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Monday, March 28, 2011

Rheumatic Fever: ECHO

28.03.2011 09:30

Consensus reached on diagnosis of RHD in developing countries


Experts from Affected Countries Meet to Agree New Standards for Early Diagnosis


March 28, 2011 (Bangkok, Thailand) – Experts from countries most affected by rheumatic heart disease (RHD) met this weekend to develop a standardised approach to diagnosis of the disease using echocardiography (ultrasound) at the International Standardisation of Echocardiographic diagnosis of RHD Workshop in Bangkok, Thailand.

“Doctors have known for many years that echocardiography is better than using a stethoscope to detect acute heart damage in patients with rheumatic fever,” said Dr. Nigel Wilson, Starship Children's Hospital, Auckland, New Zealand.  “But until now we have not been able to say clearly how echocardiography should be used to diagnose the chronic RHD that arises from rheumatic fever.  These machines are so sensitive that they allow us to detect abnormalities that may not cause any symptoms or heart murmurs – the challenge is to be sure that we all agree on what constitutes RHD in these milder cases.”

The consensus reached during the meeting will be used to develop guidelines for physicians around the world that face significant challenges in diagnosing RHD early. 

"Apples" No Worse Than "Pears" in Terms of CV Risk

News Author: Sue Hughes
CME Author: Laurie Barclay, MD
March 16, 2011 — A new study has cast doubt on the widely held belief that obesity in an apple shape, with fat accumulation around the stomach area, is more damaging in terms of cardiovascular risk than other types of obesity [1].
The study, published online in the Lancet on March 11, 2011, was conducted by the international group known as the Emerging Risk Factors Collaboration.
Coauthor Dr Emanuele Di Angelantonio (University of Cambridge, UK) commented to heartwire : "It has been thought that central adiposity (apple shape) is associated with a greater risk of cardiovascular disease than other types of obesity, but we have shown in our study that any one of three measures of obesity are equally associated with heart disease. So being an apple is no worse than being a pear. Both are bad."/.../

Porto Alegre Antigo

Em Breve, o blog ficará mais organizado e completo em ordem cronológica, novas informações e imagens - Aguarde.

Você está no blog mais completo sobre Porto Alegre Antigo de 1740 à 2010, o material está dividido pelos arquivos visite desde o primeiro em 2009, sempre se atualizando, boa Visita ou Pesquisa. 

“Mito da Alta Complexidade”


Comentários ao artigo do Dr. Dioclécio Campos Jr sobre o “Mito da Alta Complexidade”

