Translate AMICOR contents if you like

Showing posts with label Fatores de Risco. Show all posts
Showing posts with label Fatores de Risco. Show all posts

Wednesday, July 23, 2014

Risk Factors and Dementia


A science blog, sans blague
Talking back Home

Gold Standard Trial Affirms Role of Diet, Exercise and Such to Prevent Dementia

The views expressed are those of the author and are not necessarily those of Scientific American.



(SLIDE FROM PRESS BRIEFING AT COPENHAGEN ALZHEIMER'S CONFERENCE)
In 2010, the National Institutes of Health held a conference to determine what measures, including behavioral steps like exercise and diet, could be taken to reduce the risk of Alzheimer’s. A report prepared specifically for that conference by the Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ) made an assessment of  the existing evidence for preventive measures. It determined that there was no intervention—whether jogging, the Mediterranean diet or a long list of other factors—for which there was sufficient proof to make any convincing recommendations to physicians or their patients

Tuesday, April 19, 2011

POA: consumo de cigarro e de refrigerantes

MAUS HÁBITOS

Capital lidera consumo de cigarro e de refrigerantes

Pesquisa do Ministério da Saúde revelou que 50,8% da população de Porto Alegre está acima do peso

Os moradores de Porto Alegre são tabagistas contumazes, consomem pelo menos cinco refrigerantes por semana e têm mais sobrepeso do que a maioria dos brasileiros. Revelados ontem pelo Ministério da Saúde, os dados integram a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).

Algumas constatações sobre os hábitos dos porto-alegrenses são inquietantes. Mais da metade da população (50,8%), por exemplo, está acima do peso – Porto Alegre é a sexta cidade com maior percentual. Uma da causas das silhuetas avantajadas é encontrada na própria pesquisa: 41% dos entrevistados tomam refrigerante cinco ou mais vezes por semana, conferindo à cidade o indigesto título de principal consumidora do país./.../

Sunday, July 18, 2010

Socioeconomic Position & Health Behaviors and Mortality

Association of Socioeconomic Position With Health Behaviors and Mortality
Silvia Stringhini, MSc; Séverine Sabia, PhD; Martin Shipley, MSc; Eric Brunner, PhD; Hermann Nabi, PhD; Mika Kivimaki, PhD;Archana Singh-Manoux, PhD 
JAMA. 2010;303(12):1159-1166.
Context  Previous studies may have underestimated the contribution of health behaviors to social inequalities in mortality because health behaviors were assessed only at the baseline of the study./.../

Thursday, October 22, 2009

equations may overestimate CVD risk

Current risk equations may overestimate CVD risk in diabetic patients
OCTOBER 21, 2009 | Marlene Busko


Montreal, QC - The Framingham and United Kingdom Prospective Diabetes Study (UKPDS) risk equations overestimate the probability of CV events in people with type 2 diabetes, according to several reports in an oral presentation session here at the International Diabetes Federation(IDF) 2009 World Diabetes Congress [1].

"The key observation that seems to be emerging is that current risk models overestimate CV event risk in diabetes patients," session cochair Dr Naveed Sattar (University of Glasgow, Scotland) toldheartwire, adding that the reasons for this overestimation are unclear.

"On the one hand, most countries are now treating patients with diabetes as if they are all CHD-risk equivalent, and clearly, the overestimation of risk scores suggests that that is potentially wrong," he said./.../

Wednesday, August 05, 2009

Reynolds Risk Score

If you are a healthy woman or man without diabetes, the Reynolds Risk Score is designed to predict your risk of having a future heart attack, stroke, or other major heart disease in the next 10 years. In addition to your age, blood pressure, cholesterol levels and whether you currently smoke, the Reynolds Risk Score uses information from two other risk factors, a blood test called hsCRP (a measure of inflammation) and whether or not either of your parents had a heart attack before they reached age 60 (a measure of genetic risk).

