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Saturday, June 28, 2008

GEECAB - SBC - Saúde Pública CV no BR

Proposta do GEECAB sobre Áreas Potenciais de Desenvolvimento Relacionadas com Saúde Pública e Cardiovascular
Aloyzio Achutti
Hoje o Ministério da Saúde já conta com um setor relacionado com Prevenção e Controle de Doenças Cardiovasculares, entretanto, cabe à Sociedade Brasileira de Cardiologia como entidade que congrega os especialistas da área no país, contribuir para o desenvolvimento de uma política de saúde que cada vez mais corresponda às necessidades de nossa população. O papel da SBC não se restringe à busca da excelência no atendimento individual, mas também em contribuir para a vigilância epidemiológica, e no desenvolvimento de estratégias populacionais, principalmente no que tange à prevenção das doenças e na promoção da saúde. Ao atender a solicitação da Presidente do GEECAB da SBC, Dra. Gláucia de Oliveira, para sugerir potenciais linhas de ação sobre saúde pública relacionadas com saúde cardiovascular, lembrei-me de revisitar a Declaração de Gramado, fruto de um seminário de 10 dias no qual 52 profissionais da saúde elaboraram o documento como produto final dos estudos e discussões realizadas.Mais de dez anos se passaram, mas os valores permanecem, e é possível que as necessidades ainda subsistam. Com este intuito após revisão comentada do texto, tentarei delinear algumas sugestões que parecem factíveis e prioritárias.
Sobre Saúde e Prevenção das Doenças Cardiovasculares. 1 a 10 de maio de 1997.Sob os auspícios da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade e Federação Internacional de Cardiologia, Ministério da Saúde do Brasil, da Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Sul e com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), reuniram-se durante dez dias na cidade de Gramado 52 profissionais da saúde no Primeiro Seminário Brasileiro de Epidemiologia Cardiovascular.
Cenários para Promoção da SaúdeA função vital do sistema cardiovascular, e a magnitude populacional de seus problemas, fazem-no um indicador natural da qualidade de vida e saúde da população, motivo pelo qual os conteúdos estudados foram discutidos e editados em documento sob a perspectiva de quatro cenários populacionais (nacional, estadual, municipal e de pequena comunidade), cuja súmula e recomendações básicas constam desta “Declaração de Gramado”.A revisão dos conhecimentos científicos atuais e das técnicas disponíveis para a prevenção das doenças cardiovasculares e sua assistência, demonstra o quanto ainda se pode fazer em nosso país: desde a melhoria das condições gerais de nutrição e cuidados durante a gestação e dos primeiros anos de vida (determinantes para o resto da vida), passando pela informação e educação das comunidades para que se habilitem a controlar os determinantes de saúde e doença, até o acesso à assistência básica e especializada.
A importância fisiológica do sistema cardiovascular evidente na prática clínica individual continua e se reforça quando o objeto passa a ser a população, o que faz de sua vigilância um valioso instrumento de avaliação da qualidade de vida e saúde global.
A Importância das Doenças Cardiovasculares e de seus Fatores de RiscoAs Doenças Cardiovasculares são o principal grupo de causas de morte em todo o mundo e também no Brasil. Embora presente em proporção menor em países com características de desenvolvimento semelhantes às nossas, tem sua importância agravada pela precocidade com que se manifestam, particularmente nos grupos socialmente menos favorecidos, devido a pior qualidade de vida e menor acesso aos serviços de saúde.Indicadores sobre fatores de risco (sedentarismo, obesidade, tabagismo, hipertensão arterial, distúrbios metabólicos, uso inadequado de álcool, e presumivelmente também estresse), e nas chances de adoecer, de ter acesso aos serviços de saúde, de manter um tratamento continuado, reabilitar-se e morrer, situam-nos em posição bastante desfavorável comparativamente a outros países. Explicações para estes diferencias entre países, ou internamente entre grupos distintos, são facilmente encontradas nas condições de pobreza, ignorância, desemprego/sub-emprego e marginalização social de importantes contingentes de nossa população, bem como em características culturais, e em especial na adoção de novos hábitos e estilos de vida. Tudo isso agravado pela falta de atenção do setor de saúde pública, e da sociedade em geral, às potenciais estratégias para a prevenção destas doenças.
Esta importância impõe a necessidade e revela a oportunidade de uma política não só específica para problemas de saúde, mas voltada para seus reais determinantes, evidentes quando se comparam grupos sociais distintos e desiguais do ponto de vista sócio-econômico e cultural.
Abordagens de PrevençãoPara melhorar a saúde não é suficiente a qualificação dos especialistas para atender pessoas com a doença avançada. Ênfase deve ser dada em estratégias populacionais na eliminação e prevenção dos fatores de risco e do ponto de vista individual na prevenção primária de alto risco e especialmente na prevenção secundária.A promoção da atividade física sistemática e de uma alimentação natural (com menos gordura e maior proporção de frutas e verduras) são exemplos de alvos de intervenção a partir dos quais pode se alcançar progressivamente o controle de outros fatores de risco. A definição de prioridades, entretanto, deve ser feita com ampla participação e apoio não somente governamental, mas também de outras organizações não governamentais e privadas, e lideranças comunitárias. Tem papel muito importante na mobilização destes recursos as entidades científicas, dentre as quais se destacam a própria Sociedade Brasileira de Cardiologia (através de seu Comitê de Epidemiologia e Saúde Pública) e a Fundação Brasileira de Cardiologia(FUNCOR).Indicadores desfavoráveis e peculiaridades sócio-culturais de populações empobrecidas exigem para estes conjuntos sociais uma abordagem especial, assim como a população escolar, pelas facilidades na aplicação de atividades de educação para a saúde e chance de sucesso nas intervenções.
A SBC tem se esmerado no aperfeiçoamento de especialistas para o atendimento de pacientes na fase avançada das doenças, mas não satisfeita, passa a contemplar etapas novas oportunidades de controle. O GEECAB é o herdeiro da missão iniciada pelo comitê de epidemiologia, inicialmente alocado no FUNCOR.Tem consciência a SBC da utilidade de políticas mais globais, só alcançáveis com parcerias e participação da própria população, e que virão beneficiar a saúde cardiovascular através da melhoria da qualidade de vida.
Sistema de SaúdeFica desde logo saliente a importância de um sistema de saúde de acesso universal e que também contemple a promoção da saúde, facilitando a veiculação de informações e habilitando a população a utilizá-las plenamente. Para tanto se faz necessária uma política de saúde que defina, mobilize e integre os papéis dos atores de nível nacional, estadual, municipal, de conjuntos menores e do próprio indivíduo (por exemplo.: na elaboração de recomendações técnicas, compra de medicamentos, treinamento, marketing de saúde, etc...). As competências do público e do privado, as prioridades populacionais e para grupos de alto risco, precisam também ser definidas em cada nível dentro de um marco profissional, de longo termo, de maneira a permitir a visualização de objetivos que transcendam interesses particulares imediatos e o ciclo de uma única gestão governamental. Deve-se evitar a fragmentação entre duas culturas: a preventivista, centralmente planejada, privilegiando estratégias populacionais, voltada quase que exclusivamente para doenças infecto-contagiosas e a assistencial, anárquica, espaço tradicional para o atendimento das doenças crônicas.Foram saudados os programas dos Agentes Comunitários de Saúde, da Saúde da Família e de Saúde Escolar, como estratégias básicas para viabilizar a atenção primária à saúde e sua promoção. Também foi salientada a necessidade de enfatizar a descentralização das decisões sobre prioridades, com participação técnica e comunitária intersetorial, regionalizando as ações em todos os níveis, para facilitar a articulação das partes respeitando nossas importantes diferenças culturais.
Nestes dez anos, evidente progresso se fez, aproximando da realidade muito do que ficou idealizado neste documento, entretanto a interação da SBC com o sistema de saúde poderá acelerar o processo de desenvolvimento e garantir uma maior estabilidade, a longo prazo, para as experiências bem sucedidas.
Epidemiologia e Ações Baseadas em Evidências CientíficasAs decisões políticas populacionais, bem como as decisões terapêuticas de nível individual, precisam estar embasadas em informações epidemiológicas e nas evidências científicas já existentes, bem como em estudos de custo-efetividade, evitando o desperdício, a desinformação, a iatrogenia, e o primado do lucro sobre o bem comum. Fontes fidedignas de informação precisam ser estudadas, seus resultados precisam ser divulgados em linguagem adequada, e algumas pesquisas precisam ser replicadas para testar a aplicabilidade local de conclusões mais gerais ou procedentes de populações distintas.
As decisões baseadas em evidência científica se constituem numa das missões básicas do GEECAB, entretanto há ainda muito que pesquisar e definir ao ampliar o foco do indivíduo para a população, bem como na aplicabilidade dos resultados obtidos numa determinada população para outra.
Necessidades de Informação, Atualização e ComunicaçãoQuestionamentos sobre o manejo medicamentoso de fatores de risco em paciente de baixo risco, a abordagem de problemas originados nas desigualdades sociais, o papel da inflamação na aterogênese, e um crescente número de outras novidades científicas semelhantes, tornam cada vez mais importante a contínua atualização dos responsáveis por atividades preventivas.As facilidades dos meios de comunicação devem fomentar a articulação de lideranças, de grupos e entidades interessadas no bem comum. As discussões levantadas neste seminário devem ser continuadas através de rede de comunicação com base na INTERNET, inclusive com a implantação de uma página permanente sobre promoção da saúde e epidemiologia cardiovascular, inclusão de temas relacionados com epidemiologia e prevenção em reuniões científicas, cursos, seminários, revistas científicas e participação em grupos internacionais de discussão.
Também no terreno das facilidades para a comunicação, muito já pode ser festejado como real neste espaço de pouco mais de dez anos. Em seqüência ao seminário surgiu o grupo AMICOR e em seguida o ProCOR, embora com suas potencialidades ainda não totalmente aproveitadas.
Novo ParadigmaPor fim, mesmo tendo em vista os enormes avanços científicos e tecnológicos já alcançados ou em perspectiva na cardiologia, é cada vez mais necessária a construção de um paradigma de saúde e doença que viabilize o benefício de tais conquistas a toda a população. Para tanto se fazem necessárias uma reforma na educação médica e na educação dos demais profissionais da saúde, paralelamente a uma ampla discussão na qual participe a cultura popular, contribuindo para a evolução do modelo assistencial, do tradicional biomédico, para o bio-psico-social, com ênfase na saúde e não somente na doença.
É natural e inteligível a demora em se observar os resultados das mudanças de atitudes, conceitos, e práticas. A inércia do conservadorismo já estabelecido e as barreiras para mudanças impostas pelos interesses secundários ameaçados exigem a reunião de esforços, a busca de estratégias mais adequadas e a vigilância continuada que um grupo como o do GEECAB podem propiciar.Linhas potenciais de desenvolvimento