Por dois AMICOR: Aloyzio Achutti e Geniberto Paiva Campos, no portal da SBD
Concordo com a discussão do colega sobre a necessidade de revisão do conceito atual de complexidade.
De fato existe um mito na desvalorização da capacidade profissional “desarmada” ou “desinstrumentalizada” do médico de ouvir a história de seu paciente, interpretá-la, perceber sua linguagem verbal e corporal, examinar e valorizar os sinais e outras manifestações semióticas, comparando-as com os parâmetros da normalidade, chegar a conclusões baseadas em sua experiência clínica, e no que consegue resgatar da riquíssima memória científica médica acumulada, levantar dúvidas, estimar a margem de segurança dos resultados e do prognóstico, oferecer ao cliente as opções de tratamento disponíveis e com ele tomar decisões, acompanhar a implementação das possíveis intervenções, e avaliar continuamente erros e acertos observando a evolução, além de oferecer segurança e empatia, muitas vezes, suficientes para alcançar a cura.
Designar a interposição de máquinas e equipamentos entre o médico e o paciente como ato de alta complexidade, eu diria que é mais do que um mito, é um embuste para valorizar o uso das máquinas e para justificar a alienação e o descomprometimento profissional.
O processo médico por natureza - e se for bem feito - é sempre de alta complexidade, e demanda tempo, dedicação, e mobilização de esforço mental cognitivo e afetivo. Historicamente, na promoção ou criação dos mitos e embustes, não deve ser pequena nossa responsabilidade como médicos. Sempre houve charlatões - e com sucesso na população - que não despreza a magia e o mito.
Todos (indústria, empresas, instituições hospitalares, políticos e outros oportunistas) que garimpam no terreno que nos cabe, sabem tirar proveito do espaço que cedemos, bem como de nossas fraquezas e falhas. E progressivamente caímos também na fantasia do milagre (mito) que cultivamos, seduzidos pela ilusão de poder, eficiência, redução de trabalho e de custos.
Não é minha intenção, como também não deve ter sido a do Dr. Deoclécio, de menos prezar o auxílio que os aparelhos e a tecnologia oferecem ao processo médico. O mito está em pensar que as máquinas o substituem com vantagem, e de chamar de alta complexidade esta troca ou interposição.
A distorção do processo médico, sob qualquer pretexto só traz desvantagens para o paciente, para o médico, para a profissão, para a ciência, para a economia e para a sociedade como um todo. Este mito da alta complexidade tecnológica, bem como a exploração da ingenuidade ou ignorância, com propostas de cura impossíveis ou métodos mirabolantes, “sistemas” ou programas assistenciais alternativos, poderiam ser considerados como equivalentes atuais e sofisticados do charlatanismo tradicional.
Apesar de já degradados, não nos damos conta do poder social que temos e de quanta confiança as pessoas e a sociedade depositam ainda em nós. É uma pena que nos submetamos às máquinas, aos sistemas e empresas, confiemos demais nos produtos químicos e deixemos de exercer em plenitude e com toda sua complexidade própria, insubstituível e inalienável, nossa arte e ciência.
Um abraço
Aloyzio Achutti - médico cardiologista em Porto Alegre
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Gostei imensamente do artigo do Dioclécio. O homem é um craque no estilo e no conteúdo; seus argumentos são irreprocháveis e trabalha para derrubar o mito da tecnologia médica – tal como é praticada na atualidade – e que faz dos profissionais de saúde meros instrumentos ou peças dessa engrenagem tecnológica, montada para produzir lucros, pouco importando resultados. Falar em “humanização da medicina” nesse contexto tão pesado parece brincadeira.  “Para muitos, o texto do Dioclécio vai ser recebido com um meio-sorriso condescendente e a exclamação a meia-voz -, para os seus botões, naturalmente –” Ah, esses idealistas ingênuos...; mas, são esses ingênuos que primeiro vêm essas distorções e que denunciado-as, ajudam na construção do (novo) equilíbrio entre HUMANISMO E TÉCNICA. Valeu. Abs, Geniberto
Comentário de Geniberto Campos - médico cardiologista em Brasília

Sunday, March 27, 2011

ENDEMIC CONDITIONS: RHD AND THE BOTTOM BILLION

ENDEMIC CONDITIONS: RHD AND THE BOTTOM BILLION


The World Heart Federation recently attended a Partners in Health Conference, sponsored by Brigham and Women’s Hospital, Harvard School of Public Health, the Global Taskforce on Expanding Access to Cancer Care and Control in Developing Countries  and the NCD Alliance. /.../

Saturday, March 26, 2011

Porto Alegre 239 anos














26 de março de 2011 | N° 16651

ARTIGOS

Nossa Porto Alegre, por José Fortunati*

O 239º aniversário de Porto Alegre é um momento de celebração festiva e de reflexão sobre a nossa relação com a cidade. Da nossa origem açoriana, associada às etnias que formaram nossa gente, recebemos uma herança de valores que se firmam neste presente festivo e nos estimulam na construção de um futuro melhor para nossa Porto Alegre.

O administrador de uma cidade tem em mente uma preocupação principal – melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Ele colhe impressões e recebe informações diretamente dos habitantes, com quem tem contato diário. É, ao recolher esses dados, que o prefeito tem a verdadeira ideia do que ocorre em sua cidade. Mais do que isso, é preciso ter a noção exata da dimensão do que o poder público pode fazer pela cidade.

E, nesse aspecto, datas festivas são ocasiões perfeitas para refletir. A hora é de comemorar, mas tendo consciência de que ainda há muito a ser feito. Estamos atentos a essa dualidade e, por isso, entre os eventos que marcam o aniversário da Capital está inserido o 5º Congresso da Cidade. Será a culminância dos encontros que estão sendo agora realizados nos 82 bairros, identificando as metas de cada região e planejando a cidade até 2022.

A ideia, sempre, é facilitar e ampliar o contato do cidadão com o poder público e sua participação na vida da cidade. Exemplo disso são as recentes melhorias do sistema Fala Porto Alegre/156, que tornam mais ágeis os contatos e as providências a serem tomadas a partir dessa interação.

