Translate AMICOR contents if you like

Showing posts with label violence. Show all posts
Showing posts with label violence. Show all posts

Sunday, August 09, 2020

2wd Atomic Bomb Nagasaki

atomic bomb: first testThe second atomic bomb dropped on Japan by the United States in World War II struck the city of Nagasaki.Sort fact from fiction in our quiz about World War II
Courtesy of Los Alamos National Laboratory, New Mexico

Tuesday, July 28, 2020

World War I (1914)

German infantrymen operating a machine gun during World War I.
FEATURED EVENT1914Beginning of World War I
READ MORE

Sunday, June 07, 2020

George Floyd

 Enviado pelo AMICOR Alexandre Henrique Gruszynski

Bispo católico que conheceu George Floyd escreve-lhe carta: Agora conheces a respiração do amor

Caro George Floyd, bom dia para ti.
Não faço ideia que horas são na tua parte do Reino de Deus. Mas recordo vividamente do nosso primeiro encontro. Foi num jogo de basebol. Trazia calças de ganga azuis, t-shirt, um boné, com um gigantesco copo de papel cheio de Coca-Cola numa mão e um saco de pipocas na outra. Estávamos sentados; e então juntaste-te a nós. Foi em Pittsburgh, há muitos anos. Ainda eras um jovem, mas tinhas 20 anos, em viagem. Começámos a conversar e tornámo-nos amigos.
Dadas as circunstâncias, esta será a minha última comunicação contigo nesta “terra dos vivos” que rejeitou o teu direito a viver. Como te posso esquecer, George? As tuas características distintivas são um grande nariz e lábios grossos; traços muito africanos. Eu sei, lembraste-me sempre que não eras africano, mas afro-americano. Ambas as origens eram importantes para ti, e não querias perder nenhuma. Estavas solidamente com ambos os pés em duas tradições. Entre os teus pés estava muitíssima água chamada oceano Atlântico. Nunca o atravessaste!
Uma das coisas a que dou mais valor em ti era o teu sorriso contagiante. Era como se o coronavírus tivesse aprendido contigo como contagiar as pessoas. O teu coração era enorme e acolhia as pessoas. Para ti nunca houve problema chegar a mais uma pessoa. Sim, tu serias capaz de correr uma milha por alguém. Como correste por mim em várias ocasiões, mas essa é uma história que haverei de contar noutra ocasião.
O meu coração pesa quando me sento no meu lugar de oração para te escrever esta missiva, sabendo bem que outros a vão ler, mas tu não. Nós, humanos, através de um nosso representante, assegurámo-nos que os teus olhos fossem fechados e nunca mais se abrissem. Porém, isto não é verdade, os teus olhos verão sempre o fogo que começaste na morte. A revolução que a tua morte sacrificial inspirou e os novos movimentos e alianças contra o racismo, classismo e discriminação estão a crescer. Ateaste um fogo que está a arder pela paz e pela mudança. Por isso, meu amigo, quando ouvires o canto «sim, nós podemos», fica a saber que estamos a fazê-lo em teu nome e por ti. Abalaste, mas continuas muito presente aqui. No continente-mãe chamar-te-íamos o morto-vivo.
Lembro-te das férias que passei contigo e com os teus. O Quincy era então um bebé. Foi uma boa escapada dos meus livros. Que grandes churrascos desfrutámos nas noites de verão. Eu pensava que no sul de África comíamos muita carne, mas, caramba, tu adoravas o teu bife mal passado em sangue.
Vais lembrar-te que a minha preferência foi bem concretizada. Levaste-me a ver um verdadeiro jogo de futebol, não a versão americana, mas futebol verdadeiro, o jogo ameno. Oh, sim, aborreceste-te até à medula. Querias a tua versão do jogo. Lembro-me de te ter tentado ensinar que a entidade que tutela o futebol se chama FIFA, e não FISA, quando te referias ao futebol que não o americano. Tudo isso é água que passou debaixo da ponte perto do estádio dos três rios onde nos conhecemos pela primeira vez.
A meu convite, estavas a planear visitar a terra-mãe para tocares as tuas raízes. Sugeri que estivesses presente no festival cultural panafricano conhecido por PANAFEST, no Gana, e depois ir ao lindíssimo Botswana para me visitar. Eu ia levar-te a ver a vida selvagem no seu habitat natural, não num jardim zoológico. Virias visitar uma herdade de gado e um “masimo” (campo lavrado) e saborear a nossa cobiçada iguaria de carne batida, “seswaa”. (…)
Quem sabe se o Quincy poderá conseguir ver a extraordinária beleza de uma senhora que dia e noite me põe ao colo para me alimentar e acalentar. Ela acaricia-me e apoia-me. Esta linda mulher Botswana é a casa de grandes homens e mulheres. Como é que podes perder esta visita que planeámos há tanto tempo? O meu coração dói muito. Escrever-te esta carta é uma maneira terapêutica de lidar com o que aconteceu que eu aprendi há anos, quando nos conhecemos em Pittsburgh. A tua vida foi um remate enviesado, meu amigo.
Estabeleceste outro recorde ao morreres aos olhos do público não como se tratasse de um acidente. O que aconteceu ficou registado para a posteridade. Dás-te conta que és um grande homem? Oh, como adoro os telemóveis! Ninguém pode escapar impunemente a um crime porque as provas documentais vão circular nas redes sociais. O sistema de justiça criminal pode falhar-te, mas a opinião popular saberá a verdade.
A sondagem mais recente diz que dois terços da população do nosso país apoiam a revolução que começaste na morte. Agora que viste «as portas da morada tenebrosa» (Job 38,17), respondeste ao teu chamamento, ainda que prematuramente. Creio que as pessoas no Céu estavam à tua espera. Adeus meu irmão mais novo de outra mãe na América. Voltaremos a encontrar-nos.
Neste momento estou zangado porque sou humano e nunca pensei que os humanos pudessem descer tão baixo. Uma enorme receção espera por ti na casa do Pai, e espero que também haja Coca-Cola e pipocas. Só tens mais uma tarefa a realizar. É preparar-te para dar as boas-vindas no Céu aos conhecidos quatro que te mataram, quando chegar a hora deles, e mostrar-lhes o encantador lugar que chamamos Céu. Ela disse «quando eles forem para baixo, nós vamos para cima» (M. Obama). Vou sentir a tua falta, George. Agora poderás respirar eternamente a respiração do amor. Descansa em Paz!
D. Frank Nubuasah, SVD
Bispo de Gaborone, Botswana
In Conferência dos Bispos do Sul de África Fonte:
Trad.: Rui Jorge Martins
Imagem: D.R.
Publicado em 07.06.2020