1 - Interação com áreas específicas do Ministério da Saúde e de outros
níveis de governo, bem como de entidades interessadas na promoção da
saúde;
2 - Interação com entidades externas ao país que possam trocar experiências
na área de Saúde Pública e Cardiovascular;
3 - Formação de um grupo de discussão permanente, utilizando recursos
eletrônicos para o desenvolvimento da perspectiva populacional da saúde/doença
cardiovascular;
4 - Desenvolvimento, junto com o MS, de áreas de vigilância epidemiológica,
destinadas a monitoração continuada de indicadores chave para melhor orientar a
política de saúde. Exemplo seria o registro sistemático de internações de casos
como de Insuficiência coronária aguda e doença cérebro-vascular, assim como já
se dispõe do de cirurgia cardíaca e cardiologia intervencionista.
5 - Fomento a projetos de atividade física, particularmente voltados para
população escolar e comunidades que utilizem áreas urbanas sub-aproveitadas.
6 - Re-edição do Seminário de dez dias (ou equivalente) de Epidemiologia
Cardiovascular e Prevenção.
7 - Discussão e estudo, por todos os meios disponíveis, para melhor
compreensão da determinação da saúde/doença cardiovascular sob uma perspectiva
populacional que não seja apenas baseada no somatório das experiências das
exposições individuais a fatores de risco comportamentais.

Saúde CV no BR. Como poderemos melhorá-la?

Saúde Cardiovascular no Brasil. Como poderemos melhorá-la?
Aloyzio Achutti*
Hoje o Ministério da Saúde já conta com um setor relacionado com prevenção e controle de doenças cardiovasculares, entretanto, cabe à Sociedade Brasileira de Cardiologia, como entidade, contribuir para o desenvolvimento de uma política de saúde que cada vez mais corresponda às necessidades de nossa população. O papel da SBC não se restringe à busca da excelência no atendimento individual, mas também em contribuir para a vigilância epidemiológica e para o desenvolvimento de estratégias populacionais, principalmente no que tange à prevenção das doenças e na promoção da saúde cardiovascular.Ao atender a solicitação da presidente do Grupo de Estudos de Epidemiologia e Cardiologia Baseada em Evidências (Geecabe) da SBC, Dra. Gláucia de Oliveira, para sugerir potenciais linhas de ação sobre saúde pública relacionadas com saúde cardiovascular, lembrei-me de revisitar a Declaração de Gramado – texto completo disponível no endereço http://departamentos.cardiol.br/geecabe/proposta-geecabe.asp.Mais de dez anos se passaram, mas os valores permanecem. A importância fisiológica do sistema cardiovascular evidente na prática clínica individual continua e se reforça quando o objeto passa a ser a população, o que faz de sua vigilância um valioso instrumento de avaliação da qualidade de vida e saúde global. Essa importância impõe a necessidade e revela a oportunidade de uma política não só específica para problemas de saúde, mas voltada para seus reais determinantes, evidentes quando se comparam grupos sociais distintos e desiguais do ponto de vista sócio-econômico e cultural.A SBC tem se esmerado no aperfeiçoamento de especialistas para o atendimento de pacientes na fase avançada das doenças, mas não satisfeita, passa a contemplar novas oportunidades de controle. O Geecabe é o herdeiro da missão iniciada pelo comitê de epidemiologia, inicialmente alocado no Funcor. Tem consciência a SBC da utilidade de políticas mais globais, só alcançáveis com parcerias e participação da própria população, e que virão beneficiar a saúde cardiovascular através da melhoria da qualidade de vida.Nesses dez anos, evidente progresso se fez, aproximando da realidade muito do que ficou idealizado nesse documento, entretanto a interação da SBC com o sistema de saúde poderá acelerar o processo de desenvolvimento e garantir uma maior estabilidade, a longo prazo, para as experiências bem sucedidas. As decisões baseadas em evidência científica se constituem numa das missões básicas do Geecabe, entretanto há ainda muito que pesquisar e definir ao ampliar o foco do indivíduo para a população.
*Integrante do Comitê de Saúde Pública do Grupo de Estudos de Epidemiologia e Cardiologia Baseada em Evidências da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Noninvasive Coronary Artery Imaging. Magnetic Resonance Angiography and Multidetector Computed Tomography Angiography. A Scientific Statement From the American Heart Association Committee on Cardiovascular Imaging and Intervention of the Council on Cardio

Noninvasive Coronary Artery Imaging. Magnetic Resonance Angiography and Multidetector Computed Tomography Angiography. A Scientific Statement From the American Heart Association Committee on Cardiovascular Imaging and Intervention of the Council on Cardio

Magnetic Resonance Angiography and Multidetector Computed Tomography Angiography A Scientific Statement From the American Heart Association Committee on Cardiovascular Imaging and ntervention of the Council on Cardiovascular Radiology and Intervention, and the Councils on Clinical Cardiology and Cardiovascular Disease in the Young David A. Bluemke, MD, PhD, FAHA, Chair; Stephan Achenbach, MD; Matthew Budoff, MD, FAHA; Thomas C. Gerber, MD, FAHA; Bernard Gersh, DPhil, MD, FAHA; L. David Hillis, MD; W. Gregory Hundley, MD, FAHA; Warren J. Manning, MD, FAHA; Beth Feller Printz, MD, PhD; Matthias Stuber, PhD; Pamela K. Woodard, MD, FAHA
Since the early 1960s, selective x-ray coronary angiography has provided the only means of visualizing the coronary arterial system in vivo. However, it has several disadvantages. First, the incidence, albeit relatively low, of so-called major adverse events (death, myocardial infarction, or stroke) during or within 24 hours of selective coronary angiography is reported to be 0.2% to 0.3%, and the incidence of so-called minor complications (most of which are related to problems with the peripheral vessels through which catheters are inserted) is roughly 1% to 2%.1–3 Second, x-ray coronary angiography is accompanied by a modest amount of discomfort, because the placement of catheters is invasive.
Third, it is expensive: the required equipment is costly, and the performance of the procedure necessitates considerable time and skill of highly trained physicians and support personnel. Last, the information obtained via catheter-based coronary angiography pertains to the coronary arterial lumen alone. As a result, alternative methods of visualizing the coronary arterial system that would allow one to avoid these disadvantages are desirable./.../

Friday, June 27, 2008

INCERTEZA E PROBABILIDADE...

27 de junho de 2008 N° 15645
Artigo ZERO HORA
Incerteza e probabilidade..., por Aloyzio Achutti *

Notícias sobre morte súbita de notáveis, como as recentes de um famoso jornalista americano (Tim Russert) e de nossa ex-primeira-dama (Ruth Cardoso), mexem com todo mundo, são motivo de insegurança e muito questionamento sobre médicos e medicina.Gostaríamos que nossos ídolos não fossem tão vulneráveis, que médicos fossem onipotentes e que a medicina não fosse tão limitada. Se pessoas tão famosas estão sujeitas a tais vicissitudes, mais ainda o comum dos mortais...

