of cognitive aging are presented in the Box.
Box.
Characteristics of Cognitive Aging
Key Features
  • Inherent in humans and animals as they age
  • Occurs across the spectrum of individuals as they age regardless of initial cognitive function
  • Highly dynamic process with variability within and between individuals
  • Includes some cognitive domains that may not change, may decline, or may improve with aging, and there is the potential for older adults to strengthen some cognitive abilities
  • Only now beginning to be understood biologically yet clearly involves structural and functional brain changes
  • Not a clinically defined neurological or psychiatric disease and does not inevitably lead to neuronal death and neurodegenerative dementia (such as in Alzheimer disease)
Risk and Protective Factors
  • Health and environmental factors over the life span influence cognitive aging
  • Modifiable and nonmodifiable factors include genetics, culture, education, medical comorbidities, acute illness, physical activity, and other health behaviors
  • Cognitive aging can be influenced by development beginning in utero, infancy, and childhood
Assessment
  • Cognitive aging is not easily defined by a clear threshold on cognitive tests because many factors—including culture, occupation, education, environmental context, and health variables (eg, medications)—influence test performance and norms
  • For an individual, cognitive performance is best assessed at several points in time
Effect on Daily Life
  • Day-to-day functions may be affected, such as driving, making financial and health care decisions, and understanding instructions given by health care professionals
  • Experience, expertise, and environmental support aids (eg, lists) can help compensate for declines in cognition
  • The challenges of cognitive aging may be more apparent in environments that require individuals to engage in highly technical and fast-paced or timed tasks, situations that involve new learning, or stressful situations (eg, emotional, physical, or health-related) and are less apparent in highly familiar situations

The Golden Ratio



In the world of art, architecture, and design, the golden ratio has earned a tremendous reputation. Greats like Le Corbusier and Salvador Dalí have used the number in their work. The Parthenon, the Pyramids at Giza, the paintings of Michelangelo, the Mona Lisa, even the Apple logo are all said to incorporate it.
It's bullshit. The golden ratio's aesthetic bona fides are an urban legend, a myth, a design unicorn. Many designers don't use it, and if they do, they vastly discount its importance. There's also no science to really back it up. Those who believe the golden ratio is the hidden math behind beauty are falling for a 150-year-old scam./.../
Posted: 21 Apr 2015 08:00 AM PDT

A proporção áurea ganhou uma boa reputação entre arquitetos, artistas e designers. Mas será que ela tem mesmo alguma relação com o que é esteticamente bonito? Continua...

Flickr user Sébastien Bertrand

EmotionalIntelligence

Emotional Intelligence: The Social Skills You Weren't Taught in School

Emotional Intelligence: The Social Skills You Weren't Taught in School
You’re taught about history, science, and math when you’re growing up. Most of us, however, aren’t taught how to identify or deal with our own emotions, or the emotions of others. These skills can be valuable, but you’ll never get them in a classroom.
Emotional intelligence is a shorthand that psychological researchers use to describe how well individuals can manage their own emotions and react to the emotions of others. People who exhibit emotional intelligence have the less obvious skills necessary to get ahead in life, such as managing conflict resolution, reading and responding to the needs of others, and keeping their own emotions from overflowing and disrupting their lives. In this guide, we’ll look at what emotional intelligence is, and how to develop your own./.../