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Tuesday, July 24, 2018

Cirurgia de Revascularização, mortalidade hospitalar RJ

Saturday, June 16, 2018

Cirurgia Cardíaca Pediátrica

O Hospital Moinhos de Vento, Renato Abdala Karam Kalil, Luis Nasi e Carisi A. Polanczick estão de parabéns!
A Inauguração do Centro de Cirurgia Cardíaca e Cardiologia Pediátrica no dia de ontem me fez lembrar: o Ambulatório Cardiopulmonar da Enfermaria 38 da Santa Casa (na segunda metade da décadqa de 50) do qual fui diretor; do Serviço do Prof. Eduardo FaracoFlávio Freitas, Adão do Valle Mattos, do Instituto Sábato D' Angelo, Hugo Felipozzi e Adauto Barbosa Lima, da Equipe de Cirurgia Cardíaca daqui, liderada pelo Cid Nogueira, do João Batista Pereira da Enfermaria 30, das cirurgias de crianças de baixo peso (pioneirismo no país), do Berçário da Maternidade Mario Totta, e da Enfermaria de Pediatria, da Maria Clara Mariano da Rocha e da Estela Budiansky, Décio Martins Costa e Carlos Hoffmeiste; do Hospital da Criança Santo Antônio e todos seus pediatras quando lá iniciei um Serviço de Cardiologia Pediátrica que depois repassei para Céu Paranhos de Lima, Joyce Bertoletti e Nestor Daudt, do Ambulatório de Cardiologia Pediátrica do Instituto de Cardiologia; da Cirurgia Cardíaca no mesmo Instituto; do tempo como "Cardiology-affiliate da American Academy of Paediatrics"; do Hospital da Criança Conceição; do Serviço de Cardiologia do Hospital Universitário da PUCRS; do Ambulatório de Cardiologia Preventiva no Centro de Saúde No. 2, do Programa de Prevenção da Febre Reumática na Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente do Estado, das atividades conjuntas com a Secretaria de Educação e Cultura e SSMA com escolares de Porto Alegre e de todo o Estado, da Criação do Departamento de Cardiologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Cardiologia (1972) juntamente com a saudosa Rachel Snitkowsy; do Programa Nacional de Prevenção da Febre Reumática, das ações junto à Organização Pan-Americana da Saúde que se iniciaram a pretexto do controle da Febre Reumática na comunidade e cuja primeira Reunião nas Américas aconteceu aqui em Porto Alegre (1975) e da qual fui o coordenador; do Jorge Litvak, do Hector Boffi, do Luis Ruis, Simón Muñoz  e tantos outros do Comité Pan-Americano da Prevenção da Febre Reumática e dos encontros inter-países com a mesma finalidade, do Ad-Hoc Committee of Rheumatic Fever and Rheumatic Heart Diseases do qual fui Chairman, suscedendo a Edward Kaplan nos anos noventa até o início deste século (passando-o para a categoria de Council e introduzindo o Australiano Jonathan Carapetis), da Comissão Científica da International Society and Federation of Cardiology - depois World Heart Federation, da Marianne Burle de Figueiredo, do World Award for Cardiology com que me honraram em 2002 em Sidney, das Ações em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, do Porfírio Nordet, dos Projetos em conjunto com a UNESCO e com o apoio da Comunidade Europeia, e da Rainha da Espanha através do Antonio Bayés de Luna - muito embora a parte do projeto a ser implantado em BanglaDesh tenha ficado como uma frustração - Lembrei  do Mário Mancini e Mário Maranhão. Da  Lúcia Pellanda, hoje Reitora da FUCSPA, da homenagem do Departamento de Cardiopatias Congênitas e Cardiologia Pediátrica que recebi em 2012 em Foz do Iguaçu; do Professor Décourt, Adib Jatene, Sergio Almeida Oliveira, Ivo Nesralah, Fernando Lucchesi, Rhadi Macruz e tantos outros...
Lembrei-me de tantos pacientes, alguns recém nascidos, alguns que não sobreviveram, mas outros tantos hoje adultos, já com filhos e até netos...
Comecei a citar nomes, numa tarefa impossível de concluir pois se iniciou há mais de sessenta anos e minha memória já vai falhando...
Algumas histórias que cabem nesse contexto já tenho escrito por aí, mas tenho ainda intenção de reorganizar minha memória como testemunha ocular e protagonista.
clique aqui para um link de slide-show em pdf
Enviado por Hospital Moinhos de Vento
Rua Ramiro Barcelos 910 / Moinhos de Vento / Porto Alegre / RS / Brasil
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Saturday, February 11, 2012