Uma frase famosa do pai da clínica médica moderna (William Osler), no início do século passado, dizia que "medicina é a ciência da incerteza e a arte da probabilidade". As conquistas da ciência, ajudadas pela nossa empáfia, alimentam a fantasia de certeza e infalibilidade. Sabemos hoje das limitações do conhecimento da própria mecânica celeste e das matemáticas. A medicina, baseada na ciência biológica, ainda mais sujeita a variações e incertezas, contrabalança o que lhe falta de ciência com a arte da probabilidade, adquirida na observação do comportamento das coisas naturais. É por isso que, mesmo contando com todo o avanço tecnológico, não se consegue entregar nem o diagnóstico, nem a escolha do tratamento, para uma máquina decidir sozinha.

É possível diminuir a surpresa se lembrarmos que em torno de 40% das mortes de causa cardíaca se enquadram nos critérios de subitaneidade (desenlace ocorrendo dentro das primeiras 24 horas do início dos sintomas); que grande parte dos óbitos também não vem de pessoas gravemente doentes, mas de gente com aparência saudável; e que a maior eficácia da medicina radica na prevenção, e não em intervenções em fases avançadas da doença.
Não nos deveria causar surpresa - embora nos deixe ainda com mais incertezas - a única verdade imutável: a de que todos nós, como indivíduos, um dia haveremos de morrer, para garantir a biodiversidade e a continuidade da espécie.

Um neurobiólogo americano (Robert Sapolsky), estudando estresse provocado pela incerteza, trabalhou com o total desconhecimento do futuro e com o conhecimento prévio do que vai nos acontecer. E chegou à conclusão de que o melhor é ainda viver do modo habitual, com meia verdade, aproveitando o momento atual, tomando as decisões mais adequadas dentro do conjunto do conhecido, deixando de lado o espectro do desconhecido e do futuro.

Quando se inverte uma equação estatística, por exemplo, dizendo que 2% morreram ou que 98% sobrevivem - o que dá no mesmo - , nossa reação é diferente. Costumamos nos assustar mais com a incerteza e com a morte do que valorizar as chances (probabilidades) e as conquistas da vida.
*Médico

Silent Strokes Predicted by Traditional Cardiovascular Risk Factors

By Todd Neale, Staff Writer, MedPage TodayPublished: June 26, 2008Reviewed by Zalman S. Agus, MD; Emeritus Professor University of Pennsylvania School of Medicine.
BOSTON, June 26 -- Among more than 2,000 participants in the Framingham Offspring Study, about one in every 10 have had a silent cerebral infarction, with none of the clinical signs or symptoms of a stroke. Researchers found the lesions when 2,040 participants were screened by MRI, Sudha Seshadri, M.D., of Boston University, and colleagues reported online in Stroke: Journal of the American Heart Association. The prevalence of silent cerebral infarcts (10.7%) increased with age, from less than 8% in those 30 to 49 to greater than 15% in those 70 to 89. /.../

Thursday, June 26, 2008

FDA abandons Declaration of Helsinki for international clinical trials

FDA abandons Declaration of Helsinki for international clinical trials
June 1st, 2008 by bronxdoc
At the end of April the US Food and Drug Administration (FDA) published a regulatory change ending the need for clinical trials conducted outside of the US to comply with the Declaration of Helsinki. The FDA’s decision had been in the making for several years and is a major victory of corporate interests which have sought to loosen the ethical standards for international clinical trials. Integrity in Science has written a critique of this decision in which Peter Lurie of Public Citizen’s Health Research Group is quoted as saying that it is “in line with other U.S. efforts to flout international mores.” [Lurie had made a detailed critique of the proposal in the Lancet in 2005.]/.../

Monday, June 16, 2008

Bacteremia Associated With Toothbrushing and Dental Extraction

Peter B. Lockhart, DDS; Michael T. Brennan, DDS, MHS; Howell C. Sasser, PhD; Philip C. Fox, DDS; Bruce J. Paster, PhD; Farah K. Bahrani-Mougeot, PhD (Circulation. 2008;117:3118-3125.)© 2008 American Heart Association, Inc.
Background— Antibiotic prophylaxis recommendations for the prevention of infective endocarditis are based in part on studies of bacteremia from dental procedures, but toothbrushing may pose a greater threat. The purpose of this study was to compare the incidence, duration, nature, and magnitude of endocarditis-related bacteremia from single-tooth extraction and toothbrushing and to determine the impact of amoxicillin prophylaxis on single-tooth extraction.
Methods and Results— In this double-blind, placebo-controlled study, 290 subjects were randomized to (1) toothbrushing, (2) single-tooth extraction with amoxicillin prophylaxis, or (3) single-tooth extraction with identical placebo. Blood was drawn for bacterial culturing and identification at 6 time points before, during, and after these interventions. The focus of our analysis was on bacterial species reported to cause infective endocarditis. We identified 98 bacterial species, 32 of which are reported to cause endocarditis. Cumulative incidence of endocarditis-related bacteria from all 6 blood draws was 23%, 33%, and 60% for the toothbrushing, extraction-amoxicillin, and extraction-placebo groups, respectively (P<0.0001). Significant differences were identified among the 3 groups at draws 2, 3, 4, and 5 (all P<0.05). Amoxicillin resulted in a significant decrease in positive cultures (P<0.0001).
Conclusions— Although amoxicillin has a significant impact on bacteremia resulting from a single-tooth extraction, given the greater frequency for oral hygiene, toothbrushing may be a greater threat for individuals at risk for infective endocarditis.

A Cultura pede socorro

No dia 12 p.p. precipitadamente divulguei uma informação inverídica.
Meu amigo foi mais inteligente do que eu, e antes de continuar a disseminação do boato foi examinar sua veracidade. Desculpem-me a incontinência, mas vejam como é importante ter amigos previdentes...
E pode ser que por caminhos tortos este acervo seja mais visitado.
A propósito, meu amigo enviou-me a mensagem abaixo:
José Antonio Brenner
Bom dia!Devido às repetidas mgs sobre a extinção do site "Domínio Público", resolvi pedir informações ao portal e recebi a resposta abaixo, que repasso.
---------- Forwarded message ----------
From: Dominio <DomPub@mec.gov.br>
Date: 16/06/2008 09:41Subject: RES:
Fale Conosco - Dominio Publico
To: brenner.ja@gmail.com
Prezado Sr. José Antonio, Graças a seu interesse e participação, o Portal Domínio Público tem alcançado resultados cada vez melhores. Informamos que é falsa a notícia veiculada na internet sobre a possibilidade de desativação deste Portal, por suposto motivo de falta de acesso. Atenciosamente,
Vanessa Pereira
Portal Dominío Público
-----Mensagem original-----
De: brenner.ja@gmail.com [mailto:brenner.ja@gmail.com]
Enviada em: sexta-feira, 13 de junho de 2008 18:29
Para: dominio@mec.gov.br
Assunto: Fale Conosco - Dominio Publico
Nome: José Antonio Brenner
E-mail: brenner.ja@gmail.com
Comentários: Sras. e Srs. Correm na Internet mensagens pressagiando que esse site "Domínio Público" está ameaçado de extinção, devido ao baixo número de acessos. Se for verdade, é de causar espanto. Peço-lhes, então, o favor de me informar a respeito.
Atenciosamente --
José Antonio Brenner
Rua Doutor Bozano 106597015-003
Santa Maria/RSfone (55) 3025 1656

BDG-Decit

Por recomendação da Dra. Rosa Maria Sampaio Vilanova de Carvalho, Diretora do Hiperdia-MS.

BDG-Decit: "Aqui você encontrará informações sobre projetos de pesquisas apoiados pelo Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit/ SCTIE/ MS) desde 2002 com a colaboração do CNPq, Finep, Unesco, Opas, Fundações de Amparo a Pesquisa, Secretarias Estaduais de Saúde e de Ciência e Tecnologia."/.../

Friday, June 13, 2008

Japan legislates mandatory national waist circumference measurement

Apud: Coleman, Catherine to procor

Japan embarked on a national campaign to measure the waists of its 56 million citizens who are between ages 40-74 years--almost half of the country's entire population--in April 2008. It's the first national campaign of its kind, and was launched in response to rising national health care costs. Most Japanese are covered under public health care or through their work.
The country has set itself goal of reducing the number of people classified as overweight by 10% in the next four years, and 25% in by 2015. Companies and governments are mandated to measure the waistlines of people in the 40-74 age group as part of their annual checkups. Companies must measure the waistlines of employees, their families, and retirees. Individuals identified as having a weight-related ailment are given dieting guidance if after three months they do not lose weight and are referred to further "re-education" after six more months. Companies and governments that do not achieve the goal will pay financial penalties./.../

WHO | World Health Statistics Report

WHO World Health Statistics Report: "World Health Statistics Report
WHO's annual World Health Statistics reports present the most recent health statistics for WHO's 193 Member States.
All reports are available for download in Adobe PDF and excel when applicable.

