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Friday, December 03, 2010

Global Health Estimates

From: 

Ruggiero, Mrs. Ana Lucia (WDC)

 


Global Health Estimates
PLoS Medicine - Published 30 November 2010
Available online at: http://bit.ly/goci45
“……Estimates of global health indicators—which give insight into death and disease rates, document advances in development, and help policymakers monitor progress—are absolutely essential for improving global health.
Estimates, however, are always imperfect and are sometimes fiercely debated. Recently, new players from academia have entered the game of global health estimation, once the chief domain of United Nations agencies such as WHO.

This has created some controversy but also an opportunity to reflect. In November 2010, PLoS Medicine published a cluster of six articles from a series of experts that provide insights and opinion on what estimates mean for global health and how to move forward with better data, measurement, coordination, and leadership.
The cluster includes the perspectives of WHO, the Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), and stakeholders from low- and middle-income countries, as well as the PLoS Medicine Editors…..”
Published 30 Nov 2010 | info:doi/10.1371/journal.pmed.1001002
Peter Byass: Published 30 Nov 2010 | info:doi/10.1371/journal.pmed.1001006
J. Ties Boerma, Colin Mathers, Carla Abou-Zahr: Published 30 Nov 2010 | info:doi/10.1371/journal.pmed.1000373
Christopher J. L. Murray, Alan D. Lopez
Published 30 Nov 2010 | info:doi/10.1371/journal.pmed.1001004
Osman Sankoh Published 30 Nov 2010 | info:doi/10.1371/journal.pmed.1001005
Wendy J. Graham, Sam Adjei Published 30 Nov 2010 | info:doi/10.1371/journal.pmed.1001003 

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Thursday, December 02, 2010

Opportunities for social connection

‘On the one hand, millions of dollars are committed to alleviating ill-health through individual intervention. Meanwhile we ignore what our everyday experience tells us, i.e. the way we organize our society, the
extent to which we encourage interaction among the citizenry and the degree to which we trust and associate with each other in caring communities is probably one of the most important determinants of health’ (Lomas 1998, p. 1181 cited in Whiteford et al. 2005).

1. increase participation in physical activity
2. increase opportunities for social connection
3. reduce race-based discrimination and promote diversity
4. prevent violence against women by increasing participation in respectful relationships
5. build knowledge to increase access to economic resources./.../

Wednesday, December 01, 2010

Expectativa de vida do brasileiro nascido em 2009 é de 73,17 anos

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/12/01/expectativa-de-vida-do-brasileiro-nascido-em-2009-de-73-17-anos-diz-ibge-923156973.asp

Expectativa de vida do brasileiro nascido em 2009 é de 73,17 anos, diz IBGE

Publicada em 01/12/2010 às 10h23m
Dandara Tinoco
RIO - Entre 2008 e 2009, a expectativa do brasileiro ao nascer passou de 72,8 anos para 73,17 anos, um crescimento de três meses e 22 dias (0,31 anos). No período entre 1980 e 2009, a alta foi de 10,6 anos (10 anos, 7 meses e 6 dias). É o que mostra a pesquisa Tábuas Completas de Mortalidade 2009, divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE.
As mulheres continuam a ter maior expectativa de vida do que os homens. Em 2009, a esperança de vida masculina foi de 69,42 anos. Já para as mulheres, a média foi de 77,01 anos. A mortalidade infantil em 2009 foi de 22,47 óbitos de menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos. Em 1980, essa taxa era de 69,12. Em 2008, era de 23,30.
O IBGE também divulgou a esperança de vida dos idosos com 60 anos. Uma pessoa que completasse 60 anos em 2009 tinha a expectativa de viver em média até os 81,27 anos. Em 1980, essa esperança era de 76,39 anos. O estudo é utilizado pelo Ministério da Previdência como um dos parâmetros para determinar o fator previdênciário no cálculo das aposentadorias.

Tricyclics Increase CVD Risk

Quanto haverá nesta diferença de efeito de pré-seleção amostral ou de interesse da indústria?!...

By Nancy Walsh, Staff Writer, MedPage Today
Published: November 30, 2010
Reviewed by Zalman S. Agus, MD; Emeritus Professor 
University of Pennsylvania School of Medicine.

Action Points  
  • Point out that since this was an observational study, it cannot determine causality, and the results could possibly be explained by residual confounding due to unmeasured or unknown risk factors.
Growing concern that patients taking tricyclic antidepressants are at increased risk for cardiovascular disease has been proven out in a large European study.
In a prospective cohort study that included 14,784 adults, those using tricyclics had a 35% increased cardiovascular risk after adjustment for potential confounders including symptoms of depression and anxiety, which are known risk factors for cardiovascular disease (HR 1.35, 95% CI 1.03 to 1.77).
In contrast, the use of selective serotonin reuptake inhibitors (SSRIs) was not associated with an elevated risk (HR 1.11, 95% CI 0.77 to 1.60), Mark Hamer, PhD, of University College London, and colleagues reported online in the European Heart Journal/.../

Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro

Valerio Garcia

 Fonte: Jornal de Brasília 

Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília, 
show details 8:55 AM (36 minutes ago)
Enviado pelo Dr.Valério Garcia, colega de turma (1960) da Dra. Valderês. 
  
É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.

Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente. Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon. Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.

Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco. Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente
para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão. Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.

Festa sem cocaína era festa careta. As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.

Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.

Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado. São doentes os que consomem. Não sabem o que fazem. Não têm controle sobre seus atos. Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.

Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir:

"Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro."
Façam um adesivo e preguem no vidro de seus carros!!!. 

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From the Enlightenment, through the Industrial Revolution and into today’s Age of Information, science has been critical to every aspect of our development over the past 350 years – and the Royal Society has been at the forefront of the scientific world throughout that time.  
 
With our Trailblazing website the Society started its anniversary year looking back on scientific achievements and the rapid development of civilisation over the past three and a half centuries. Now, as we come to the end of our anniversary year, we look forward – and the pace of change does not appear to be slowing.