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Monday, May 04, 2009

Tight not always right for controlling diabetes

Tight not always right for controlling diabetes

Studies suggest that the strategy of more blood glucose control could harm patients and that greater attention is needed on overall health.

By Victoria Stagg Elliott, AMNews staff. Posted May 4, 2009.


Tight control of blood glucose levels, the bedrock of diabetes care for some time, may not be the best option for all patients with the type 2 form of the disease. The burden of complex treatment regimens, risk of low blood glucose, possible weight gain and expense of reaching these goals may not always be worth it. In addition, hemoglobin A1c targets should be individualized, according to a review of recent studies in the June 2 Annals of Internal Medicine./.../

Friday, May 01, 2009

May 17, 2009 - World Hypertension Day

World Hypertension Congress 2009
February 2009
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No. 123, February 2009
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World Hypertension Day 2006
May 13th, 2006
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May 14th, 2005
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Thursday, April 30, 2009

Gripe Smithfields Foods



Recebi hoje através do Sérgio Metzer
O nome da gripe é Smithfield Foods
http://diariogauche.blogspot.com/2009/04/o-nome-da-gripe-e-smithfield-foods.html

É a doença originada do agronegócio internacional
Eu sempre insisto aqui neste blog Diário Gauche que o nome que se dá a coisas, objetos, projetos, episódios e até a doenças é muito importante.
Vejam o caso dessa epidemia mundial de gripe viral. Estão chamando-a – de forma imprópria – de gripe suína. Nada mais ideológico. Nada mais acobertador da verdade.
O vírus dessa gripe se originou da combinação de múltiplos pedaços de ADN humanos, aviários e suínos. O resultado é um vírus oportunista que acomete animais imunodeprimidos, preferencialmente porcos criados comercialmente em situações inadequadas, não-naturais, intensivas, massivas, fruto de cruzamentos clonados e que se alimentam de rações de origem transgênica, vítimas de cargas extraordinárias de antibióticos, drogas do crescimento e bombas químicas visando a precocidade e o anabolismo animal.
Especulações científicas indicam que o vírus dessa gripe teve origem nas Granjas Carroll, no Estado mexicano de Vera Cruz. A granja de suínos pertence ao poderoso grupo norte-americano Smithfield Foods, cuja sede mundial fica no Estado de Virgínia (EUA).
A Smithfield Foods detém as marcas de alimentos industriais como Butterball, Farmland, John Morrell, Armour (que já teve frigorífico no RS e na Argentina), e Patrick Cudahy. Trata-se da maior empresa de clonagem e criação de suínos do mundo, com filiais em toda a América do Norte, na Europa e China.
Deste jeito, pode-se ver que não é possível continuar chamando a gripe de “suína”, pois trata-se de um vírus oportunista que apenas valeu-se de condições biológicas ótimas – propiciadas pela grande indústria de fármacos, de engenharia biogenética, dos oligopólios de alimentos e seus satélites de grãos e sementes. Todos esses setores contribuiram com uma parcela para criar essa pandemia mundial de gripe viral.
O nome da gripe, portanto, não é “suína”. O nome da gripe é: “gripe do agronegócio internacional” – que precisa responder judicialmente o quanto antes – urgentemente – pela sua ganância e irresponsabilidade com a saúde pública mundial.
Leia o dossiê sobre a transnacional Smithfield Foods aqui (em inglês).
http://www.foodandwaterwatch.org/food/factoryfarms/dairy-and-meat-factories/SmithfieldJan08.pdf
.

Wednesday, April 29, 2009

Nexo causal

29 de abril de 2009 | N° 15954

ARTIGOS

Nexo causal, por Aloyzio Achutti*

Chegam todos os dias notícias sobre novas falcatruas, sobre crimes, roubos, mentiras e os mais diversos desvios de comportamento, a ponto de se perguntar se alguém escapa. Onde está a normalidade? Foi sempre assim? Por quê?