DOWNLOAD THE REPORTS

2008
- Just released
http://www.who.int/whosis/whostat/EN_WHS08_Full.pdf
2006
- By section
- Full report [pdf 5.77Mb]
2007
- By section
- Full report [pdf 2.47Mb]
2005
- By section
- Full report [pdf 7.16Mb]"

Investigational Insulin-sensitizing drug

SAN FRANCISCO, June 12 -- An investigational insulin-sensitizing drug for type 2 diabetes seemed in a small study to have the efficacy of thiazolidinedione agents with less potential for side effects, a researcher said here.After four weeks of treatment with the oral drug, called INT131, mean fasting plasma glucose declined by 22 mg/dL with 1-mg daily doses and by 46 mg/dL with 10-mg doses, both significant compared with placebo (P<0.01), reported Alex DePaoli, M.D., of InteKrin Therapeutics in Los Altos, Calif., the drug-maker, at the American Diabetes Association meeting.Moreover, there was a strong correlation in the phase IIa 69-patient study between blood levels of the drug and increases in adiponectin secretion, Dr. DePaoli said, suggesting potential weight loss.

Thursday, June 12, 2008

A cultura pede Socorro

Recomendado por:

A cultura pede socorro !
A Cultura pede socorroVale a pena ler e repassar!Convoco todos a lutar para impedirmos este erro:Imaginem um site (lugar) onde se pode ler gratuitamente as obras de Machadode Assis ou A Divina Comédia, ou ter acesso às melhores historinhas infantisde todos os tempos.Um lugar que lhe mostrasse as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci.Onde você pudesse escutar (de graça) músicas em MP3 de alta qualidade...Pois esse lugar existe!O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site: http://www.dominiopublico.gov.br/Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter isso, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura. Ao invés de divulgar o site, é mais barato eliminá-lo , é um absurdo !!! Divulgue para o máximo de pessoas, http://www.dominiopublico.gov.br/ A Cultura pedesocorro ....

Wednesday, June 11, 2008

Periodontitis may negatively affect the blood vessel wall

E-Journal - Volume 6 - Periodontitis may negatively affect the blood vessel wall

Dr. N. Werner and Prof. M. Böhm1Bonn and 2Homburg-Saar, Germany2Nucleus member of Heart Failure Association of the ESC.


The VA Normative Aging and Dental Longitudinal Studies in Boston followed 1200 men for up to 35 years and gave clear evidence of an association between chronic periodontitis and the risk of coronary heart disease independent of classical risk factors. We also know that periodontitis causes endothelial dysfunction together with systemic inflammation and endothelial function can be improved after successful periodontal treatment - however no true causal relation between periodontitis and vascular disease has been evidenced.Regular dental care with treatment of periodontitis using local dental and antibiotic therapy seems advisable in patients at risk for atherosclerotic disease, because poor oral health and the presence of periodontitis may negatively affect the blood vessel wall./.../

Wednesday, June 04, 2008

os 100 melhores produtos de TI 2008 - Dicas - PC WORLD

Conheça os 100 melhores produtos de Tecnologia de 2008 - Dicas - PC WORLD: "A equipe de Redação da PC World nos Estados Unidos preparou a já esperada relação dos melhores produtos – hardware, software e serviços – de tecnologia de 2008. Como ela é feita? Centenas de dispositivos, aplicativos, sites e serviços são selecionados e estes recebem notas pelo seu design, funcionalidade, desempenho e impacto que causam no mercado.
A partir dessa relação, aqueles que recebem as maiores pontuações ganham o privilégio de estar entre os 100 maiores. Note que a avaliação não considere especificamente seu preço ou valor; em vez disso, procuramos focar na qualidade total do item em questão.
Dito isso, vamos conhecer aqueles que receberam o aval da nossa equipe."/.../

Indicadores de Saúde: Brasil 2008

Indicadores de Saúde no Brasil: conceitos e aplicações
RIPSA, publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde - RIPSA.Organização Pan-Americana da Saúde, 2008
Disponível on-line PDF [350p.] at: http://www.datasus.gov.br/cgi/idb2007/indicadores.pdf
“....O conteúdo técnico da publicação resulta do trabalho coletivo de duas centenas de profissionais vinculados às instituições integrantes da Ripsa, na condição de participantes das instâncias colegiadas da Rede – Oficina de Trabalho Interagencial (OTI), comitês temáticos interdisciplinares (CTI), comitês de gestão de indicadores (CGI) e grupos de trabalho ad hoc – ou na função de consultores especializados. Desde que foi lançado, o livro tem sido amplamente utilizado nas áreas de epidemiologia, planejamento, gestão e avaliação em saúde. Também tem servido de referência para a construção de indicadores e como material didático na formação de profissionais.
No capítulo introdutório, são explicitados os conceitos gerais que fundamentam o uso de indicadores na análise da situação de saúde. A matriz de indicadores e as fichas de qualificação, apresentadas nos dois capítulos seguintes, sistematizam elementos essenciais para compreensão do significado de 120 indicadores, entre demográficos, socioeconômicos, de mortalidade, de morbidade e fatores de risco, de recursos e de cobertura. Cerca de 30 fontes de informação utilizadas na construção desses indicadores estão descritas em capítulo específico.
Em função da diversidade de temas tratados e da dinâmica própria da área de informação em saúde, o conteúdo desta publicação recebe atualizações freqüentes, registradas na base do IDB na Internet, a qual deve ser sempre consultada. Nesta segunda edição, todos os indicadores apresentados na versão anterior foram revisados, com atualização de dados e de fontes de informação, entre outros itens. Ademais, foram inseridos cerca de 20 novos indicadores, que ampliam as possibilidades de análise da situação de saúde no país....”
Capa
Folha de Rosto, Apresentação e Sumário
Capítulo 1: Indicadores de Saúde e a Ripsa
Capítulo 2: Matriz de indicadores
Capítulo 3: Fichas de qualificação dos indicadores
A. Demográficos
B. Socioeconômicos
C. Mortalidade
D. Morbidade e fatores de risco
E. Recursos
F. Cobertura

Capítulo 4: Fontes de informação Glossário de siglas Equipe de elaboração e Gestão da Ripsa Índice remissivo

Economics for Everyone

The CCPA is pleased to announce the publication of Economics for Everyone: A Short Guide to the Economics of Capitalism by Jim Stanford. Economics for Everyone is concise and readable, providing non-specialist readers with all the information they need to understand how capitalism works (and how it doesn't). The book is illustrated with cartoons and flow charts by renowned political cartoonist Tony Biddle. Most important, Economics for Everyone is backed by a comprehensive set of web-based instructional materials — including a course outline, lecture notes, student exercises, and a glossary, all available for free on the web at http://www.economicsforeveryone.ca/. This book can thus be part of a broader, ready-made popular economics course for unionists, activists, and just plain regular concerned individuals.Economics for Everyone will be released on June 12, 2008. Copies are available from the CCPA for $24.95 each (plus GST and shipping). Discounts are available for bulk orders. Click here to order your copy!To celebrate, we will be holding two book launches: Toronto launchJune 12, 20085:00 pm – 7:00 pmConference Room B&C (Mezzanine)Sheraton Centre Hotel123 Queen Street W. TorontoDownload the posterVisit the Facebook page for this eventOttawa launchJune 23, 20085:00 pm – 7:00 pmNational Arts Centre, Le SalonCash bar, refreshments will be servedfor the Ottawa launch please rsvp to dianet@policyalternatives.caDownload the posterVisit the Facebook page for this eventAll the best,Bruce CampbellCCPA Executive Director--Canadian Centre for Policy Alternatives410-75 Albert Street, Ottawa, ON K1P 5E7tel: 613-563-1341 fax: 613-233-1458email: info@policyalternatives.ca

Tuesday, June 03, 2008

Mortalidade Precoce por DCV POA.