Tuesday, April 08, 2008

"Mapa da Saúde do Brasileiro"

Governo divulga mapa da saúde do brasileiro
O Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) revela como está a saúde dos brasileiros maiores de 18 anos. O estudo foi realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, nas capitais dos 26 estados do País e no Distrito Federal.As entrevistas, realizadas entre julho e dezembro de 2007, contaram com uma equipe de 60 entrevistadores, quatro supervisores e um coordenador. No questionário, perguntas sobre tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, ingestão de frutas e hortaliças, atividade física, proteção contra raios ultravioletas, auto-avaliação do estado de saúde, diagnóstico autodeclarado de hipertensão e diabetes e, para as mulheres, exame de mamografia e preventivo de colo de útero (Papanicolau).A pesquisa consistiu em mais de 54 mil entrevistas telefônicas, com um mínimo de dois mil indivíduos adultos em cada uma das 26 capitais e no Distrito Federal. A amostragem foi realizada a partir de cadastros das linhas telefônicas residenciais de cada cidade, onde um morador foi selecionado para ser o entrevistado. O Vigitel foi divulgado na sexta-feira (4).

Thursday, April 03, 2008

Mapa da Saúde do Brasileiro adulto 2006-2008

03/04/2008 - 12h43
Publicado na Folha de SP e recomendado por Mário Maranhão
Mapa da saúde do brasileiro mostra que 43,4% estão acima do peso