Sabe-se que o comportamento se molda socialmente, pelo exemplo, pela imitação e pela formação cultural. A mera observação nos mostra – e também foi experimental e cientificamente demonstrado – que as pessoas tendem a se adaptar ao ambiente físico e cultural onde transitam. Num espaço limpo e ordenado, procura-se mantê-lo como foi encontrado. Na sujeira e na bagunça, não há respeito e, onde não há definição de limites, tudo é permitido.

Tem se discutido bastante a falta de disciplina nas escolas e agressão aos professores e outros funcionários de serviços públicos. Os baixos salários já expressam numericamente o desrespeito da sociedade por certas atividades. O aspecto dos prédios escolares e de ambulatórios, as moradias (se este nome pode ser atribuído a tugúrios, ranchos e favelas), os equipamentos urbanos e tantos outros sinais externos denunciam a desvalorização social de certas áreas. O que mais se pode esperar das pessoas que assim vivem? A desigualdade sociocultural não só causa doença, mas também é sintoma de uma sociedade doente que aceita conviver com parte de seu corpo degradado.

Em busca da determinação da saúde e das doenças, fala-se muito em desigualdade e, ao analisá-la, em geral o foco da atenção é o extremo pior dotado: os pobres e socioculturalmente marginalizados. Obviamente, a perspectiva populacional tem que ser global, e a dispersão é fruto de um fenômeno dinâmico que se automantém.

Dei-me conta de que pouco se considera o polo “bem-sucedido”, merecedor também de atenção especial porque, embora minoritário, detém o poder e, no mínimo, se satisfaz com essa situação enquanto não surgem ameaças ao privilégio e à hegemonia. Não é a cor da pele nem a dos olhos que os identifica, pois a desigualdade só se sustenta dentro de um equilíbrio no qual cadeias de interesse se estendem por redes secundárias, com graus variados de benefício.

Assim, no topo, a classe política – frequentemente agindo como se estivesse acima das leis – chega a seus nichos, carregada pelos nossos votos e de toda uma corriola desconhecida que só aparece quando há escândalo.

Outro grupo não menos poderoso, o dos traficantes de drogas e de armas, agindo à margem das leis, consegue sucesso porque beneficia uma extensa rede que inclui todas as classes sociais até chegar aos usuários.

O convívio com a corrupção, com a exceção que vira regra, com o privilégio junto à marginalidade, com o sucesso da safadeza, com o abuso da autoridade, termina por desmoralizar qualquer pacto social.

Buscando as causas das causas e até onde se estendem as interligações dessas redes, é de se perguntar se todo o mundo já não está envolvido e contaminado, já que se permite e muitas vezes se tira algum proveito desta situação?!...

*Médico A desigualdade sociocultural não só causa doença, mas também é sintoma de uma sociedade doente

Tuesday, April 28, 2009

World Digital Library (WDL)

A World Digital Library (WDL) (Biblioteca Digital Mundial em português) é uma biblioteca digital projetada pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos da América e pela UNESCO em parceria com mais 31 outras instituições de vários países[1]. O objetivo é dispor em meio eletrônico pela Internet conteúdo das mais variadas mídias, inicialmente nos idiomas árabe, chinês, espanhol, francês, inglês, português e russo. Foi inaugurada em 21 de abril de 2009, contando com um acervo de 1.170 itens.

WHO: Swine influenza

WHO's disease emergency control room
WHO
Swine influenza
27 April 2009 -- The Emergency Committee, established in compliance with the International Health Regulations (2005), held its second meeting on 27 April 2009. The Committee considered available data on confirmed outbreaks of A/H1N1 swine influenza in the United States of America, Mexico, and Canada. The Committee also considered reports of possible spread to additional countries. On the advice of the Committee, the WHO Director-General has raised the level of influenza pandemic alert from the current phase 3 to phase 4.
Read the Director-General's statement 

Current WHO phase of pandemic alert 

More on swine influenza 

Swine influenza frequently asked questions [pdf 57kb] 

Monday, April 27, 2009

World Day for Safety and Health at Work: 28 April 2009


World Day for Safety and Health at Work

From: Berenice Goelzer 

Olá Colegas,
 
Olhem (se ainda não olharam): http://www.ilo.org/public/english/protection/safework/worldday/index.htm
 