Mortalidade Precoce por Doenças Cardiovasculares e Desigualdades Sociais em Porto Alegre: da Evidência à Ação.
Premature Mortality due to Cardiovascular Disease and Social Inequalities in Porto Alegre: from Evidence to Action
Sérgio Luiz Bassanesi, Maria Inês Azambuja, Aloyzio AchuttiUniversidade Federal do Rio Grande do Sul, Academia Sul-Riograndense de Medicina, Porto Alegre, RS - Brasil
Resumo
Fundamento: Duas perspectivas, a econômica (doença causando empobrecimento) e a social (pobreza causando adoecimento), têm disputado internacionalmente a justificação de políticas públicas de saúde.
Objetivo: Investigar a relação entre mortalidade precoce por doenças cardiovasculares (DCV) e condições socioeconômicas (SE) em Porto Alegre (PA), e discutir fundamentos e estratégias para a prevenção das DCV.
Métodos: Análise ecológica da associação entre mortalidade por DCV aos 45-64 anos e condições SE de 73 bairros de PA. Estimou-se o risco relativo (RR) e a fração do risco atribuível (FRA) às desigualdades entre bairros agrupados em 4 estratos SE.
Resultados: A mortalidade precoce por DCV foi 2,6 vezes maior nos bairros classificados no pior comparado ao melhor de 4 estratos SE. Entre bairros extremos, o RR chegou a 3,3 para as DCV e 3,9 para as doenças cerebrovasculares. Comparada à mortalidade no melhor estrato, 62% dos óbitos precoces do pior estrato e 45% dos da cidade como um todo seriam atribuíveis à desigualdade socioeconômica.
Conclusão: Quase a metade da mortalidade por DCV antes do 65 anos pode ser atribuída à pobreza. A doença, por sua vez, contribui para a pobreza e reduz a competitividade do país. É preciso reduzir o adoecimento e recuperar a saúde dos mais pobres com investimentos que resultem em desenvolvimento econômico-nacional e melhoria das condições sociais da população. (Arq Bras Cardiol 2008; 90(6): 403-412)
Palavras-chave: Mortalidade, doenças cardiovasculares, prevenção de doenças, iniqüidade social.

Summary
Background: Two perspectives, the economic (disease causing impoverishment) and social (poverty causing illness), have internationally disputed the justification for public health policies.
Objective: To investigate the relationship between early mortality by cardiovascular disease (CVD) and socioeconomic (SE) conditions in the city of Porto Alegre (PA), and discuss bases and strategies for the prevention of CVD.
Methods: An ecological analysis of the association between mortality by CVD at 45-64 years of age and SE conditions of 73 districts/neighborhoods in PA. The relative risk (RR) and the fraction of risk (FRA) attributable to inequality among the districts grouped into 4 SE strata were estimated.
Results: Early mortality by CVD was 2.6 times higher in the districts classified in the worst compared to the best of the 4 SE strata. Among the extreme districts, the RR reached 3.3 for CVD and 3.9 for cerebrovascular disease. Compared to the mortality in the best stratum, 62% of the early deaths in the worst stratum and 45% of those in the city as a whole could be attributed to socioeconomic inequality.
Conclusion: Almost half of the mortality by CVD before 65 years of age can be attributed to poverty. Disease, on the other hand, contributes towards poverty and reduces competitiveness of the country. It is necessary to reduce illness and recover the health of the poorest inhabitants with investments that result in national economic development and improvement of the social conditions of the population. (Arq Bras Cardiol 2008; 90(6): 370-379)
Key words: Mortality; cardiovascular diseases; disease prevention; social inequity.
Full texts in English - http://www.arquivosonline.com.br
Correspondência: Maria Inês Azambuja • Rua Ramiro Barcelos 2600/420 - 90035-003 - Bom Fim - Porto Alegre, RS - BrasilE-mail: miazambuja@terra.com.brArtigo recebido em 12/11/07; revisado recebido em 09/01/08; aceito em 15/01/08.

Monday, June 02, 2008

Address to the 61st World Health Assembly

WHO Address to the 61st World Health Assembly: "Address to the 61st World Health Assembly
Dr Halfdan Mahler
Former Director-General of WHO

Distinguished audience,
My remarks will focus on 'Why Alma-Ata in 1978 and Whither the Health for All Vision and Primary Health Care Strategy'.
Milan Kundera wrote in one of his books: 'The struggle against human oppression is the struggle between memory and forgetfulness.' So allow me to remind all of us today, of the transcendental beauty and significance of the definition of health in WHO's Constitution: 'Health is a state of complete physical, mental and social well-being and not merely the absence of disease or infirmity.'
This definition is immediately followed by: 'The enjoyment of the highest attainable standard of health is one of the fundamental rights of every human being without distinction of race, religion, political belief, economic or social condition.' Most importantly, the very first constitutional function of WHO reads: 'To act as the directing and coordinating authority on international health work.' Please do note that the Constitution says 'the' and not 'a' directing and coordinating authority.
So please, allow this old man in front of you to insist that unless we all become partisans in renewed local and global battles for social and economic equity in the spirit of distributive justice, we shall indeed betray the future of our children and grandchildren.
My memory tells me that the World Health Assembly had this in mind when, in 1977, it decided that the main social target for governments and WHO in the coming decades should be the attainment of what is known as 'Health for All'."/.../

As fit as a 5th grader? Adults can take challenge ... American Medical News

AMNews: June 9, 2008. As fit as a 5th grader? Adults can take challenge ... American Medical News: "How many push-ups can you do? Could you handle a jog or a mile-long walk?
The President's Council on Physical Fitness and Sports, which for decades has provided tests of children's fitness and medals for those who pass, launched last month an adult version that asks these very questions. Just like the version for youth, this measure is designed to assess and monitor aerobic abilities, muscular strength, endurance, flexibility and body composition -- only this time, it's"/.../

Airborne Fine Particulate Matter Linked to Stroke Risk - in Cardiovascular, Strokes from MedPage Today

Medical News: Airborne Fine Particulate Matter Linked to Stroke Risk - in Cardiovascular, Strokes from MedPage Today: "ANN ARBOR, Mich., May 30 -- Even low levels of airborne fine particulate matter appear to be associated with an increased risk of cerebrovascular events, researchers found.

Levels of particulate matter in a southeast Texas county were associated with 'borderline significant' increases in the risk of ischemic stroke and transient ischemic attack, Lewis Morgenstern, M.D., of the University of Michigan, and colleagues reported online in the Annals of Neurology.

When levels of fine particulate matter rose by 5.1 ug/m3 the risk of suffering one of the events increased by 3% that day (RR 1.03, 95% CI 0.99 to 1.07) and the day after (RR 1.03, 95% CI 1.00 to 1.07)."/...

Saturday, May 31, 2008

2385 - AMICOR11 - 31/05/2008

Saturday, May 31, 2008

The inflammation paradigm: Towards a consensus to explain coronary disease mortality in the 20th century.
CVD Prevention and Control (2008) 3, 69–76
Maria Ines Azambuja a,*, Aloyzio Achutti b, Richard Levins c.
a Department of Social Medicine, School of Medicine, Universidade Federal do Rio Grande do Sul,Rua Ramiro Barcelos 2600, 4/420, 90035-003 Porto Alegre, RS, Brazil; b Moinhos de Vento Hospital, Porto Alegre, Brazil; c Department of Population and International Health, Harvard School of Public Health, United States Labels: ,

Fumacê..., por Aloyzio Achutti*
Artigos - Fumacê..., por Aloyzio Achutti*

Friday, May 30, 2008

Social determinants of health: a call for papers
Appointed by Dr. Maria Ines Reinert Azambuja
The Lancet: Social determinants of health: a call for papersFrom the Lancet website:Social determinants of health: a call for papers On Nov 8, 2008, The Lancet will publish a theme issue devoted to the social determinants of health. We invite submission of research papers, reviews, viewpoints, and comments with an emphasis on action—what the doctor, public-health worker, policy maker, and politician can do to reduce inequalities and tackle the broad interplay of economic and social forces affecting health.This theme issue will be produced in parallel with a conference being held in London (Nov 6–7) called “Closing the Gap in a Generation: Health Equity Through Action on the Social Determinants of Health.” The conference also aims to identify actions based on recommendations set out by the WHO Commission on the Social Determinants of Health. That Commission, chaired by Michael Marmot, will publish its final report after the summer. Launched in 2005, the Commission has used an ambitious process of knowledge networks, country consultations, and wide engagement with civil society and academia to devise a global strategy to realise longstanding hopes for health equity.One telling example of the complexity the Commission will have to grapple with was provided last week by Save the Children. In its report The Road Less Travelled: Barriers to Poor Children's Healthcare Utilisation in Developing and Transitional Countries, Save the Children described how the child mortality gap is widening in the world's poorest countries. Transport can cost as much as half the total cost of health care. Corruption can be a major obstacle to preventive services, such as vaccination. And high drug prices can dissuade families from purchasing the care they need.In the Commission's interim report, Marmot described health as “a universal human aspiration and a basic human need”. Although that view commands wide medical and political support, translating this vision into a practical, realisable, and affordable plan has proven beyond the ability of most nations. The Commission's work is an opportunity to turn advocacy into action. The Lancet invites clinical and public-health scientists and practitioners to make their contribution to this unprecedented international event.
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Our cities, our health, our future
From: ruglucia@PAHO.ORG
Our cities, our health, our futureReport to the WHO Commission on Social Determinants of Health from the Knowledge Network on Urban Settings (KNUS) 2008Chair and Lead Writer: Tord KjellstromAvailable online as PDF file [199p.] at: http://www.who.int/social_determinants/resources/knus_final_report_052008.pdf Labels:

Tuesday, May 27, 2008

Can metabolic syndrome usefully predict cardiovascular disease and diabetes?
Prof Naveed Sattar FRCPathBackground
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Sunday, May 25, 2008

AMICOR11
Prezados AMICOR.
Estamos já com 11 anos e portanto as mensagens tomarão esta designação enquanto durar mais este período. Pretendemos continuar enviando periodicamente um lembrete para a lista dos Amigos do Coração, mas algumas facilitações podem ser sugeridas para quem preferir experimenta-las.
Na página do Google - e qualquer um, se não tiver ainda uma conta pode abri-la gratuitamente - basta procurar em http://www.google.com/
Uma vez aberta a conta você pode buscar logo abaixo da barra de ferramentas as direções apontadas: Geral, Calendar, Documentos, Photos, Reader, Web e more. No Reader clique em Add subscription e, mesmo que não queira usar as outras funções, pode fazer uma inscrição para receber AMICOR Sempre que algo for postado, aparecera nesta lista que poderá ser gerenciada por você como quiser.
Espero que aproveitem, mas estarei a disposição para qualquer sugestão adicional.
Um abraço.
Aloyzio Achutti
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Tobacco or Health
Image Gallery
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The inflammation paradigm: Towards a consensus to explain coronary disease mortality in the 20th century.

