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Thursday, September 17, 2020

Tuesday, September 15, 2020

Minhas Irmãs

 Professora Lia Maria Cechella Achutti teria completado 92 anos no mês de julho p.p. se não tivesse falecido  há um ano atrás, no dia 18 de setembro de 2019. A outra, Professora Maria Helena Cechella Achutti completou seus 90 aninhos no último dia 03 de setembro e encomendou uma missa em memória para o próximo dia 18, às 18 horas na Igreja Catedral Diocesana de Santa Maria. Face às recomendações de afastamento social devido à Pandemia, sugere que parentes, amigos, ex-alunos e admiradores da Lia Maria lembrem-na com uma prece nesse mesmo dia e hora.

Desde já agradecemos compreensão solidariedade e manifestações afeto.

A foto foi feita em estúdio do fotógrafo Arthur Kohen, casado com uma prima da mamãe - Tia Ada. Inicialmente pensei  a foto tivesse sido feita pelo papai, mas como é de estudio, fomos verificar.

Saturday, September 12, 2020

18 de setembro

Nossa irmã, Professora Lia Maria Cechella Achutti nos deixou com noventa e um anos há um ano, e minha outra irmã Maria Helena Cechella Achutti que recém completou seus noventa, encomendou uma missa em memória da irmã na Igreja Catedral de Santa Maria para a mesma data às 18 horas.

Sabemos que as limitações relacionadas com a pandemia não recomendam que nos  reunamos na oportunidade, mas podemos lembrá-la, e os bons momentos passados com ela e a simpatia que irradiava enquanto pode.

Um abraço aos parentes, amigos alunos e admiradores da   Professora Lia

Wednesday, September 09, 2020

Luiz Fernando Cechella (29.03.1939 + 09.09.2020)

Meu primo Luiz Fernando, filho de meu padrinho Nilo Cechella faleceu hoje e nos deixa com imenso pesar. Um abraço à sua esposa Lúcia, à seus irmãos, filhos e netos.A imagem pode conter: 2 pessoas, incluindo Aloyzio Achutti, pessoas em pé, árvore e atividades ao ar livre

Thursday, September 03, 2020

Professora Maria Helena 90

Salve! Professora Maria Helena Cechella Achutti,minha irmã, completa hoje 90 anos.
Éramos três filhos de Dona Luiza e seu Bortholo, mas há quase um ano a Professora Lia Maria concluiu seu ciclo vital por aqui.  Nosso convívio (com proximidade social - para usar um conceito  bem atual) não foi maior do que uma quinta parte de minha vida, mas o suficiente para formar laços indestrutíveis de afeto. Eu fui o último a ser trazido pela cegonha, num ninho acalentado pela meu pai, minha mãe e mais duas meninas. Não é de surpreender a inveja de muita gente pela maneira como fui toda vida paparicado.
Conta minha irmã que no dia que eu nasci, levarma-na para a casa de uns parentes vizinhos, com o anúncio que a cegonha iria chegar com um nenê  e era preciso deixar o ambiente muito quieto para não assustá-la... Tem também uma história de que por aqueles dias uma novidade ocorrera em Santa Maria, um avião sobrevoara a cidade e ela pensou que seria o ruído do voo da tal cegonha.
Minha irmã é Farmacêutica como nosso pai, e Bióloga com Doutorado em Sistemática Botânica pela Universidade de São Paulo. Foi também assistente  na cadeira de Histologia da recém fundada (na ocasião) Faculdade de Medicina da Universidade de Santa Maria.
Acho que foi por intermédio de minhas irmãs que fiquei sabendo aí por vota de 1951 que chegara uma guria nova em Santa Maria, professora do curso primário do Colégio Santana, e que estava fazendo sucesso. Fiquei curioso, procurei conhecê-la e me apaixonei. Estou com a Professora Valderês Antonieta Robinson há quase setenta anos. Nesse tempo fizemos mais três sobrinhos para minhas irmãs: Luiz Eduardo, Ana Lúcia  e Lúcia Helena, e que se multiplicaram  dando mais quatro sobrinhos netos: Júlia, Pedro Martin, Antônio e Eduardo.
Certamente um grande grupo de parentes e amigos também a festejarão
Pretendo colocar aqui uma foto da Maria Helena, mas ainda não a escolhi.
Para homenageá-la coloco imagens de sua tese de Doutorado, aprovada com excelência em 1978, descrevendo por completo pela primeira vez uma planta de nosso cerrado: Piiptocarpha rotundifolia.

Faz um ano que tenho  o prazer de falar com ela pelo telefone diariamente pela manhã (acho que já estava antecipando a quarentena da pandemia) para lembrarmos momentos de nossa vida, reconstruir memórias, e degustar nosso convívio mesmo com distanciamento social.
Envio meu abraço virtual e sei que receberá o mesmo afeto de tantos parentes e amigos que a amam.
Heleninha, como a chamava nosso pai, um  abraço virtual e votos de saúde e felicidade pelo tempo de existência que nos resta.