Denton Cooley

Contribuições do AMICOR cirurgião Cardiovascular Dr. Paulo Roberto Prates
Cooley-Lillehay.jpgMemórias.jpg
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 Caro Dr. Achutti:............ Estou voltando de Houston, mais uma vez , após ter ido ao Congresso da STS em Fort Lauderdale. Fui ao Texas Heart e encontrei o Dr. Cooley  ( 90 anos). Ganhei o livro de memórias dele com uma dedicatória que muito me emocionou. No livro existe uma foto dele operando com o Lillehey assistindo a cirurgia. O auxiliar sou eu. Quando eu contava para meus colegas que tinha auxiliado o Dr. Cooley, com o Dr. Lillehey assistindo, sentia que não acreditavam.  O Dr. Cooley foi um dos maiores (senão o maior) cirurgiões do mundo. Nunca humilhou ninguém no campo cirúrgico, mesmo a mim que muitas vezes não entendia o que ele falava. No episódio do primeiro implante de um coração artificial em 1969 ele sofreu um processo no qual foi absolvido. Durante o juri o advogado que o acusava  perguntou se ele se considerava o melhor cirurgião de coração no mundo. Diante da resposta afirmativa o advogado disse que ele era muito imodesto. O Dr. Cooley lhe respondeu, frase que ficou célebre, Doutor não esqueça que eu estou sob juramento nesta corte. Voltei mais uma vez orgulhoso e muito feliz de ter convivido com este pioneiro cirurgião. 
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O fato citado do auxílio cirúrgico com o Dr. Lillehey assistindo foi para demonstrar a segurança  e o respeito que o Dr. Cooley tinha por quem estava com ele. Qualquer cirurgião que tivesse uma  pessoa como Walton Lillehey assistindo a cirurgia, e que tivessa a finalidade de demonstrar sua destreza cirúrgica, escolheria como auxiliar a pessoa mais qualificada, no caso o chefe dos residentes que era americano.  Fez a cirurgia comigo de auxílio porque eu estava escalado. Infelizmente a foto se fixa no Dr. Lillehey  e o ano foi 1972. Talvez só eu me reconheça. Mesmo assim lhe envio  foto com a dedicatória no livro.
Um grande abraço   PPrates

Saturday, August 01, 2009

Heart Surgery euroSCORE

About the "logistic" euroSCORE

Two risk calculators are available on this website: the simple additive EuroSCORE and the full logistic EuroSCORE. The reason for having both is explained below.

The simple additive EuroSCORE model is now well established and has been validated in many patient populations across the world. It is easy to use, even at the bedside. It is very valuable in quality control in cardiac surgery and gives quite a useful estimate of risk in individual patients. However, particularly in very high risk patients, the simple additive model may sometimes underestimate the risk when certain combinations of risk factors co-exist. The full logistic version of EuroSCORE produces more accurate risk prediction for a particular high risk patient. Its main disadvantage is that the risk has to be calculated in quite a complex way - not by mental arithmetic or "on the back of an envelope".

You are invited to try out both models and to use the one most suitable to your practice.

