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Wednesday, December 03, 2014

IDH Regiões Metropolitanas BR

Referência recomendada pela AMICOR Maria Inês Reinert Azambuja
Atlas traz agora IDHM por mais de 9 mil áreas de 16 Regiões Metropolitanas brasileira
PUBLICAÇÃO TRAZ DADOS INTRAMUNICIPAIS RELACIONADOS A DESENVOLVIMENTO HUMANO, EDUCAÇÃO, RENDA E LONGEVIDADE.


Regiões Metropolitanas de São Paulo, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Vitória são as de maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Manaus, Belém, Fortaleza, Natal e Recife são as RMs com menor IDHM.
Faça o download da publicação.
25 Novembro 2014
do PNUD


Dados de desenvolvimento humano de 16 Regiões Metropolitanas (RM

Thursday, March 14, 2013

HD Report 2013


2013 Human Development Report

The rise of the South is radically reshaping the world of the 21st century, with developing nations driving economic growth, lifting hundreds of millions of people from poverty, and propelling billions more into a new global middle class, says the United Nations Development Programme’s (UNDP) 2013 Human Development Report.
This phenomenon goes well beyond the so-called BRICs, middle income countries often represented by Brazil, Russia, India and China, the 2013 Report stresses. The Report shows that more than 40 developing countries have made greater human development gains in recent decades than would have been predicted. These achievements, it says, are largely attributable to sustained investment in education, health care and social programmes, and open engagement with an increasingly interconnected world.
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Available now for free download
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Monday, August 16, 2010

IVH (Índice de Valores Humanos), calculado para o Brasil e as cinco regiões do país, é inédito no mundo e tem escala igual à do IDH

Reprodução

Brasília, 10/08/2010
Novo indicador do RDH retrata vivências
no trabalho, na educação e na saúde

IVH (Índice de Valores Humanos), calculado para o Brasil e as cinco regiões do país, é inédito no mundo e tem escala igual à do IDH
da PrimaPagina
Foi divulgado nesta terça-feira um indicador inédito no mundo, o IVH (Índice de Valores Humanos), que retrata as vivências dos brasileiros nas áreas de saúde, educação e trabalho. Ele faz parte da versão inicial doterceiro caderno do Relatório de Desenvolvimento Humano Brasil 2009/2010.
O IVH indica o grau de respeito a valores nas áreas de saúde, conhecimento e padrão de vida — as mesmas categorias levadas em conta no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), criado em 1990 e calculado para mais de 180 países. Assim como o indicador divulgado anualmente pelo PNUD, ele varia de 0 a 1 (quanto mais próximo de 1, maior).
“O novo índice busca dar materialidade à discussão sobre a importância dos valores para o desenvolvimento humano”, afirma o coordenador do RDH Brasil 2009/2010, Flávio Comim. “O IDH concentra-se nos resultados. O IVH desloca a atenção para os processos que levam a um pior ou melhor desenvolvimento humano. Os dois índices são complementares”, acrescenta.
Os dados foram coletados em pesquisa feita no início deste ano com parceria do Instituto Paulo Montenegro, ligado ao Ibope, com 2.002 entrevistados em 148 municípios de 24 unidades da Federação. Os valores abordados estão entre os destacados na pesquisa Perfil dos Valores dos Brasileiros, que fez parte do segundo caderno do relatório: respeito, liberdade, reciprocidade e convivência./.../

Monday, August 02, 2010

Human Developmnent

Ruggiero, Mrs. Ana Lucia (WDC)

 


Human Development and Sustainability
 
Human Development Research Paper Eric Neumayer, Professor of Environment and Development and Head of Department at the Department of Geogrpahy and Environment, London School of Economics and Political Science
United Nations Development Programme UNDP - June 2010
Available online PDF [35p.] at: http://bit.ly/ayFm0D