O seguinte faz a gente pensar (sad....):
 
Did you know?
that by the end of this day,
nearly 1 million workers will suffer a workplace accident.
that by the end of this day,
around 5,500 workers will die due to an accident or disease from their work!
                                                                           (ILO/SafeWork, 2009)
 
Abraços Berenice

Saturday, April 25, 2009

Early life effects on socioeconomic performance and mortality in later life

About this Journal
Volume 68, Issue 9, Pages 1561-1744 (May 2009)
Part Special Issue: Early life effects on socioeconomic performance and mortality in later life: A full life course approach using contemporary and historical sources
Edited by Tommy Bengtsson and Geraldine P. Mineau


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A Saúde de Porto Alegre

Saiu a nova Revista do Hospital Moinhos de Vento que pode ser acessada através do hyperlink do título. Neste número foi publicado, a partir da página 46, um artigo meu com dados e considerações em torno de três trabalhos numa mesma linha sobre desigualdades de saúde em Porto Alegre nos quais tive o privilégio de participar com os AMICOR Dr. Maria Inês Reinert Azambuja e Dr. Sérgio Luiz Bassanesi.

Sunday, April 19, 2009

Dark Skies

A Day for Earth, but a Whole Week for Dark Skies

Written by Anne Minard

dark_skies

Artificial light pollution around the world as viewed from space. This data was compiled from October 1994 to March 1995. Credit: NASA/Goddard Space Flight Center Scientific Visualization Studio.

Wednesday is Earth Day, but all week — Monday, April 20 through Saturday, April 26 — is National Dark Sky Week in America, when people are asked to dim the lights to see more stars.

If enough people participate, backyard and professional astronomers might be treated with a week of darker, starrier skies. The bigger idea is to raise awareness about sensible lighting practices, so skies might get a little bit darker all the time. And not just for astronomy buffs. Besides aesthetics, evidence is mounting that light pollution could have far-reaching effects for the environment and even public health./.../

Friday, April 17, 2009

Polyunsaturated Fats

Polyunsaturated Fats Help the Heart

By Crystal Phend, Staff Writer, MedPage Today
Published: April 16, 2009
Reviewed by Robert Jasmer, MD; Associate Clinical Professor of Medicine, University of California, San Francisco

SAN FRANCISCO, April 16 -- Substituting polyunsaturated fats for the saturated variety may help reduce coronary artery disease, according to a meta-analysis of studies involving more than 340,000 people on two continents.

Their findings, pooled from 11 American and European studies involving mature adults of both sexes, were published in the May issue of The American Journal of Clinical Nutrition.

The researchers' advice was unequivocal: "To prevent coronary heart disease, saturated fatty acids should be reduced and replaced with polyunsaturated fatty acids among all middle-aged and older women and men."

However, some other dietary substitutions -- including a few popular fads -- may not do much for the heart, and may even be harmful/.../

Thursday, April 16, 2009

The Arms Trade is Big Business

The Arms Trade is Big Business

Author and Page information

The world spends some $1,000 billion annually on the military. How is this so?

300 Women that changed the world (Britannica)

For millennia, women have left their mark on the world, at times changing the course of history and at other times influencing small but significant spheres of life. Only in the past century, however, have concerted efforts been made to represent women's contributions more fully in history books. Consequently, changes in status for many women in modern times—the right to own property, to vote, and to choose their own careers—may obscure the accomplishments made by women of earlier eras. In selecting 300 influential women, Encyclopædia Britannica has included both contemporary women who are changing today's world and those whose contributions have endured through the ages./.../

A não-dieta dos franceses

De: Sergio Metzger 

     PREZADOS AMIGOS
     COM  A PALAVRA NUTRICIONISTAS E  ENDOCRINOLOGISTAS ALGUNS JA DISSERAM QUE FUNCIONA MESMO  MAS VALE CONHECER TODAS AS OPINÕES ABALISADAS DE QUEM ENTENDE DA MATÉRIA TB
 
     ABS SERGIO
 
Mais uma...E funciona mesmo !!! 
(segundo eles)
A dieta dos franceses 

  Dr. Will Clower, autor de "A não-dieta dos  franceses", lançado recentemente pela editora Campus. O médico neurofisiologista desenvolveu, durante sua estada de dois anos no Institute of Cognitive Science, em Lyon, na França, um plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta e, ainda assim, emagrecer com saúde, como os franceses. 

