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Thursday, December 19, 2019

Atenção Básica


Da AMICOR Maria Inês Reinert Azambuja:

Eu gostei muito, tecnicamente falando. Do desejo à implementação será uma longa caminhada, acho...
E acho que as doenças mentais e a dor cronica, assim como a obesidade, o tabagismo.... requerem outras abordagens que não a medico ou enfermeiro-centrada. Mas pela primeira vez temos uma sistematização do que seria esperado ser resolvido na atenção básica. E que qualificação os pofissionais deveriam atingir...
ab
Maria Inês
Área de anexos

Saturday, October 06, 2018

Alma Ata 40

Las y los abajo firmantes, somos personas que desde la diversidad de distintos países y posiciones –la academia, la gestión pública, el diseño e implementación de políticas, la cooperación técnica y el trabajo político- todas y todos, hemos estado permanentemente comprometidos con la materialización del derecho a la salud.  ALMA ATA ha sido un hito fundamental en nuestro pensamiento y en nuestro quehacer y no sólo merece ser recordado con lealtad a sus valores y principios, sino que su aplicación es aún válida y urgente. Por ello, les solicitamos respetuosamente contribuir a que la necesaria conmemoración de esta fecha, sea una oportunidad para comprometer efectivamente a los gobiernos y a los pueblos, con el fortalecimiento de la Atención Primaria a la Salud (APS), desde la veracidad de los logros y los pendientes y desde las propuestas concretas y verificables.

Thursday, August 17, 2017

Direito Sanitário

Sueli Gandolfi Dallari portalderevistas@usp.br

19:32 (Há 1 hora)
para mim
Caros leitores e caras leitoras,

A Revista de Direito Sanitário
acaba de publicar seu último número -
volume 18, número 1 – e os artigos publicados tratam de temas que estão
na pauta das discussões sociais, políticas e econômicas do Brasil e do
mundo.

Começando pelo editorial sobre a nomeação do novo diretor-geral da
Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus,
ex-ministro da Saúde e também ex-ministro de Relações Exteriores da
Etiópia. De autoria de Sueli Gandolfi Dallari, editora científica da
Revista, o texto destaca a transparência da eleição do novo
diretor-geral, com a extensão dos votos “aos Estados-Membros, e não
somente ao Comitê Executivo da OMS” e com a realização de debates
pré-eleitorais.

Já a seção “Tema em Debate” aborda os impactos da ação regulatória
da gência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nas diferentes áreas
da saúde pública. A discussão é apresentada por Verônica Cruz,
professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que destaca a
abrangência do campo de atuação da vigilância sanitária, “haja vista
sua função precípua, qual seja: a de proteger a saúde da população”.
Assim, a Anvisa, ao ultrapassar “os limites mais óbvios relativos às
questões sanitárias, encontra resistências de ordem política, econômica
e até mesmo moral na sociedade”, afirma Verônica.

Destacando a abrangência interdisciplinar do Direito Sanitário, a seção
“Artigos Originais” traz um artigo que tem como objetivo contribuir para
a operacionalização de pesquisas qualitativas no Direito Sanitário. Já
outro trabalho aborda a ecogenética, um ramo específico da genética, que
estuda a inter-relação entre o meio ambiente e as características
genéticas individuais que alteram as condições gerais de saúde. Temos
ainda um artigo do campo da filosofia jurídica que analisa o conceito de
desempenho, de performance, em relação à integralidade da assistência
nos sistemas regionais de saúde.

Outro destaque desta nova edição é o comentário à jurisprudência que
analisa a adoção dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas como
parâmetro para auxiliar os tribunais nas ações judiciais relacionadas ao
direito à saúde.

Por fim, a seção “Jurisprudência” traz polêmicas decisões judiciais
da África do Sul, Colômbia e Índia.

Todos os trabalhos da nova edição da Revista de Direito Sanitário podem
ser acessados em: http://www.revistas.usp.br/rdisan. A versão impressa da
publicação estará disponível para compra em breve.

Boa leitura!