The inflammation paradigm: Towards a consensus to explain coronary heart disease mortality in the 20th century

CVD Prevention and Control (2008) 3, 69–76
Maria Ines Azambuja a,*, Aloyzio Achutti b, Richard Levins c
a Department of Social Medicine, School of Medicine, Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
Rua Ramiro Barcelos 2600, 4/420, 90035-003 Porto Alegre, RS, Brazil; b Moinhos de Vento Hospital, Porto Alegre, Brazil; c Department of Population and International Health, Harvard School of Public Health, United States


Summary: The etiology of coronary heart disease (CHD) has been debated over the last 60 years. There exists an alternative explanation to the rise in CHD mortality, consonant with knowledge about the role of inflammation. It is proposed that a cohort association existed between rates of vulnerability to influenza deaths in 1918 and CHD mortality among survivors from those vulnerable birth cohorts.
According to this hypothesis, hypercholesterolemia may have been a marker of the 1918 immune-priming, with CHD deaths resulting from bursts of endothelial inflammation and thrombosis associated with influenza re-infections during the following decades. We propose a reconsideration of the way we model atherogenesis, from ‘‘initiation’’ and ‘‘promotion’’ to ‘‘vulnerable substrate(s)’’ and ‘‘trigger(s)’’.
Also suggested, based on this hypothesis, is a possible shared condition between vulnerable substrates, which upon triggering, is associated with evolution to acute events, through an imbalance between COX and LOX products. This paradigm has implications for global prevention policies.
2008 World Heart Federation. Published by Elsevier Ltd. All rights reserved.

Fumacê..., por Aloyzio Achutti*

Artigos - Fumacê..., por Aloyzio Achutti*
Que fumar não faz bem para a saúde, todo mundo sabe, mas não são bem avaliados ainda os riscos da fumaça produzida pelo cigarro.Muitos fumam buscando um alívio para problemas psíquicos; e pode-se imaginar que atrás da fumaça de um cigarro haja sempre alguém com problemas e, no mínimo, com baixa auto-estima. Sabendo dos riscos notórios para a saúde, ninguém que se preze pode fumar.
A nicotina tem efeitos antidepressivos e se diz que o cigarro é o psicotrópico mais largamente usado no mundo, de baixo custo - se comparado com os medicamentos - e sem necessitar prescrição médica.
Aliás, pelos médicos é proscrito, e não prescrito.
A desculpa do fumante é que "cada um se mata como pode" e que "ninguém tem nada a ver com isso". Embora defensores extremados do livre-arbítrio dos suicidas possam aceitar essa saída, não devem admitir que sejam também "assassinos" potenciais...
Na comemoração do Dia Mundial sem Tabaco, 31 de maio, é importante saber que somente 20% da fumaça produzida pela queima do cigarro o fumante aspira diretamente, o restante enche e polui o ar e termina sendo também absorvido, se o ambiente for fechado.Daí já se depreende que fumar em ambiente fechado faz muito mais mal para qualquer um do que ao ar livre.
Mas a segunda constatação é que o circunstante está exposto aos 80% da fumaça produzida e, portanto, correndo também alto risco de sofrer das mesmas conseqüências que afetam o fumante.
Isso é verdade para todos os malefícios da fumaça: bronquite, enfisema, sinusite, asma, conjuntivite, catarata, câncer de pulmão, câncer de bexiga, qualquer outro tipo de câncer, envelhecimento precoce da pele, impotência sexual, mas também para as artérias coronárias, cerebrais, das pernas, e todo o sistema circulatório.
Se alguém duvidar, e ainda não tiver perdido o olfato pela exposição crônica à fumaça, basta cheirar as roupas depois de ficar algum tempo em ambiente fechado com fumantes. Se a pessoa exposta for um cardiopata e tiver já problemas isquêmicos, as conseqüências são ainda piores, podendo acelerar-se o processo da doença e até provocar crises que podem ser fatais.
Para os fumantes inveterados, portanto, sugere-se que ao acender um cigarro, olhem para os lados, e não simplesmente peçam licença para cometer a obscenidade, mas também perguntem se há alguém com problemas cardíacos. E para esses, sugere-se que acionem o agressor na Justiça, solicitando compensação por danos físicos.
Perdoem-nos por estimular a guerra entre fumantes e não-fumantes, mas também é justo que "cada um se defenda" como pode...
*Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia

Friday, May 30, 2008

Social determinants of health: a call for papers

Appointed by Dr. Maria Ines Reinert Azambuja

The Lancet: Social determinants of health: a call for papers
From the Lancet website:

Social determinants of health: a call for papers
On Nov 8, 2008, The Lancet will publish a theme issue devoted to the social determinants of health. We invite submission of research papers, reviews, viewpoints, and comments with an emphasis on action—what the doctor, public-health worker, policy maker, and politician can do to reduce inequalities and tackle the broad interplay of economic and social forces affecting health.
This theme issue will be produced in parallel with a conference being held in London (Nov 6–7) called “Closing the Gap in a Generation: Health Equity Through Action on the Social Determinants of Health.” The conference also aims to identify actions based on recommendations set out by the WHO Commission on the Social Determinants of Health. That Commission, chaired by Michael Marmot, will publish its final report after the summer. Launched in 2005, the Commission has used an ambitious process of knowledge networks, country consultations, and wide engagement with civil society and academia to devise a global strategy to realise longstanding hopes for health equity.
One telling example of the complexity the Commission will have to grapple with was provided last week by Save the Children. In its report The Road Less Travelled: Barriers to Poor Children's Healthcare Utilisation in Developing and Transitional Countries, Save the Children described how the child mortality gap is widening in the world's poorest countries. Transport can cost as much as half the total cost of health care. Corruption can be a major obstacle to preventive services, such as vaccination. And high drug prices can dissuade families from purchasing the care they need.
In the Commission's interim report, Marmot described health as “a universal human aspiration and a basic human need”. Although that view commands wide medical and political support, translating this vision into a practical, realisable, and affordable plan has proven beyond the ability of most nations. The Commission's work is an opportunity to turn advocacy into action. The Lancet invites clinical and public-health scientists and practitioners to make their contribution to this unprecedented international event.

Our cities, our health, our future

From: ruglucia@PAHO.ORG

Our cities, our health, our future

Report to the WHO Commission on Social Determinants of Health from the Knowledge Network on Urban Settings (KNUS) 2008
Chair and Lead Writer: Tord Kjellstrom

Available online as PDF file [199p.] at: http://www.who.int/social_determinants/resources/knus_final_report_052008.pdf

Which aspects of urban settings influence health equity?
This KNUS report summarizes the findings concerning structural and intermediate social determinants of health that are of importance in the urban setting. The framework of the Commission on Social Determinants of Health (CSDH) guided the work. While unmasking the health inequities and inequalities in urban settings, it was decided at an early stage to make a strategic focus on slums and informal settlements where one billion people live in deplorable conditions.

This number may double in coming decades unless appropriate policies for economic, social and health equity are developed and implemented. An example of the health inequalities in these circumstances is the strong gradient in infant and child mortality rates within Nairobi, Kenya, with rates in the slums more than three times higher than the city average and possibly ten or more times higher than in the richer parts of the city. Other data from Africa shows that these mortality Rates among the urban poor are, on average, almost as high as the rates among the rural poor, while among the richer urban groups the rates are the lowest.