"Descobri que os franceses violam todas as regras alimentares que estipulamos para nós. E, apesar de seus cremes, queijos, manteigas e pães, a taxa de obesidade na França é de apenas 11,3% da população, segundo pesquisa realizada em 2005 pela Internacional Obesity Task Force. O programa de emagrecimento saudável é baseado em quatro grandes princípios básicos: comer alimentos de verdade, aprender a comer, reduzir a quantidade de comida e ser ativo, sem necessariamente se exercitar", explica no livro. 

" Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios. Onde estavam os produtos lights? " 

Segundo o médico, estamos inundados de alimentos artificiais - açúcares sintéticos, gorduras sintéticas e produtos alimentícios artificiais. Falta-nos reaprender o que é comida de verdade, já que é a ingestão dela que proporciona ao corpo a nutrição na forma de que ele necessita. Clower afirma que em vez de estimular a ingestão de novas substâncias químicas para enganar o organismo, o programa mostra porque alimentos de verdade funcionam em favor do corpo. 

"Temos que reaprender o que é comida de verdade. Alimentos de verdade são os produtos naturais, que podem ser encontrados em um texto de biologia e que normalmente fazem parte da cadeia alimentar. Refrigerantes não dão em árvore, margarina é uma invenção, e os corantes, conservantes e estabilizantes que aumentam a vida do produto não foram feitos para o nosso corpo", defende. 

Em sua observação dos costumes alimentares franceses, o médico descobriu que os franceses não comem alimentos processados, não evitam gorduras, chocolates e nem carboidratos, não tomam suplementos alimentares, não se abstêm do vinho no almoço e no jantar e não comem com pressa. Ao adotar os hábitos franceses, ele e a mulher emagreceram onze e cinco quilos, respectivamente. 

- Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios - fileiras e fileiras de queijos, uma geladeira inteira só pra iogurtes e queijos frescos.. 
Onde estavam os produtos lights? 

Entre outras dicas, Clower prescreve uma limpa na despensa e na geladeira, com o auxílio de  que se deve ter em casa , fala sobre os benefícios da cerveja e do vinho, com moderação, é claro, da importância de se passar mais tempo à mesa, usufruindo do sabor da comida e de como isso auxilia a diminuir o tamanho das porções, e da necessidade de se manter ativo. 
 Os resultados, garante ele, surgem em seguida. 


Plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta!!!! 

1 - Comer devagar. Comer muito rápido faz comer mais. O estômago demora cerca de 20 minutos para mandar um sinal para o cérebro. Comendo devagar, o cérebro tem tempo de receber a mensagem de que seu corpo está satisfeito. 

2 - Garfadas menores.. O paladar está na superfície da língua. Se a sua boca está cheia de comida, você nem sente o gosto. 

3 - Concentre-se na comida. Comer em frente à TV ou no carro faz o momento se tornar irrelevante. A falta de atenção faz com que se coma demais. 

4 - Apóie o garfo no prato. Se ainda tem comida na sua boca, coloque o garfo no prato. Não o encha novamente até que tenha engolido. 

5 - Sirva a comida em pratos pequenos. Isso resolve dois problemas de uma só vez: o de lavar a louça e o fato de você comer com os olhos. 

6 - Comida sem gordura engorda. Comidas sem gordura não satisfazem e contêm mais açúcares. 

7 - Se não for comida, não coma. Nosso corpo sabe o que é comida de verdade: carnes, frutas, verduras. Invenções como coca-cola causam problemas de saúde e de sobrepeso. 

8 - Coma em etapas. Coma a salada primeiro. Isso ajuda a ganhar tempo à mesa e previne que você coma rápido e em grande quantidade. 