“…..The literatures and debates on human development on the one hand and sustainability on the other share much in common. Human development is essentially what sustainability advocates want to sustain and without sustainability, human development is not true human development./.../
*****************************

Ruggiero, Mrs. Ana Lucia (WDC)

 


Human Development Trends since 1970: A Social Convergence Story
George Gray Molina is an Oxford-Princeton Global Leaders Fellow, Niehaus Center for Globalization and Governance, Princeton University.
Mark Purser is a research consultant at the Human Development Report Office
Human Development Reports - Research Paper - June 2010
United Nations Development Programme - UNDP

Available online PDF [53p.] at: http://bit.ly/ddrovP
 
“…….This paper uses a unique data set of the Human Development Index to describe long-run human development trends for 111 countries, from 1970 to 2005. The first part of the paper shows trends by region, period and index subcomponent. We find that 110 of the 111 countries show progress in their HDI levels over a 35-year period. HDI growth is fastest for low-HDI and middle-HDI countries in the pre-1990 period./.../

Tuesday, October 06, 2009

Human Development Report 2009

Human Development Report 2009

Overcoming barriers:
Human mobility and development

Human development is about putting people at the centre of development. It is about people realizing their potential, increasing their choices and enjoying the freedom to lead lives they value. Since 1990, annual Human Development Reports have explored challenges including poverty, gender, democracy, human rights, cultural liberty, globalization, water scarcity and climate change.

Migration, both within and beyond borders, has become an increasingly prominent theme in domestic and international debates, and is the topic of the 2009 Human Development Report (HDR09). The starting point is that the global distribution of capabilities is extraordinarily unequal, and that this is a major driver for movement of people. Migration can expand their choices —in terms of incomes, accessing services and participation, for example— but the opportunities open to people vary from those who are best endowed to those with limited skills and assets. These underlying inequalities, which can be compounded by policy distortions, is a theme of the report.

The report investigates migration in the context of demographic changes and trends in both growth and inequality. It also presents more detailed and nuanced individual, family and village experiences, and explores less visible movements typically pursued by disadvantaged groups such as short term and seasonal migration.

There is a range of evidence about the positive impacts of migration on human development, through such avenues as increased household incomes and improved access to education and health services. There is further evidence that migration can empower traditionally disadvantaged groups, in particular women. At the same time, risks to human development are also present where migration is a reaction to threats and denial of choice, and where regular opportunities for movement are constrained.

National and local policies play a critical role in enabling better human development outcomes for both those who choose to move in order to improve their circumstances, and those forced to relocate due to conflict, environmental degradation, or other reasons. Host country restrictions can raise both the costs and the risks of migration. Similarly, negative outcomes can arise at the country levels where basic civic rights, like voting, schooling and health care are denied to those who have moved across provincial lines to work and live. HDR09 shows how a human development approach can be a means to redress some of the underlying issues that erode the potential benefits of mobility and/or force migration.

Download the Report

HDR 2009 cover

PDF (GIF) Complete report [3,884 KB]
PDF (GIF) Summary [739 KB]
PDF (GIF) Errata [70 KB]
PDF (GIF) Flyer [257 KB]

Chapters and Language versions
Human mobility data
Research Papers


Sunday, April 05, 2009

ATLAS IDH REGIÃO METROPOLITANA POA

ATLAS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE
O Atlas é uma produção do Observatório da Cidade de Porto Alegre que tem por objetivo disponibilizar um instrumental de análise que possibilite conhecer em profundidade diversos aspectos da realidade socioeconômica em níveis geográficos de município e intramunicípio para a Região Metropolitana de Porto Alegre. O Atlas contém um conjunto de indicadores, para os anos de 1991 e de 2000, obtidos através dos questionários dos censos demográficos do IBGE. São mais de 100 indicadores para os dois anos considerados, agrupados nos seguintes temas: Demografia, Educação, Renda, Habitação, Vulnerabilidade, Trabalho, População e Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O Atlas apresenta também o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal - IDHM e os subíndices que o constituem. O IDH sintetiza o nível de sucesso atingido pela sociedade quanto a três necessidades básicas e universais do ser humano: educação, longevidade e renda. /.../