EXECUTIVE SUMMARY
1. INTRODUCTION
2. URBANIZATION AND THE URBAN SETTING AS HEALTH DETERMINANTS
2.1 Urbanization in a global context
2.2 Slum formation with rapid urbanization
2.3 A conceptual framework for urban health
2.4 The economics of urban health development
2.5 Poverty, deprived urban living conditions and health vulnerability
2.6 Healthy urban governance
3. THE URBAN HEALTH SITUATION
3.1 Burden of disease and communicable diseases
3.2 Injuries and violence
3.3 Mental health and substance abuse
3.4 Noncommunicable diseases and nutritional disorders
4. KEY ISSUES AND CHALLENGES IN ACHIEVING HEALTH EQUITY
5. A BROAD SPECTRUM OF INTERVENTIONS
6. APPROACHES AND POLICIES TO MAKE INTERVENTIONS HAPPEN
7. CONCLUSIONS AND RECOMMENDATIONS
7.1 The urban setting as a health determinant
7.2 The urban health situation
7.3 Key issues and concepts of health equity impacts
7.4 A broad spectrum of interventions
7.5 Approaches and policies to make interventions happen
ENDNOTES
BIBLIOGRAPHY

Tuesday, May 27, 2008

Can metabolic syndrome usefully predict cardiovascular disease and diabetes?

Prof Naveed Sattar FRCPath

Background

Clinical use of criteria for metabolic syndrome to simultaneously predict risk of cardiovascular disease and diabetes remains uncertain. We investigated to what extent metabolic syndrome and its individual components were related to risk for these two diseases in elderly populations.

Methods

We related metabolic syndrome (defined on the basis of criteria from the Third Report of the National Cholesterol Education Program) and its five individual components to the risk of events of incident cardiovascular disease and type 2 diabetes in 4812 non-diabetic individuals aged 70–82 years from the Prospective Study of Pravastatin in the Elderly at Risk (PROSPER). We corroborated these data in a second prospective study (the British Regional Heart Study [BRHS]) of 2737 non-diabetic men aged 60–79 years.

Findings

In PROSPER, 772 cases of incident cardiovascular disease and 287 of diabetes occurred over 3·2 years. Metabolic syndrome was not associated with increased risk of cardiovascular disease in those without baseline disease (hazard ratio 1·07 [95% CI 0·86–1·32]) but was associated with increased risk of diabetes (4·41 [3·33–5·84]) as was each of its components, particularly fasting glucose (18·4 [13·9–24·5]). Results were similar in participants with existing cardiovascular disease. In BRHS, 440 cases of incident cardiovascular disease and 105 of diabetes occurred over 7 years. Metabolic syndrome was modestly associated with incident cardiovascular disease (relative risk 1·27 [1·04–1·56]) despite strong association with diabetes (7·47 [4·90–11·46]). In both studies, body-mass index or waist circumference, triglyceride, and glucose cutoff points were not associated with risk of cardiovascular disease, but all five components were associated with risk of new-onset diabetes.

Interpretation

Metabolic syndrome and its components are associated with type 2 diabetes but have weak or no association with vascular risk in elderly populations, suggesting that attempts to define criteria that simultaneously predict risk for both cardiovascular disease and diabetes are unhelpful. Clinical focus should remain on establishing optimum risk algorithms for each disease.

Sunday, May 25, 2008

AMICOR11

Prezados AMICOR.

Estamos já com 11 anos e portanto as mensagens tomarão esta designação enquanto durar mais este período. Pretendemos continuar enviando periodicamente um lembrete para a lista dos Amigos do Coração, mas algumas facilitações podem ser sugeridas para quem preferir experimenta-las.

Na página do Google - e qualquer um, se não tiver ainda uma conta pode abri-la gratuitamente - basta procurar em http://www.google.com

Uma vez aberta a conta você pode buscar logo abaixo da barra de ferramentas as direções apontadas: Geral, Calendar, Documentos, Photos, Reader, Web e more. No Reader clique em Add subscription e, mesmo que não queira usar as outras funções, pode fazer uma inscrição para receber AMICOR Sempre que algo for postado, aparecera nesta lista que poderá ser gerenciada por você como quiser.

Espero que aproveitem, mas estarei a disposição para qualquer sugestão adicional.

Um abraço.

Aloyzio Achutti




Tobacco or Health

Image Gallery

Friday, May 16, 2008

2384 – AMICOR10 – 16.05.2008

Caros Amigos do Coração (AMICOR)

Amanhã passaremos a ser AMICOR11, em 17 de maio.
Acho que precisamos fazer algumas adaptações e vou aproveitar a ida ao Congresso Mundial de Buenos Aires para pensar um pouco mais no assunto.

Um abraço a todos

AA

Dear AMICOR,

Tomorrow we will be AMICOR11, May 17 eleven years of our venture.
I think we need to do some adaptation and I will take the opportunity o the travel to Buenos Aires to attend the WCC2008 to plan something more.

A hug to all of you and perhaps to meet someone during the meeting.

AA


Friday, May 16, 2008

Poster on early CVD mortality risk in Porto Alegre

Poster display number: 13 during the WCC2008

(Publication reference number: P1003)

Ecologic methods for measuring health disparities attributed to
socioeconomic factors: risk of premature CVD mortality across
geo-demographic areas of Porto Alegre, Brazil
Sérgio Luiz Bassanesi and Maria Inês Reinert Azambuja were not able de attend the Congress and I will present the Poster as a co-author.
You will be welcome to discuss it.

Labels: inequality

RF/RHD in South America ppt presentation

Dear friends,
During one week this presentation will stay in the below address to be downloaded.

http://senduit.com/02b55c

Labels: Rheumatic Fever

Thursday, May 15, 2008

Rheumatic Fever and RHD in South America

During the World Congress of Cardiology (Buenos Aires May, 18-21) I was invited to talk on Rheumatic Fever in South America during the Session "Regional Challenges for CVD around the world" (May 19 afternoon).
The slides (English) with annotations in Portuguese can be downloaded through the following address:

http://senduit.com/d49fc5

Labels: Rheumatic Fever

Pronúncia

Repasso endereço interessante enviado por uma amiga:
Berenice Goelzer

clique em "say it", o personagem vai falar o que você escreveu no idioma e no sotaque escolhido...
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php

Labels: diversos

Tuesday, May 13, 2008

Public Health: inequalities measurement

The Public Health Observatory Handbook of Health Inequalities Measurement
Full electronic version
Electronic version by chapters
Order a print copy*

Labels: inequality

Atrial fibrilation and obesity

Catheter Ablation for Atrial Fibrillation in Patients With Obesity
Labels: atrial fibrilation, obesity

Posted by Aloyzio Achutti at 8:47 AM
0 comments

The Tobacco Atlas 2nd edition

The Tobacco Atlas, 2nd Edition
Dr. Judith Mackay, Dr. Michael Eriksen, Dr. Omar ShafeyBuy this book in print.View an interactive version of this atlas onlineFirst edition available online at World Health Organization.

Labels: smoking

Treatment of Restless Legs Syndrome

ROCKVILLE, Md., May 12 -- The FDA has given the go-ahead to four companies to produce generic versions of ropinirole hydrochloride (Requip) for treatment of moderate to severe restless legs syndrome.
Labels: restlessness legs

Georges Braque e o Cubismo

Georges Braque
Tentando repassar conteúdo da Britannica para o Blog.

Labels: Cubismo

Tuesday, May 06, 2008

Equitable access: research challenges for health in developing countrie

This Forum 11 report provides an overview and synthesis of the key issues discussed and conclusions reached in 2007, Beijing, People's Republic of China. Organized at the invitation of the Ministry of Health of the People's Republic of China, it drew 620 participants from close to 80 countries to discuss research issues, best practices and gaps in securing equitable access to health./.../

Labels: Global Health

SIGMUND FREUD

Hoje é o dia do nascimento de Sigmund Freud. Aproveito para colocar a disposição artigo da Enciclopedia Britânica.

Labels: PSYCHOANALISYS

Friday, May 02, 2008

Time: 100 most influential people

Our fifth annual list of the world's most influential people: leaders, thinkers, heroes, artists, scientists and more

Labels: people

Poster on early CVD mortality risk in Porto Alegre

Poster display number: 13 during the WCC2008

(Publication reference number: P1003)

Ecologic methods for measuring health disparities attributed to
socioeconomic factors: risk of premature CVD mortality across
geo-demographic areas of Porto Alegre, Brazil
Sérgio Luiz Bassanesi and Maria Inês Reinert Azambuja were not able de attend the Congress and I will present the Poster as a co-author.
You will be welcome to discuss it.