Revista de Direito Sanitário
v. 18, n. 1 (2017)
Sumário
https://www.revistas.usp.br/rdisan/issue/view/9930

Monday, January 09, 2017

Rio Janeiro 22-24, 1977

Reunião Ministério da Saúde, planejando estender para nível Nacional a experiência do RS, incluíndo Doenças Crônicas/Não Transmissíveis na Agenda de Saúde Pública.
Entre outros Dr. Torloni, Diretoor do INCA
Professor Rubens Maciel
Ruy Laurenti
Cláudio Penna
Bezerra Barbosa
Aloyzio Achutti (representando SSMA Estado RS)


Tuesday, September 29, 2015

Vila Cruzeiro


Vila Cruzeiro - Porto Alegre
Apresentação preparada pela AMICOR 
Professora Maria Inês Reinert Azambuja

Saturday, July 04, 2015

Ruy Laurenti (1931 - 12/06/2015)

A paretir de mensagem do AMICOR Jorge Rocha Gomes: 


Eu também não sabia que o Ruy havia falecido. Tivemos vários momentos comuns em nossa vida. Ele da Cardiologia também se interessou pela Epidemiologa. Um momento especialmente gostaria de citar, inclusive por que foi um ponto de partida para muito de minha trajetória posterior: ele participou daquele estudo sobre mortalidade em 12 cidades das Américas e da Inglaterra que serviu de base para a constatação pela Assembléia Mundial da Saúde de que países em desenvolvimento tinham dupla carga: além das peculiares ao subdesenvolvimento, as mesmas dos países desenvolvidos, incluindo Cardiovasculares. Dai surgiu a abertura par o interesse pelo que eu estava propondo daqui, de quase fim do mundo...


Home » Comunidade

Saúde pública perde Ruy Laurenti

Publicado por admin - Monday, 22 June 2015


O professor Ruy Laurenti: uma vida em favor da saúde pública no Brasil e no mundo
MEMÓRIA
O professor, ex-diretor da Faculdade de Saúde Pública, ex-pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária, primeiro ouvidor da USP e um dos maiores especialistas em epidemiologia do Brasil morreu no dia 12 passado, aos 84 anos
IZABEL LEÃO
O professor Ruy Laurenti, um dos principais nomes da epidemiologia brasileira, morreu no dia 12 passado, aos 84 anos. Ele formou gerações de epidemiologistas e é considerado pelos pares um grande humanista e inspirador dos profissionais da área hoje em atividade.
Foi chefe do Departamento de Epidemiologia, vice-diretor e diretor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP, vice-reitor da Universidade, entre 1990 e 1994, e primeiro ouvidor da USP (de 2001 a 2010). Era professor aposentado da FSP, atuando até o último instante.
Formado em Medicina em 1957, com doutorado em Cardiologia também pela USP, tornou-se professor livre-docente e professor titular (1979) em Epidemiologia da FSP. Recebeu o título de Professor Emérito da USP e de Pesquisador Emérito do CNPq.
Como pesquisador, contribuiu na área de saúde pública, com ênfase em epidemiologia, atuando principalmente nos temas epidemiologia, mortalidade, saúde materna, estatísticas de saúde e classificações internacionais de doenças e problemas de saúde. Foi diretor do Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a família de classificações internacionais (Centro Brasileiro de Classificação de Doenças).
Referência – Para o professor Luis Eugenio Souza, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), a importância do professor Ruy Laurenti para a saúde coletiva é imensa. “Seus estudos epidemiológicos sobre a mortalidade segundo causas – doenças cardiovasculares, sobretudo – ou grupos populacionais, com destaque para a mortalidade materna, são referências não apenas para os pesquisadores da área, mas também para os formuladores de políticas de saúde.”
Souza lembra ainda que, internacionalmente, a contribuição do professor Ruy Laurenti para o estabelecimento de classificações, terminologias e padrões de uso em saúde foi reconhecida com diplomas de honra ao mérito pela Organização Panamericana da Saúde (Opas), em 2002, e  pela OMS, em 2005. “O professor Laurenti ajudou a formar milhares de sanitaristas, como docente da Faculdade de Saúde Pública e como autor de 162 artigos, 27 capítulos e dez livros, entre outros documentos. Que sanitarista brasileiro, formado depois de 1987, ao menos, não estudou o seu livro (em coautoria com Mello Jorge, Lebrão e Gotlieb) Estatísticas de Saúde? A Associação Brasileira de Saúde Coletiva tem a honra de ter o professor Ruy Laurenti entre seus associados e como um dos membros do corpo editorial da Revista Brasileira de Epidemiologia“, declara o presidente da Abrasco.
Para o professor titular e chefe do Departamento de Prática de Saúde Pública da FSP Oswaldo Yoshimi Tanaka, “Ruy Laurenti foi um médico sanitarista que contribuiu substancialmente com as políticas de saúde desde a época de 70, implementando estratégias de combate à mortalidade materna e infantil. Do ponto de vista acadêmico, contribuiu para a formação do Centro Internacional de Classificação de Doenças, que foi fundamental para conhecer a morbimortalidade no Brasil e em todos os países da América Latina”.
Atualmente, Laurenti atuava como docente permissionário da Universidade de São Paulo e era diretor do Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde para a Família de Classificações Internacionais (Centro Brasileiro de Classificação de Doenças).
Foi um dos responsáveis pela implantação no Brasil de um modelo único de declaração de óbito (atestado de óbito), além da implementação de um Sistema Nacional de Mortalidade (1975/76) e da Declaração de Nascidos Vivos e do Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Sinasc), em 1992.
No que diz respeito à prestação de serviços à comunidade, o professor fez a versão para o português da Nona e Décima Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-9 e CID-10), que é utilizada em todos os países de língua portuguesa. Em 1999 prestou assessoria e treinamento pessoal a grupos de vários países latino-americanos e de outros continentes.
Em 1999, convidado pela OMS, ministrou cursos de treinamento no uso da CID-10, bem como em estatísticas de saúde, a profissionais de cinco países do sudeste asiático: Sri Lanka, Tailândia, Maldivas, Butão e Myanmar. No ano de 2000 Laurenti foi indicado pela OMS como membro do “WHO Committee of Experts on Measurement and Classification for Health”.
Nasceu em Rio Claro (SP). Depois de ter ingressado na Faculdade de Medicina da USP, em 1952, nunca mais saiu da Universidade nem parou de atuar.
Colaborou Marcellus William Janes, assessor de comunicação institucional da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP

Wednesday, May 20, 2015

EBOLA

Enviado por meu amigo Alexandre Guszynski
La Santa Sede en la LXVIII Asamblea de la OMS
Ciudad del Vaticano, 20 de mayo 2015 (VIS).-El arzobispo Zygmunt Zimowski, Presidente del Pontificio Consejo para la Pastoral de los Agentes Sanitarios y jefe de la Delegación de la Santa Sede en la LXVIII Asamblea de la Organización Mundial de la Salud, que se celebra en Ginebra del 18 al 26 de mayo, ha intervenido en el debate sobre la epidemia de virus Ebola que en los dos últimos años ha causado 9.380 muertes y más de 23.000 contagios en todo el mundo, la mayor parte de las cuales en la región occidental de Africa.
''La Delegación de la Santa Sede -dijo el arzobispo- desea hacer hincapié en la importancia y puntualidad del tema elegido para el debate general. La reciente epidemia de Ébola ha sido una tragedia sanitaria humana y social que entre otras cosas ha demostrado la importancia crucial de crear sistemas sanitarios resilientes , ya que son esenciales para la prestación de una cobertura sanitaria universal y para responder con prontitud a los brotes de la enfermedad''.
''Desafortunadamente, la mayoría de los países de bajos ingresos, que están todavía afligidos por enfermedades infecciosas y epidemias, cuentan con sistemas sanitarios muy débiles que requieren una intervención urgente si queremos que respondan a las necesidades de su población... Para ello es necesario que la inversión en el sector sanitario vuelva a ser un objetivo prioritario por el bien de la salud pública. Esto requiere un compromiso a largo plazo por parte de los gobiernos nacionales y de los donantes internacionales para sostener sistemas de salud resilientes y garantizar una cobertura universal de los servicios sanitarios, fortaleciendo la capacidad de los sistemas sanitarios nacionales para proporcionar servicios sanitarios equitativos y de calidad y también para robustecer su capacidad de responder a las epidemias y mejorar la propiedad y la participación de de la comunidad... Es también un reto para que los donantes pasen de la financiación de un programa a corto plazo a financiar los servicios integrales de salud a largo plazo''.
''El reciente informe de la Oficina Internacional del Trabajo sobre las desigualdades en la protección de la salud rural, ha revelado que más de la mitad de la población rural en el mundo carece de acceso a los servicios sanitarios básicos y que muchos están en riesgo de empobrecimiento o de pobreza aún mayor porque se ven obligados a pagar de su bolsillo los servicios. Esta es la prueba evidente de que, en 2015, todavía estamos muy lejos de la cobertura universal. Por diversas razones, existen fuertes disparidades en el acceso a la atención médica entre las zonas rurales y urbanas, y las últimas a menudo se benefician más que las primeras. Mi delegación... desea hacer hincapié en la urgente necesidad de reducir la brecha entre el desarrollo rural y el urbano en la Agenda post-2015, teniendo en cuenta que "la vida humana es siempre sagrada y siempre de calidad''.
''En muchos países -concluyó- la Iglesia Católica tiene el privilegio de ser uno de los principales aliados del Estado en la prestación de servicios de asistencia sanitaria de primera necesidad a las poblaciones en zonas remotas, a través de sus más de 110.000 instituciones sanitarias y de atención social en todo el mundo . Por eso es importante ofrecerles la cooperación y el apoyo que necesitan para que puedan acercarse a la población, especialmente a las personas pobres y hacer accesible su servicio. De hecho, en muchos países de bajos ingresos, la contribución de la sociedad civil y las comunidades en la prestación de servicios de salud es esencial''.