Tuesday, July 08, 2008

segurança para equipes cirúrgicas

Organização Mundial de Saúde elabora lista de verificação de segurança para equipes cirúrgicas
Autora: Laurie BarclayPublicado em 24/06/2008
A fim de melhorar a segurança do ato cirúrgico em todo o mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou uma nova lista de verificação de segurança para equipes cirúrgicas, de acordo com um relatório do Safe Surgery Saves Lives, publicado on line em 25 de junho no site da revista britânica The Lancet, também disponível no site da OMS. Esta é a primeira edição da lista e de orientações da OMS e será finalizada para a divulgação no fim de 2008, após a conclusão da avaliação, em nível mundial, em oito locais onde será aplicado o projeto piloto.
Dra. Margaret Chan, diretora-geral da OMS, declarou em uma coletiva de imprensa que "lesões evitáveis e óbitos ocorridos durante o ato cirúrgico são hoje uma preocupação crescente e seguir a lista de verificação é a melhor forma de reduzir o número de erros cirúrgicos e melhorar a segurança do paciente".
A elevada mortalidade e morbidade associadas aos procedimentos cirúrgicos de grande porte demandam medidas de saúde pública e vigilância global para melhorar a segurança do procedimento, especialmente em áreas de baixa renda com acesso cirúrgico limitado. As estimativas sugerem que cerca de metade das complicações cirúrgicas podem ser prevenidas.
A iniciativa Safe Surgery Saves Lives, uma colaboração de mais de 200 sociedades médicas nacionais e internacionais e de ministérios de saúde liderados pela Harvard School of Public Health, visa reduzir a morbidade e a mortalidade cirúrgicas evitáveis.
A recém-desenvolvida lista de verificação de segurança cirúrgica da OMS fornece um conjunto de normas de segurança aplicáveis em todos os países e contextos de sistema de saúde.
Nos oito locais onde o projeto piloto está sendo aplicado, as conclusões preliminares de 1.000 pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos, nos quais a lista de verificação foi utilizada, sugerem que a probabilidade de que os pacientes receberão um padrão mais elevado de cuidados cirúrgicos foi praticamente duplicada, com aumento no cumprimento destas normas de 36% para 68% e para cerca de 100% em alguns hospitais. Uma melhor adesão tem sido associada a reduções significativas na mortalidade e morbidade cirúrgicas, apesar dos resultados finais não estarem ainda disponíveis.
A lista de verificação abrange três fases de um procedimento cirúrgico: antes da indução anestésica, antes da incisão cutânea e antes da saída do paciente da sala cirúrgica. Para cada fase, um coordenador da lista de verificação confirma que a equipe tenha completado as tarefas designadas antes que a próxima fase da operação ocorra.
Antes da indução anestésica, os principais componentes da lista são os seguintes:
• Confirme a identidade do paciente, o local a ser operado, bem como o procedimento a ser feito e que o paciente tenha fornecido o consentimento informado.• O local a ser operado deve ser marcado, se for o caso.• A verificação da segurança da anestesia deve ser completada.• O oxímetro de pulso deve ser colocado sobre o paciente e deve estar funcionando apropriadamente.• Verifique se o paciente apresenta (1) Uma alergia conhecida. Se assim for, estas devem ser documentadas. (2) Uma via aérea anatomicamente difícil para intubação ou risco de broncoaspiração. Se assim for, equipamento suplementar e de assistência devem estar disponíveis. (3) Risco de perda sangüínea acima de 500 mL em adultos ou 7 ml/kg em crianças. Se assim for, é conveniente providenciar acesso intravenoso adequado e fluidos.
Antes da incisão cutânea, a lista de verificação apresenta os seguintes componentes:
• Todos os membros da equipe devem ser apresentados por seus nomes e por suas funções na equipe cirúrgica.• O cirurgião, o anestesiologista e a enfermeira deverão confirmar, verbalmente, a identidade do paciente, o local a ser operado, e o procedimento a ser realizado.• Antecipação de eventos críticos que devem ser revisados pelo cirurgião: quaisquer etapas críticas ou inesperadas, tempo operatório estimado e perda de sangue prevista.• Antecipação de eventos críticos que devem ser revisados pela equipe de anestesia: verificar se há necessidade de cuidados específicos em cada paciente.• Antecipação de eventos críticos que devem ser revisados pela equipe de enfermagem: confirmação da esterilização do instrumental cirúrgico, suprimentos e campo (incluindo o resultado do indicador de esterilização); documentação e discussão de quaisquer questões de equipamentos ou preocupações; se a profilaxia antibiótica foi realizada nos últimos 60 minutos, se for o caso; e, se a imagem essencial para o procedimento está projetada, se for o caso.
Antes da saída do paciente da sala cirúrgica, a lista de verificação apresenta os seguintes componentes:
• A enfermeira confirma verbalmente com a equipe o nome do procedimento a ser documentado e verifica a contagem de instrumentos, compressas e agulha, se for o caso; identificação da peça cirúrgica, incluindo o nome do paciente e se existe qualquer problema de equipamento a ser abordado.• O cirurgião, o anestesiologista e a enfermeira devem revisar os principais cuidados relativos à recuperação e conduta específica no paciente.
A OMS salienta que a lista de verificação não pretende ser exaustiva, mas incentiva alterações específicas e inclusões adequadas em cada local de prática.
"O tratamento cirúrgico é um componente essencial dos sistemas de saúde a nível mundial há mais de um século", segundo o co-autor da lista Dr. Atul Gawande, MPH, cirurgião e professor da Harvard Medical School, em Boston, Massachusetts. "Embora melhorias significativas tenham ocorrido ao longo das últimas décadas, a qualidade e a segurança dos tratamentos cirúrgicos são preocupantemente variáveis. O Safe Surgery Saves Lives pretende mudar esse fato através da elevação dos padrões que os pacientes podem esperar em qualquer lugar".
Lancet. Publicado on line em 25 de junho de 2008.
Informação sobre a autora: A Dra. Laurie Barclay é revisora e escritora freelancer para o Medscape. Declaração de conflito de interesses: A autora declara não possuir conflito de interesses.