RF/RHD in South America ppt presentation

Dear friends,
During one week this presentation will stay in the below address to be downloaded.

http://senduit.com/02b55c

Thursday, May 15, 2008

Rheumatic Fever and RHD in South America

During the World Congress of Cardiology (Buenos Aires May, 18-21) I was invited to talk on Rheumatic Fever in South America during the Session "Regional Challenges for CVD around the world" (May 19 afternoon).
The slides (English) with annotations in Portuguese can be downloaded through the following address:

http://senduit.com/d49fc5

Pronúncia

Repasso endereço interessante enviado por uma amiga:

Berenice Goelzer
Assunto: Pronuncia

Olá,
Estou dando a dica, pois é muito útil. As vezes temos duvida quanto a uma pronuncia – pois com este, tiramos as duvidas - testei várias palavras em inglês, francês, espanhol e português (escreva e escolha o idioma) – tudo certíssimo !
Espero que seja útil abraço Berenice
__________________________________________________
Fabuloso o que o mundo da informática consegue fazer !!!
Abra o site abaixo e você vai ver uma pessoa. Passe o mouse em volta da cabeça do personagem e tanto os olhos como a cabeça do personagem vão acompanhar os movimentos Ela vai pronunciar tudo o que você escrever. Escreva uma palavra ou um texto no espaço à esquerda, usando pontuação (. , ?) e clique em "say it", o personagem vai falar o que você escreveu no idioma e no sotaque escolhido...
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php

Tuesday, May 13, 2008

Public Health: inequalities measurement

The Public Health Observatory Handbook of Health Inequalities Measurement
Roy Carr-Hill and Paul Chalmers-Dixon
Edited by Jennifer Lin
This new SEPHO handbook primarily focuses on the measurement and interpretation of health inequalities. Written by Roy Carr-Hill and Paul Chalmers-Dixon of York University, it provides a comprehensive collection of material for those concerned to document and understand health inequalities.
This handbook has been published as an electronic edition. You will need to have Adobe Acrobat Reader (available free) to read the electronic edition. The full electronic version can be downloaded from the SEPHO web site or the individual chapters are available below.
Full electronic version Electronic version by chapters Order a print copy*

Atrial fibrilation and obesity

Catheter Ablation for Atrial Fibrillation in Patients With Obesity
Yong-Mei Cha MD*, Paul A. Friedman MD, Samuel J. Asirvatham MD, Win-Kuang Shen MD, Thomas M. Munger MD, Robert F. Rea MD, Peter A. Brady MD, Arshad Jahangir MD, Kristi H. Monahan RN, David O. Hodge MS, Ryan A. Meverden BS, Bernard J. Gersh MB, ChB, Stephen C. Hammill MD, and Douglas L. Packer MD
* To whom correspondence should be addressed. E-mail: ycha@mayo.edu.

Background—Obesity is a risk factor for atrial fibrillation and other cardiovascular conditions. Our objective was to determine whether catheter-based ablation effectively treated atrial fibrillation in obese patients.

Methods and Results—Five hundred twenty-three consecutive patients with symptomatic, medication-refractory atrial fibrillation underwent catheter ablation. Patients were grouped by body mass index (lean, <25 12="" 201="" 25="" 29.9="" 30="" 36-item="" 3="" 59="" 66="" 70="" 72="" 75="" 77="" 79="" 84="" a="" ablation.="" ablation="" after="" agents="" all="" and="" antiarrhythmic="" arrhythmia="" assessed="" at="" atrial="" baseline.="" baseline="" before="" body="" br="" curative="" domain="" edical="" eliminated="" every="" fibrillation="" for="" free="" from="" functional="" general="" groups="" health="" higher="" hundred="" improved="" in="" included.="" increased="" index="" kg="" lean="" life="" lower="" m2="" mass="" mean="" measured="" medication="" mental="" months="" obese.="" obese="" of="" outcome="" outcomes="" overweight="" patients="" physical="" procedure.="" quality="" receiving="" respectively="" score="" scores="" sf-36="" short-form="" study="" survey="" test="" the="" those="" to="" total="" trend="" twelve="" twenty-eight="" two="" use="" was="" were="" when="" with="" without="">
Conclusions—Catheter ablation of atrial fibrillation was effective in obese patients. Coexistence of atrial fibrillation and obesity indicated lower SF-36 scores, but the improvement in quality of life was consistent across all body mass index categories.

The Tobacco Atlas 2nd edition

The Tobacco Atlas, 2nd Edition
Dr. Judith Mackay, Dr. Michael Eriksen, Dr. Omar ShafeyBuy this book in print.View an interactive version of this atlas onlineFirst edition available online at World Health Organization.

Treatment of Restless Legs Syndrome

ROCKVILLE, Md., May 12 -- The FDA has given the go-ahead to four companies to produce generic versions of ropinirole hydrochloride (Requip) for treatment of moderate to severe restless legs syndrome.
Roxane Laboratories, in Columbus, Ohio; Teva Pharmaceuticals USA, in North Wales, Pa.; Par Pharmaceuticals, in Woodcliff Lake, N.J.; and Mylan Pharmaceuticals in Morgantown, W.Va., all received permission to make generic versions of the drug in 0.25 mg., 0.5 mg., 1 mg., 2 mg., 3 mg., and 4 mg. doses.
The FDA said, however, that the generic version was approved only for restless legs syndrome, not for treatment of Parkinsonian symptoms, an indication for the brand name drug.
GlaxoSmithKline still has a month remaining on its patent protection for treatment of Parkinson's disease, but the FDA said that makers of the generics can apply for Parkinson's labeling when that protection expires.
The generic ropinirole hydrochloride tablets will have the same safety warnings as the brand name drug including warnings about patient reports of falling asleep -- sometimes with no warning feelings of sleepiness -- while engaged in activities of daily living, including while driving.
Some of these events have been reported as late as a year after the patient started treatment.

Georges Braque e o Cubismo

Georges Braque
Tentando repassar conteúdo da Britannica para o Blog.

Tuesday, May 06, 2008

Equitable access: research challenges for health in developing countrie

This Forum 11 report provides an overview and synthesis of the key issues discussed and conclusions reached in 2007, Beijing, People's Republic of China. Organized at the invitation of the Ministry of Health of the People's Republic of China, it drew 620 participants from close to 80 countries to discuss research issues, best practices and gaps in securing equitable access to health./.../

SIGMUND FREUD

Hoje é o dia do nascimento de Sigmund Freud. Aproveito para colocar a disposição artigo da Enciclopedia Britânica.

Friday, May 02, 2008

Thursday, May 01, 2008

2383 - AMICOR10 - 01/05/2008

Thursday, May 01, 2008

Risk factors for myocardial infarction in women and men
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Friday, April 25, 2008

VIRUSES: RISK OF LUNG CANCER
Ian Sample
guardian.co.uk,
Friday April 25 2008Article recommended by Dr. Maria Inês Reinert Azambuja

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Ah, in the Case... Ah! neste Caso....
Claudio Schuftan
pha-exchange@phm.kabissa.org
PHA-Exch> For a bit of humor: "Ah, in that Case.."
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Wealth and Income Provide Buffer against Stroke
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Thursday, April 24, 2008

Fagerström Test x Smoking prevalence across countries
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Tuesday, April 22, 2008

MAPA DIGITAL MUNICÍPIOS DO BRASIL
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Monday, April 21, 2008

Water profile: Brazil
Content Source: Food and Agriculture Organization (other articles)
Article Topic: Water
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Thursday, April 17, 2008

Equity oriented Tool Kit
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Wednesday, April 16, 2008

Guest Authorship and Ghostwriting in Publications Related to Rofecoxib
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The inflammation paradigm: Towards a consensus to explain coronary heart disease mortality in the 20th century
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posted by Aloyzio Achutti at 9:21 AM 0 comments

Risk factors for myocardial infarction in women and men

Aims: Coronary heart disease (CHD) is a leading cause of death among men and women globally. Women develop CHD about 10 years later than men, yet the reasons for this are unclear. The purpose of this report is to determine if differences in risk factor distributions exist between women and men across various age categories to help explain why women develop acute MI later than men.

Methods and results: We used the INTERHEART global case–control study including 27 098 participants from 52 countries, 6787 of whom were women. The median age of first acute MI was higher in women than men (65 vs. 56 years; P <> were associated with MI in women and men. Hypertension [2.95(2.66 –3.28) vs. 2.32(2.16–2.48)], diabetes [4.26(3.68–4.94) vs. 2.67(2.43–2.94), physical activity [0.48(0.41–0.57) vs. 0.77(0.71–0.83)], and moderate alcohol use [0.41(0.34–0.50) vs. 0.88(0.82–0.94)] were more strongly associated with MI among women than men. The association of abnormal lipids, current smoking, abdominal obesity, high risk diet, and psychosocial stress factors with MI was similar in women and men. Risk factors associations were generally stronger among younger individuals compared to older women and men. The population attributable risk (PAR) of all nine risk factors exceeded 94%, and was similar among women and men (96 vs. 93%). Men were significantly more likely to suffer a MI prior to 60 years of age than were women, however, after adjusting for levels of risk factors, the sex difference in the probability of MI cases occurring before the age of 60 years was reduced by more than 80%.

Conclusion: Women experience their first acute MI on average 9 years later than men. Nine modifiable risk factors are significantly associated with acute MI in both men and women and explain greater than 90% of the PAR. The difference in age of first MI is largely explained by the higher risk factor levels at younger ages in men compared to women.