Saturday, June 06, 2020

Police Abolition?

Understanding harm reduction, defunding, and other strategies to end police violence and redefine public safety

DeRay Mckesson

Jun 5 · 9 min read

This moment is too important for Black people — we cannot afford to lose. Viral videos of Black people being killed by the police have become a grim currency. It is easier to post a video clip of a dying Black person taking their last breath than to reckon with the reality that these killings will happen again and again until we collectively acknowledge that policing is not the source of public safety.
We must reduce the immediate power the police have to harm and kill us, while we simultaneously move money and resources from the institution of policing to the community-based groups that keep neighborhoods whole and far safer than policing ever has.
There are no doubts that the entire institution of policing is dangerous for Black people. That is why our #8CantWait campaign does not stand as a singular set of demands, or in contradiction to those we’ve been hearing in communities across the country to defund the police, but in conjunction. I owe it to you to make that abundantly clear./.../

Saturday, May 30, 2020

Spain and WWII

Francisco Franco was one of the most brutal fascist dictators of all time, yet he probably saved Europe from fascism. In addition, Franco helped ensure Allied victory in World War II.
Strangely, Adolph Hitler and Benito Mussolini set the stage for their eventual defeat by helping Franco win the Spanish Civil War. To explain, Franco became leader of a military coup against Spain’s democratic Republic because he could get military aid from Nazi Germany and Fascist Italy.
The coup failed triggering the Spanish Civil War, and Franco became the Generalissimo or dictator of the Nationalist or fascist government. During the Civil War Spain’s fascists, or Falange. and monarchists fought the socialists, Communists, anarchists and others who supported the Republic. In 1937, the Falange became the official political movement of the nationalists and Franco’s government.

Violence: riots

The riots of 1967 changed how the great man saw the struggle
Hanif Abdurraqib in Timeline7 min read

Friday, May 08, 2020

WW II ended in Europe

V-E Day celebration in Times Square
FEATURED EVENT
1945
World War II in Europe ended
Lembro que nesse dia eu entalhei a data VII/V/1945 no tronco de um abacateiro no quintal de casa
READ MORE
DESFILES DE OUTRORA
75 ANOS DA VITÓRIA 1945 - 2020
Grande Desfile em Comemoração ao " Dia da Vitória " onde nossos pracinhas e demais militares desfilaram na rua do acampamento em homenagem a todos os integrantes da FEB ( Força Expedicionária Brasileira ) que sacrificaram suas vidas na Segunda Grande Guerra. O militar que aparece mais ao Centro é o Segundo Tenente Aviador, Fernando Péreyron que após enumeras incursões sobre a Europa, retornava a sua amada cidade. Obrigado a todos vocês !!!
" Jamais serão esquecidos "
Foto: Enviada pela a Senhora
France Péreyron
, a qual agradeço muito pela a gentileza.
Ronnie Stone e outras 32 pessoas
1 comentário
2 compartilhamentos
Curtir
Comentar
Compartilhar