Na nossa metrópole convivem em harmonia tradição e vanguarda, conhecimento e alta tecnologia, espaço urbano e belezas naturais, história e futuro, diversidade e pluralidade, cultura e esporte, lazer e trabalho: uma cidade com um clima multicultural, um destino com atrativos para todo o tipo de visitante e que é referência em serviços e soluções logísticas, infraestrutura urbana e viária, em qualidade de vida e em hospitalidade.

É impossível não se orgulhar de ser porto-alegrense ou de morar na Capital. Temos o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as grandes metrópoles brasileiras, somos o berço do Fórum Social Mundial, pioneiros no Brasil em conscientização e ações voltadas para a preservação ambiental, e foi aqui que nasceram as primeiras organizações ecológicas.

Isso e muito mais tornam Porto alegre uma cidade especial.

A prefeitura não vai omitir-se das responsabilidades naturais de uma administração pública. Mas vamos, igualmente, manter o foco na questão que emerge com força e clareza – o cidadão precisa assumir o papel a que tem direito, isto é, o de protagonista e não de espectador do próprio futuro.

Estas duas forças – poder público e cidadão participante – são imbatíveis se trabalharem juntas. Na nossa Porto Alegre, que tanto amamos, essa parceria tem que ser permanente.
*PREFEITO DE PORTO ALEGRE

Friday, March 25, 2011

State of the World Children 2011 UNICEF

Download

Cardiologists and global chronic disease: Lessons from around the world

March 15, 2011
Recorded November 16, 2010
Join Dr Bob Harrington and fellows Dr Mark Huffman and
Dr Jerry Bloomfield for a wide-ranging discussion on global 

chronic disease from diabetes and central obesity in India 

to the cardiovascular implications of HIV and HIV treatment 

in sub-Saharan Africa.

For those inspired to follow in their footsteps, the panel 

reviews various training opportunities and the many 

advantages of working in global health.

10 Ideas That Will Change the World

PAUL AND LINDAMARIE AMBROSE / TAXI / GETTY IMAGES

Our best shots for tackling our worst problems, from war and disease to unemployment and deficits More »

Youth

Afghanistan

Aliens

The Deficit

Jobs

Airports

Stem Cells

Sharing

Digital Love

Good Causes

Thursday, March 24, 2011

Cidades: ferramenta virtual para articular soluções

Geral | 24/03/2011 | 16h42min


Capital ganha ferramenta virtual para articular soluções coletivas para a cidade

É possível recomendar programas culturais e atividades de lazer que ocorrem no município

portoalegre.cc surge para que os moradores possam interagir mais com a realidade da cidade - Reprodução portoalegre.cc
Na semana do aniversário da Capital, a cidade ganhou uma nova ferramenta virtual para pensar soluções coletivas para problemas que afetam o dia a dia dos seus habitantes. O portoalegre.cc, segundo um dos co-criadores do projeto, Daniel Bittencourt, surgiu para que os internautas possam compartilhar "causas", ou seja, sugestões de lugares legais a se frequentar, programas culturais, novidades sobre a vizinhança ou até mesmo questionar serviços e produtos prestados.
— O projeto pretende ser uma plataforma de participação cidadã para que possamos discutir a cidade que conhecemos e a cidade que queremos construir — afirma.
— A ideia é que possamos, a partir de uma discussão coletiva, pensar o que cada um de nós pode fazer para termos uma cidade mais limpa, mais harmônica, com maior qualidade de vida — complementa.
Segundo Bittencourt, o projeto surgiu a partir da iniciativa da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), onde ele é professor, com o apoio do reitor, Padre Marcelo Aquino.
— Tínhamos o anseio de trazer para a comunidade o conhecimento produzido dentro da Universidade. E, dessa forma, melhorar o cotidiano de todos — relata.
Como funciona
Para participar do portoalegre.cc é preciso fazer um cadastro simples, criando um login que será integrado a uma rede social, livremente escolhida pelo internauta: Facebook, Twitter ou Google Accounts.
Depois disso, é só criar uma "causa" que será enquadrada em uma de 12 categorias. A partir daí, o conteúdo será disponibilizado a todos os internautas e poderá ser compartilhado através das redes sociais.
— Assim, se alguém estiver, por exemplo, tendo problemas para encontrar lixo específico para pilhas usadas e relatar isso no portoalgre.cc e se mais pessoas apoiarem essa "causa", é possível que a iniciativa privada ou até mesmo a autoridade pública possam encontrar uma solução para o problema — explica.
ZERO HORA

Eduardo Galeano: “Vale la pena recuperar la memoria de los perdedores”

Enviado pela AMICOR Maria Inês Reinert Azambuja

Eduardo Galeano: “Vale la pena recuperar la memoria de los perdedores”

El escritor uruguayo recibió este martes el Doctorado Honoris Causa en la UNCuyo, reconocimiento que dedicó a los que luchan por el agua limpia.