Saturday, May 16, 2015

Programa Vi-Vendo

Enviado pelo AMICOR Roni Quevedo

Sunday, March 01, 2015

Saúde Pública

Artigo do AMICOR Fernando Neubarth publicado no jornal ZH em 06 fev 2015
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Sunday, February 08, 2015

Monday, December 23, 2013

Tabagismo

::Tabagismo

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Ambientes 100% Livres de TabacoAmbientes 100% Livres de Tabaco

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Date added:01/25/2010
Date modified:01/25/2010
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Este guia é uma ferramenta de orientação que tem como objetivo subsidiar os gestores e profissionais de saúde quanto às medidas de implementação do artigo 8º da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco – CQCT (Proteção contra a exposição à fumaça do tabaco).

A experiência de Porto Alegre na criação de ambientes coletivos livres de tabaco (Série Estudo de Caso)A experiência de Porto Alegre na criação de ambientes coletivos livres de tabaco (Série Estudo de Caso)

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Date added:06/02/2011
Date modified:06/02/2011
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O estudo de caso “A experiência de Porto Alegre na criação de ambientes coletivos livres de tabaco” é o terceiro volume de uma série de publicações da Organização Pan-Americana da Saúde que busca documentar as diversas iniciativas governamentais para proteger as pessoas que não fumam da exposição à fumaça de produtos de tabaco, inclusive os traba-
lhadores.

A série busca demonstrar que a implementação das diretrizes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco – CQCT, entre elas a adoção de medidas que criam ambientes fechados de uso coletivo totalmente livres de tabaco, são efetivas na diminuição do extraordinário nível de sofrimento e das mortes causadas pelo tabaco. Com medidas acertadas, podemos reduzir ou eliminar os perigos associados ao tabaco e, assim fazendo, podemos economizar centenas de milhões de vidas.

SUS 25 anos

Boletim APS Redes
Ministros da Saúde falam sobre os 25 anos do SUS
Para comemorar os 25 anos da Constituição Cidadã e os 25 do Sistema Único de Saúde (SUS), o Portal da Inovação em Saúde entrevistou os ministros da saúde protagonistas na construção da política de saúde, considerada como a mais inclusiva do Estado Brasileiro. Adib Jatene, José Serra, Humberto Costa, Saraiva Felipe, Agenor Álvares e José Gomes Temporão fazem um balanço dos 25 anos do Sistema de Saúde brasileiro e elencam os desafios e perspectivas para o futuro.

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