9 - Gordura é necessária na dieta. Seu corpo e cérebro necessitam de gordura para serem saudáveis. Você come uma quantia normal de gordura quando come alimentos de verdade, como manteiga, azeite, ovos, castanhas e queijos. 

10 - Alta qualidade da comida leva a comer menos quantidade. 
  
 Alimentos que se deve ter em casa 
Peixes (salmão, sardinha, atum) 
Grãos (granola, aveia, arroz) 
Hortaliças (feijões, cebola, batata, abóbora, tomate) 
Óleos e vinagres (azeite de oliva, óleo 100% vegetal, vinagre) 
Produtos de padaria (farinha, ervas, temperos, açúcar branco ou mascavo, pimenta, sal) 
Lanches (frutas desidratadas, biscoitos não-hidrogenados, nozes, azeitona) 
Condimentos (mostarda, maionese de verdade) 
Lacticínios (manteiga, queijo, ovos, leite, iogurte) 
Bebidas (café, cerveja, suco de fruta, chá, água, vinho) 
 
**O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UM REFRIGERANTE**
Base 1 lata padrão
 
Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.

 20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura.
(É muito para este momento em particular.)
 
40 minutos:
A absorção de cafeína está completa.
Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente.
Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.
 
45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando oscentros de prazer do corpo.
(Fisicamente, funciona como com a heroína.)
 
50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.
60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam.
 
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar.
Ficará irritadiço.
 
Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.
 
Pense nisso antes de beber refrigerantes.
 Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
  
Prefira sucos naturais!!!
 
Em sendo possível, dê preferência por aqueles em que se vêem as frutas (de boa procedência) sendo preparadas.
 
Seu corpo agradece!*
 
Esta não é uma campanha para prejudicar a venda deste ou daquele refrigerante, mas sim, uma Campanha pela Saúde; sua e do seu bolso, que deixará de comprar muitos remédios...
 

Wednesday, April 15, 2009

Chronic Diseases: An economic perspective

This major report, 'Chronic disease: an economic perspective', written by Marc Suhrcke, Rachel A. Nugent, David Stuckler and Lorenzo Rocco for OxHA, demonstrates that chronic diseases – heart and lung disease, cancer and diabetes – are having a negative economic impact on both the developed and developing world and should thus be adequately addressed by domestic and international policy makers.

The Executive Summary is below.

  • Click here >> to download the report as a pdf.
  • Click here >> for a press release introducing the report.
  • Click here >> for the Web-Annex of supplementary graphs and tables.

Deaths of Children and Noncombatants in Iraq, 2003–2008


NEJM: Volume 360:1585-1588
April 16, 2009
Number 16


The Weapons That Kill Civilians — Deaths of Children and Noncombatants in Iraq, 2003–2008
Madelyn Hsiao-Rei Hicks, M.D., M.R.C.Psych., Hamit Dardagan, Gabriela Guerrero Serdán, M.A., Peter M. Bagnall, M.Res., John A. Sloboda, Ph.D., F.B.A., and Michael Spagat, Ph.D.

Armed violence, such as that in the ongoing conflict in Iraq, is a threat to global health.1 It causes serious injuries and deaths of civilians, makes orphans of children, traumatizespopulations, and undermines the ability of communities to provideadequate medical care even as it dramatically increases health care needs. Moreover, indiscriminate or intentional harm tocivilians violates humanitarian principles and basic human rights.Believing that a careful assessment of the effects of different kinds of weapons on civilians in Iraq was needed, we used the database of the Iraq Body Count (IBC), a nongovernmental organization that documents civilian violent deaths in Iraq,2to determine the nature and effects of various weapons on civilians in Iraq. The patterns we found convince us that documenting the particular causes of violent civilian deaths during armed conflict is essential, both to prevent civilian harm and to monitor compliance withinternational humanitarian law.