Por Miguel García Urbani
El lado humano de la historia de América Latina fue dibujándose en acentos suaves, como dichos desde un café de Montevideo, sopesando sin apuro información y literatura.
El lado humano de la historia de América Latina fue dibujándose en acentos suaves, como dichos desde un café de Montevideo, sopesando sin apuro información y literatura.

Para los perdedores y olvidados, los que hablan desde el silencio virtuoso de la muerte, los que luchan por el agua limpia y los que perdieron otras luchas sin desviar la mirada del objetivo, para ellos Eduardo Galeano habló este martes en ocasión de recibir la máxima distinción que puede ofrecer una universidad.

Por Causa de Honor Eduardo Galeano recibió un doctorado de la Universidad Nacional de Cuyo, y nosotros, las centenas de personas que nos encontrábamos en el Aula Maga donde se realizó el acto protocolar, recibimos un compendio de su sabiduría y de sus formas estéticas./.../

Programa Água Brasil


Principais ações:

Melhoria da qualidade das águas e ampliação da cobertura da vegetação natural em 14 microbacias hidrográficas  representativas dos biomas brasileiros , por meio de agricultura sustentável;

Estímulo a mudança de comportamento e valores em relação à produção e destino dos resíduos sólidos urbanos em cinco cidades de diferentes portes e regiões;  

Disseminação e reaplicação de modelos e melhores práticas de preservação e conservação de recursos hídricos;

Aperfeiçoamento dos critérios socioambientais utilizados nos processos de financiamento e investimento do Banco do Brasil;

Aprimoramento dos modelos de negócios voltados ao desenvolvimento reional sustentável e ampliação do portfólio de produtos e serviços financeiros com atributos socioambientais.
 

Terra das águas

National Geographic BR abril 2011 Edição especial ÁGUA

Terra das águas


Terra das águas
O horizonte de braços de rios e ilhas de um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, Anavilhanas, no Rio Negro: tudo é superlativo na Amazônia, berço das águas brasileiras.
Em 2009, uma equipe multinacional formada por cientistas da Petrobras, pesquisadores ingleses e holandeses da Universidade de Amsterdã perfurou um poço com 4,5 mil metros de profundidade na foz do rio Amazonas. Eles não estavam à procura de petróleo, mas capitaneavam uma espécie de viagem no tempo. Sua busca era pelo mais primitivo leito do rio, enterrado por milhões de anos de deposição de sedimentos. Mais tarde, a equipe anunciou a descoberta em uma revista especializada: de acordo com as análises dos estratos, o rio mais caudaloso do planeta nasceu há 12 milhões de anos./.../
Brasil, potência hídrica do século 21
Mapa dos grandes rios e aquíferos
As mais belas paisagens
Razões para o uso URBANO sustentável
Hidroelétrica, polêmica

Episodic' Physical and Sexual Activity Linked to CV Risk

'Episodic' Physical and Sexual Activity Linked to CV Risk

Shelley Wood

March 24, 2011 (Boston, Massachusetts) — It's a perennially sexy topic: just what are the cardiovascular risks of "episodic" physical and sexual activity, especially for the habitually inactive? A new literature review and meta-analysis published in the March 23, 2011 issue of the Journal of the American Medical Association provides some new numbers that authors say may be of use to patients and physicians going forward--providing they understand just what they mean [1]/.../

Monday, March 21, 2011

Tobacco-Free World - Singapóre 2012

Meditation Improves Endothelial Function

Meditation Improves Endothelial Function in Metabolic Syndrome

Pilot study may have implications for reducing cardiovascular risk in African Americans

Caroline Cassels
March 18, 2011 (San Antonio, Texas) — Meditation may help improve endothelial function in patients with metabolic syndrome, potentially reducing cardiovascular risk, new research suggests.
Presented here at the American Psychosomatic Society 69th Annual Scientific Meeting, a randomized trial in a group of African American patients with metabolic syndrome showed significant improvement in endothelial function in those randomly assigned to a year-long meditation program compared with their counterparts who underwent a program of health education alone/.../
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Prevention of Cardiovascular Disease in Women—2011 Update