Apenas 17,7% dos brasileiros cumpre recomendação da OMS de comer cinco porções diárias de vegetais
Estudo encomendado pelo Ministério da Saúde revela que 43,4% da população adulta está com excesso de peso, ou seja, apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 25. O resultado pode ter uma explicação: a pesquisa mostra que apenas 17,7% dos brasileiros cumpre as recomendações da OMS de comer cinco porções diárias de frutas, hortaliças e verduras. O uso de carne com gorduras aparentes está no cotidiano de 32,8% da população e 29% dos adultos são sedentários. De uma forma geral, as brasileiras têm cuidado mais da saúde: alimentam-se melhor, fumam menos, são menos sedentárias, bebem menos e têm menos excesso de peso. EntrevistasOs números fazem parte da pesquisa realizada pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico - Vigitel, em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo.O levantamento é feito anualmente desde 2006 com pessoas a partir dos 18 anos, em todas as capitais e no Distrito Federal. Foram entrevistadas pelo telefone 54 mil pessoas, com um mínimo de 2.000 indivíduos em cada capital, além do Distrito Federal. Confira os principais resultados:TABAGISMOA freqüência de fumantes no país todo é de 16,4%. A capital onde o hábito de fumar está mais disseminado é Porto Alegre (21.7% da amostra) e o local onde se dão menos baforadas é em Salvador, com 11,5%.Os homens (20,9%) fumam mais que as mulheres (12,6%). Em ambos os sexos, a freqüência de fumantes cai após 54 anos de idade, alcançando menor regularidade entre os indivíduos com 65 anos ou mais. EXCESSO DE PESO E OBESIDADEA maior parcela de adultos com excesso de peso foi encontrada em Cuiabá (49,7%) e a menor, em Palmas (33,4%). Em geral, a ocorrência do excesso de peso é mais freqüente em homens do que em mulheres. Entre homens, o maior número de indivíduos acima do peso está entre os de maior escolaridade. Já entre mulheres o aumento do peso ocorre quanto menor a escolaridade. A pesquisa mostrou que o país contra com 13% de obesos (IMC igual ou maior que 30), sendo que a maior parcela foi encontrada no Macapá (16%) e a menor, em Palmas (8,8%). CONSUMO DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURASA maior regularidade no consumo de vegetais foi encontrada em São Paulo (23% da amostra). O menor índice foi observado em Porto Velho (10%). CARNES COM GORDURAQuem se alimenta mais de carnes com a gordura aparente são os moradores de Campo Grande, com uma freqüência de 45%. A capital baiana é o local onde os entrevistados se alimentam menos de carne gorda (23%). Em todo o país, homens tendem a consumir mais (42,7%) que mulheres (24,3%). LEITE INTEGRALA freqüência no consumo de leite integral, mais rico em gordura, foi de 53% em todo o país. A menor taxa foi encontrada em Vitória (42%) e a maior, em Belém (64%). REFRIGERANTESA freqüência de adultos que consomem refrigerantes em cinco ou mais dias da semana variou de 21%, em Aracaju, a 38%, no Macapá. No país todo, 26,7% dos entrevistados afirmaram consumir a bebida com essa freqüência. Os homens bebem com mais regularidade (31,7%) que as mulheres (22,4%). ATIVIDADE FÍSICA NO LAZERSão poucos os adultos que praticam atividade física suficiente, ou seja, 30 minutos diários de intensidade leve ou moderada em cinco ou mais dias da semana. O índice variou entre 11,3%, em São Paulo, e 20,5%, em Vitória. No país inteiro, a prática regular foi observada em 15,5% da amostragem. Entre os homens, o hábito de se exercitar durante o tempo livre foi encontrado em 19,3%. Entre mulheres, o índice foi de apenas 12,3%. A prática regular de exercício mais freqüente entre homens acontece em Belém (25%). A menos freqüente, em São Paulo (16%). Os sedentários, ou seja, que não praticam nenhuma atividade física, estão mais concentrados em Recife (34%). O menor índice foi encontrado em Porto Velho (25%). Quanto maior é a faixa etária, menor é a quantidade de exercícios que se faz, tanto em homens, quanto em mulheres.BEBIDAS ALCOÓLICASO consumo abusivo de bebidas alcoólicas (considerando-se cinco doses para homens e quatro para mulheres em uma mesma ocasião, nos últimos 30 dias) variou entre 13,4%, em São Paulo; e 23%, em São Luís (ingestão com mais regularidade). A freqüência nacional foi de 17,5%. Na maioria das cidades, a ingestão abusiva foi três vezes maior entre os homens (27,2%) que entre as mulheres (9,3%). BEBIDA E DIREÇÃOPela pesquisa, 2% dos brasileiros dirigem após consumir bebidas alcoólicas. O hábito é mais freqüente em Palmas (4,5% da amostra) e menos, no Rio de Janeiro (1%). Os homens (4%) cometem mais esse tipo de infração que as mulheres (0,3%). AUTO-AVALIAÇÃOCerca de 5% dos brasileiros avaliaram seu estado de saúde como ruim. A freqüência variou entre 3,3% em Belo Horizonte e 7,9% em Manaus. Entre homens, o maior percentual foi em Salvador, com 7%, e entre mulheres, em Manaus, com 10%. De uma maneira geral, as mulheres tendem a achar seu estado de saúde pior que os homens.PREVENÇÃO DE CÂNCER DE COLO DE ÚTEROO Ministério da Saúde recomenda o exame de colo de útero (papanicolau) a cada três anos para todas as mulheres entre 25 e 59 anos que apresentaram resultado normal no exame anterior. O maior percentual de mulheres que fizeram o procedimento nos últimos três anos foi observado em São Paulo e Porto Alegre (90%). Os menores foram registrados em Teresina (68%) e Fortaleza (69%). MAMOGRAFIAA maior freqüência de mulheres entre 50 e 69 anos que realizaram mamografia nos dois últimos anos foi observada em Florianópolis (85%), seguido de Vitória (84%) e Porto Alegre (81%). As capitais Boa Vista (52%) e Macapá (54%) são os locais onde uma parcela menor de mulheres fizeram o exame nesse período. PROTEÇÃO CONTRA O SOLFlorianópolis é a capital onde os indivíduos mais se protegem contra a radiação ultravioleta (70%). É considerada proteção usar filtro solar e/ou chapéu e não se expor por mais de 30 minutos por dia ao sol. No outro extremo, onde menos pessoas se protegem, está Cuiabá, com 46,9%. As mulheres (62%) previnem-se mais que os homens (43%). HIPERTENSÃOA maior quantidade de indivíduos que se autodeclararam hipertensos foram os entrevistados do Rio de Janeiro (27%). O menor foi encontrado em Palmas (13,8%). DIABETESNatal é a capital onde há maior quantidade de diabéticos autodeclarados - eles somam 7,5% da amostra. A capital com menor parcela é Boa Vista, com 1,8% da população. Considerando toda a população adulta das capitais estudadas, 5,7% das mulheres referem ter diabetes, contra 4,8% dos homens. O diagnóstico da doença torna-se mais comum com o aumento da idade.