Unlike surveys that do not distinguish between Iraqi combatants and noncombatants among the dead,3 the large-scale IBC database attempts to specifically identify civilians, whose deaths are of particular concern from a public health and humanitarian standpoint.1,4 Recent findings from the Iraq Family Health Survey support the validity of the IBC database by showing similar regional trends and distributions of violent deaths.3 The IBC has monitored direct civilian deaths daily since the Iraq war began on March 20, 2003, with the invasion by U.S.-led coalition forces. IBC sources are primarily reports in the professional media, including reports translated from Arabic, supplemented by reports from hospitals and morgues. Deaths are added to the database when sources report the number of civilians killed, with time and location described adequately to avoid double counting. Also recorded are the perpetrator, the target, the weapons used, the primary sources, and whenever possible, each victim's age, sex, occupation, and name. Although the IBC records injuries as well as deaths, we limited our analysis to deaths, which are more consistently reported by the media.2 "Civilian" deaths include those of most women, children under 18 years of age, noncombatants, and police officers killed during regular, but not paramilitary, activities, since police are considered part of normal civil society. Database entries are systematically error-checked by three IBC volunteers before publication on the IBC Web site (www.iraqbodycount.org).2

We based our data set on the number of Iraqi civilian deaths recorded as of June 13, 2008, for the 5-year period of analysis, March 20, 2003, through March 19, 2008. Of the total of 91,358 Iraqi civilian deaths from armed violence recorded for this period, we excluded 10,027 deaths from prolonged violence (e.g., the two sieges of Fallujah and prolonged episodes of violence during the invasion of March 20, 2003, through April 30, 2003), and 20,850 deaths recorded only in aggregate reports from morgues and hospitals, since these deaths were not reliably linked to specific events of a weapon's use. As our table shows, we focused on the remaining 60,481 deaths of Iraqi civilians and the causative weapons in 14,196 armed-violence events considered to be of short duration (lasting up to two calendar dates), occurring in an identifiable location, and directly causing one or more reported civilian deaths. Each death included in the table is of an individual noncombatant and is linked to a type of weapon used in a specific time and place; these are not estimates extrapolated from a sample./.../

Tuesday, April 14, 2009

Understanding the Past, Transforming the Future

Understanding the Past, Transforming the Future
MD/PhDs in the Social Sciences and Humanities Meet in Philadelphia

By Ippolytos Kalofonos and Seth Holmes
Contributing Writers

Discussions of contemporary medical research are frequently accompanied by proclamations that we are entering a genetic age that will see the rise of personalized medicine based on individual genotyping. Stem cell research is gaining momentum and may lead to dramatic breakthroughs in diseases such as Alzheimer and Parkinson’s that lack effective treatment.

Yet, many of the most vexing challenges in medicine today are decidedly macroscopic in nature. The numbers of uninsured people in the United States grows even as the amount of money spent on health care grows. Health problems across the globe, from infectious disease to obesity to drug abuse, are as related to social, political and economic problems as they are to molecular mechanisms. Are the medical leaders of today and tomorrow prepared to confront these challenges?/.../

VIGITEL

De:
Maria Inês Reinert Azambuja 

Estudo Vigitel completo
VIGITEL BRASIL 2008
VIGILÂNCIA DE FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO PARA DOENÇAS
CRÔNICAS POR INQUÉRITO TELEFÔNICO

http://189.28.128.100/portal/arquivos/pdf/VIGITEL2008_web.pdf

Monday, April 13, 2009

Secondhand Smoke Exposure Pervasive in New York


Download Complimentary Source PDF
By Crystal Phend, Staff Writer, MedPage Today
Published: April 10, 2009
Reviewed by 
Dori F. Zaleznik, MD; Associate Clinical Professor of Medicine, Harvard Medical School, Boston.

SAN FRANCISCO, April 10 -- More than half of non-smoking New Yorkers have elevated cotinine levels from secondhand tobacco smoke, Jennifer A. Ellis, Ph.D., of the New York City Department of Health & Mental Hygiene, and colleagues reported online in Nicotine & Tobacco Research.

The New York City rate easily beat the national average (56.7% versus 44.9%, P<0.05),>P<0.05). 

Músicas de sucesso de 1904 a 2003

De:

Anne Schneider

 

 
 Para os que apreciam música, um site para guardar nos FavoritosHá videoclipes de músicas de sucesso, de 1904 a 2003.