AHA Guideline


Effectiveness-Based Guidelines for the Prevention of Cardiovascular Disease in Women—2011 Update. A Guideline From the American Heart Association

Lori Mosca, MD, MPH, PhD, FAHA, Chair; et al.
Substantial progress has been made in the awareness, treatment, and prevention of cardiovascular disease (CVD) in women since the first women-specific clinical recommendations for the prevention of CVD were published by the American Heart Association (AHA)in 1999.1 The myth that heart disease is a "man's disease" has been debunked; the rate of public awareness of CVD as the leadingcause of death among US women has increased from 30% in 1997 to 54% in 2009.2 The age-adjusted death rate resulting fromcoronary heart disease (CHD) in females, which accounts for about half of all CVD deaths in women, was 95.7 per 100 000 females in 2007, a third of what it was in 1980.3,4 Approximately 50% of this decline in CHD deaths has been attributed to reducing major risk factors and the other half to treatment of CHD including secondary preventive therapies.4 Major randomized controlled clinical trials such as the Women's Health Initiative have changed the practice of CVD prevention in women over the past decade.5 The investment in combating this major public health issue for women has been significant, as have the scientific and medical achievements./.../

Friday, March 18, 2011

measurement and evaluation

From: Ruggiero, Mrs. Ana Lucia 


Shared innovations in measurement and evaluation

Institute for Health Metrics and Evaluation, Seattle, WA, USA
The Lancet, Volume 377, Issue 9770, Pages 969 - 970, 19 March 2011
 “…..Now more than ever, those engaged in measuring health and evaluating impact to improve health need to come together to share knowledge. 

The current economic environment, in conjunction with increasing demands for accountability, requires intensified efforts to innovate and borrow from other disciplines to ensure that methods and tools take advantage of the latest science and provide valid, reliable, and comparable measurements for wide implementation.
What has been missing from the global health calendar is a cross-cutting forum that unites the myriad disciplines that have something to contribute to an enhanced collective capacity for global health measurement and evaluation.
In sponsoring the conference—Global Health Metrics & Evaluation: Controversies, Innovation, Accountability—we hope to build the field and provide a space to share new ideas about the growing body of evidence about what works in global health….”

Our call for Abstracts in the autumn of 2010 yielded 433 submissions covering a range of topics (panel), from nearly every country in the world. After a rigorous peer-review process organised by The Lancet, 22 Abstracts were selected for oral presentation and 101 Abstracts for poster sessions. The results can be found in the booklet.
The Abstracts are an interesting sample of worldwide work on health metrics and evaluation. The topics with the largest number of Abstracts submitted included non-communicable diseases, malaria, priority setting, and health inequalities, as well as a category that was hard to classify into any one area. The preponderance of work in these areas might have represented the interests of those who read the call for Abstracts, or might accurately reflect the growing field of health metrics and evaluation.

Range of topics for the submitted abstracts:
•New quantitative tools for priority setting
•Emerging methods
•Latest approaches to measuring maternal mortality
•Integrated surveillance systems
•Next generation of metrics for health-system performance
•Controversies in burden of malaria
•Trends in health inequalities
•Transitions in non-communicable diseases in rich and poor countries
•Responsible data-sharing and strengthening country capacity for analysis
Supplementary webappendix
This webappendix formed part of the original submission and has been peer reviewed.
Supplement to: GHME Conference Organizing Committee. Shared innovations in measurement and evaluation. Lancet 2011; published online March 14. DOI:10.1016/S0140-6736(11)60169-4.
http://bit.ly/fI4sxc PDF[132p.]
 GHME Conference Organizing Committee*

The e-virus turns 40

Computer keyboard
(PhysOrg.com) -- Today we have the dubious honor of wishing a happy birthday to the computer virus. It is hitting its 40th birthday, so get out the grim reaper cake and "Over the Hill" balloons. While we certainly won't be wishing the virus many happy returns, we can get a look at how the virus has evolved over time./.../

The world’s first time machine

Large Hadron Collider could be world’s first time machine

March 16, 2011 by Editor
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Simulated collision of two protons in the Large Hadron Collider, producing a Higgs boson, which decays into two jets of hadrons and two electrons. The lines represent the possible paths of particles produced by the proton-proton collision in the detector while the energy these particles deposit is shown in blue. (Image credit: CERN)
Physicists at Vanderbilt University have proposed a theory that the Large Hadron Collider could be the first machine capable of causing matter to travel backwards in time, says professor Tom Weiler.