Tuesday, September 16, 2008

Índice de Desenvolvimento Humano BR



Brasília, 15/09/2008
Melhor IDH é do DF; NE concentra os piores
Estados do Nordeste são os últimos no ranking nacional, mas região foi a que mais evoluiu entre 1991 e 2005, mostram números inéditos

Fonte: PNUD/Fundação João Pinheiro
Leia o relatório
Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente – A experiência brasileira recente
Entenda o IDH
O IDH é um índice criado pelo PNUD e calculado para diversos países desde 1990. Originalmente proposto para medir a diferença entre países, foi adaptado para ser aplicado também a Estados e municípios. O índice vai de 0 a 1 — quanto mais perto do 1, maior o desenvolvimento.
Leia também

TIAGO MALI
PrimaPagina

mais recente ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)dos Estados brasileiros mostra um país partido ao meio. Os números, referentes a 2005, revelam que todos os 11 melhores IDHs são de unidades da Federação do Sul, Sudeste e Centro-Oeste – com destaque para o Distrito Federal, na primeira colocação. Já os piores são os nove Estados nordestinos — não há um Estado sequer do Nordeste com IDH melhor que o de qualquer outra parte do Brasil, segundo o relatório Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente – A experiência brasileira recente, lançado por três agências da ONU: CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), OIT (Organização Internacional do Trabalho) e PNUD.

“Sem dúvida, [o documento] mostra um Brasil dividido. Isso se dá por conta da concentração de renda e da atividade econômica em termos geográficos. A produção ainda é muito mais concentrada no Sudeste e no Sul”, afirma Renato Baumann, coordenador-geral da publicação. O estudo, lançado em 8 de setembro em Brasília, é o primeiro a trazer uma série histórica, ano a ano (de 1991 e 2005), do IDH dos Estados e das regiões do Brasil.




Tuesday, November 27, 2007

BR no Grupo de IDH alto

Brasília, 27/11/2007
Brasil entra no grupo de países de alto IDH
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil aumentou em relação ao ano passado e permitiu que o país entrasse pela primeira vez no grupo dos países de Alto Desenvolvimento Humano.
Em termos absolutos, o país ultrapassou a barreira de 0,800 (linha de corte) no índice — que varia de 0 a 1 —, considerada o marco de alto desenvolvimento humano. Em termos relativos, o Brasil caiu uma posição no ranking de 177 países e territórios: de 69º, em 2006, para 70º este ano.
O IDH, calculado anualmente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) foi divulgado nesta terça-feira e faz parte do Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008 – Combater as Mudanças do Clima: Solidariedade Humana em um mundo dividido.
Neste ano, Albânia e Arábia Saudita ultrapassaram o Brasil, subindo respectivamente cinco e 15 posições no ranking. A ilha caribenha de Dominica, que estava acima do Brasil em 2006, ocupando o 68° lugar no ranking, caiu duas posições. No caso da Arábia Saudita,a revisão na forma de cálculo na taxa de matrícula foi o grande impulsionador da melhora do país. Como já aconteceu no ano passado, o estudo usou indicadores que foram revisados e aperfeiçoados.
Parte destas variações resultou de atualizações feitas para a expectativa de vida em 62 países (revisão do impacto da incidência, transmissão e sobrevida dos infectados com HIV/AIDS). Esta revisão beneficiou o Brasil e a Albânia. A expectativa de vida no Brasil aumentou de 70,8 anos para 71,7. Na Albânia, o aumento foi de 73,9 anos para 76,2 anos, em média, graças a esta revisão. /.../

Leia o relatório
Prefácio e ÍndiceSumário executivoCapítulo 1Capítulo 2Capítulo 3Capítulo 4Anexo estatístico (em inglês)Notas e bibliografia
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